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2. Ao Dormir mais você estará menos sensível às emoções negativas

Saude2

 

Dando continuidade ao post anterior onde abordamos o tema - 1. Exercitar mais - 7 minutos pode ser suficiente - iremos agora abordar a recuperação através do repouso.

 

Sabemos que o sono ajuda o nosso corpo a se recuperar e que nos ajuda a concentrar-se e sermos mais produtivos. Acontece que também é importante para a nossa felicidade.

 

Em  NutureShock , Po Bronson e Ashley Merryman explicam como o sono afeta nossa positividade:

* Estímulos negativos são processadas pela amígdala; lembranças positivas ou neutras são processadas pelo hipocampo. A privação do sono atinge mais o hipocampo do que a amígdala. O resultado é que, privados de sono as pessoas não conseguem recordar memórias agradáveis, mas recordam mais más lembranças.
* Em um experimento por Walker, privados de sono estudantes universitários tentaram memorizar uma lista de palavras. Eles lembraram de 81% das palavras com uma conotação negativa, como "câncer", todavia lembraram apenas 31% das palavras com uma conotação positiva ou neutra, como "luz do sol" ou "cesta".

O BPS Research Digest explora  um outro estudo que prova que o sono afeta nossa sensibilidade para as emoções negativas. Utilizando uma tarefa de reconhecimento facial, ao longo de um dia, os investigadores estudaram como participantes eram sensíveis a emoções positivas e negativas. Aqueles que trabalharam durante toda a tarde, sem tirar um cochilo se tornaram mais sensíveis, ao final do dia, a emoções negativas como medo e raiva.

Usando uma tarefa de reconhecimento de face, aqui nós demonstramos uma reatividade amplificada das emoções de raiva e medo ao longo do dia, sem dormir. No entanto, um cochilo interveio bloqueando e até mesmo revertendo  essa reatividade emocional negativo para a raiva e o medo, enquanto por outro lado melhorar classificações de expressões positivas (feliz).

Claro que, o quão bem (e por quanto tempo) você dorme provavelmente vai  afetar a forma como você se sente quando você acorda, o que pode fazer a diferença para o seu dia inteiro. Especialmente este gráfico que mostra como a sua atividade cerebral diminui é um grande insight sobre como é importante dormir o suficiente é para a produtividade e felicidade:

 

Em outro estudo testaram como o humor dos funcionários, quando eles começaram o trabalho na manhã, afetada seu dia de trabalho.

Os pesquisadores descobriram que o humor dos funcionários esta relacionado com a produtividade quando eles cronometraram as atividades, e perceberam as tendências para afetar a forma como eles se sentiram no resto do dia. O humor matinal  esteve ligado  às suas percepções de clientes e como eles reagiram ao humor dos clientes.

E o mais importante para os gerentes, o humor empregado teve um claro impacto sobre o desempenho, incluindo tanto quanto a qualidade do trabalho e também como eles executavam suas funções.

O sono é outro tópico que estimulou outro questionamento:   quanto sono que realmente precisamos para sermos produtivos ?

 

Autora:  Belle Beth Cooper

Fonte:  http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 Veja a seguir:

3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande

 

 

 

 

10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiada pela ciência

Saude1

 

A felicidade é tão interessante, até porque todos nós temos idéias diferentes sobre o que é e como obtê-la. Também não é surpresa que é o valor Nr.1 para a maioria das culturas, neste e nos próximos 9 artigos relacionados você  irá ler a nossa visão sobre isso. Então, naturalmente, irá perceber o quanto estamos obcecados para com este assunto.

 

Harvard estudou pessoas por 75 anos e descobriu as origens da felicidade Confira a seguir->http://bit.ly/1ZXDEwF

 

Adoraria ser mais feliz, como eu tenho certeza que a maioria das pessoas, então  pensei que seria interessante encontrar algumas maneiras de se tornar uma pessoa mais feliz, maneiras estas que são realmente apoiadas pela ciência. Aqui está a primeira das dez das melhores que encontrei.

 

1. Exercitar mais - 7 minutos pode ser suficiente

Você pode ter visto alguma conversa recentemente sobre o treino científico de sete minutos mencionado no  The New York Times . Portanto, se você pensou que o exercício era algo que você não tem tempo, talvez você possa mudar de opinião e ajustá-lo depois de ler tudo isto que está a seguir.

O exercício tem um efeito tão profundo em nossa felicidade e bem-estar que ele está realmente provado ser uma estratégia eficaz para superar a depressão. Em um estudo citado no livro de Shawn Acor,  a vantagem Felicidade , três grupos de pacientes tratados contra a depressão com medicação ou exercício, ou uma combinação dos dois. Os resultados deste estudo realmente me surpreendeu. Embora todos os três grupos apresentaram melhorias semelhantes em seus níveis de felicidade, para começar, o acompanhamento de avaliações demonstrou ser radicalmente diferente:

* Os grupos foram, então, testados seis meses mais tarde para avaliar a sua taxa de recaída. Daqueles que tinham tomado a medicação sozinha, 38 por cento tinham deslizado de volta para a depressão. Aqueles no grupo da combinação estavam fazendo apenas um pouco melhor, com uma taxa de recaída de 31 por cento O maior choque, porém, veio do grupo de exercício: Sua taxa de recaída foi de apenas 9 por cento!

 

Você não tem que ser pressionado para ganhar o benefício do exercício físico, no entanto. Ele pode ajudá-lo a relaxar, aumentar seu poder cerebral e até mesmo melhorar a sua imagem corporal, mesmo se você não perder peso.

Em um  estudo no Journal of Health Psychology descobriram que as pessoas que se exercitavam sentem melhoras sobre seus corpos, mesmo quando não se viu mudanças físicas:

* O peso corporal, a forma e a imagem corporal foram avaliados em 16 homens e 18 mulheres antes e depois de ambos 6 × 40 minutos de exercício e 6 × 40 minutos de leitura. Mais de ambas as condições, o peso corporal e da forma não se alterou. Vários aspectos da imagem corporal, contudo, melhoraram após o exercício em comparação com antes.

Nós exploramos (através de um scaner)  o exercício em profundidade antes e depois, e observamos para o que ele faz para o nosso cérebro, tais como liberação de proteínas e endorfinas que nos fazem sentir mais felizes, como você pode ver na imagem abaixo.

Brain1

 

Leia a seguir:

2. Ao Dormir mais você estará menos sensível às emoções negativas

 

 

Autora: Belle Beth Cooper

Fonte: http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

A sua empresa é inteligente ou somente descasca melhor as laranjas?

 

Laranja

 

A organização inteligente frequentemente é avaliada de acordo com a competência de seus membros. Mas será que somente a somatória da competência dos indivíduos determina a eficácia geral de um negócio?

O que é afinal competência?

Ao estudar com mais profundidade este assunto percebemos que o conceito de competência, no sentido como é hoje aceito ao analisar as organizações,  foi influenciado graças a contribuição dada  por Prahalad e Hamel no artigo The core competence of the corporation, publicado na Harvard Business Review em 1990. A definição estipulada por eles  foi: "competência é o aprendizado coletivo na organização, especialmente como coordenar as diversas habilidades de produção e integrar as múltiplas correntes de  tecnologias".

Normalmente a visão tradicional na prática nos diz que é o  mapeamento dos Conhecimentos, Habilidades e Atitudes das pessoas. Sendo:

* Conhecimentos  -> Informação   Saber o quê  Saber o porquê

....é o fato ou a condição de conhecer algo com a familiaridade obtida através de aprendizado e experiência...

* Habilidades ->    Técnica   Capacidade   Saber como

.....é a capacidade de usar o conhecimento e a forma eficaz e eficiente na execução ou desempenho em uma função......

* Atitudes ->  Querer fazer   Identidade  Determinação

.....são os sentimentos positivos e mente aberta em relação a um fato ou situação.....

 

Por exemplo, ao se tratar do papel de Gerente de Projetos, de acordo com um exame conduzido por Posner, citado por Verma (1995), com 287 gerentes de projeto americanos, envolvidos em projetos de pequeno e médio porte, as habilidades e as técnicas bem-sucedidas de gerência do projeto podem ser sumarizadas em  seis  habilidades,  com  seus  atributos  e  comportamentos,  são  elas: 

Comunicação (84%) - escutar, persuadir e comunicar;
Organização  (75%) - planejamento, objetivo e análise;
Construção de Time (72%) - empatia, motivação e espírito de equipe;
Liderança (64%) - exemplo  constante, energia, visão, delegação, positividade/otimismo;
Pessoal (59%) - flexibilidade, criatividade, paciência, persistência e
Tecnológica (46%) - experiência e conhecimento do ambiente do projeto.

A estas habilidades poderímos tranquilamente acrescentar a capacidade de negociação, dado que é um requerimento fundamental para este papel.

Mais detalhes sobre projetos podem ser acessados através do seguinte link:
http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1239


Quando se trata de vendas, desenvolvimento de mercado ou de negócios, as habilidades exigidas mudam:
Prospecção - (encontrar as pessoas que precisam de nos, mesmo que elas não saibam.)
Alinhamento - (com as necessidade dos compradores.)
Necessidade de desenvolvimento -  (como criar uma visão na mente do comprador quando as necessidades ainda são latentes.)
Qualificação -  (quantas oportunidades você realmente pode gerenciar, Qualidade x Quantidade. Não é melhor fazer uma boa  qualificação  antes do que investir  seu tempo 9 meses e perder ?)
Controle - (quando uma oportunidade tem realmente chance de acontecer?      controle o processo de compra,  coloque-o dentro da seqüência de eventos do    Ciclo de vendas.)
Negociação - (sempre deve haver uma troca com seu comprador, você cede, ele cede.)


Mais detalhes sobre Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais acesse o nosso conteúdo específico através do seguinte link:
http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/marketing-vendas/curso-tecnicas-de-vendas-e-negocia%C3%A7%C3%A3o-de-projetos-empresariais.aspx

 

Outra abordagem de forma diferenciada foi proposta por Philippe Zarifian, que destaca três características do sistema produtivo atual de grande importância para o entendimento dos desafios da gestão por competência:

* A primeira é a noção de incidente, que representa a capacidade de    convivência   (e sobrevivência) com a imprevisibilidade, cuja ocorrência, que está cada vez mais frequente,  altera as rotinas produtivas. Os incidentes, devido à complexidade que marca estes tempos, fogem à capacidade de previsão e auto regulação dos sistemas produtivos tradicionais;


* A segunda característica é a crescente importância assumida pela comunicação, dada a facilidade e diversificação de meios, como também as organizações estarem cada vez mais assumindo estruturas matriciais diversificadas, onde os papéis se sobrepõem, ora somos gerentes funcionais ora somos gerentes de equipes focadas em projetos.  Assim, a  aquisição de competências relacionadas ao relacionamento interpessoal é a consequência mais imediata dessa situação. Faz-se necessária, também, a abertura para a constante interação e troca de informações com outras pessoas, setores da organização e com o ambiente externo. Mais do que uma capacidade, tal abertura representa uma atitude que precisa ser assumida e desenvolvida;


* A noção de que todos os trabalhos representam uma forma de prestação de serviço a alguém é a terceira característica destacada por Zarifian. Cada pessoa deve estar consciente que sua missão no trabalho não é apenas desempenhar as tarefas que lhe são atribuídas ou cumprir normas e rotinas estabelecidas. O que importa é a capacidade que a pessoa possui para atender às necessidades de seus clientes internos e externos(colaboração), por um lado, todavia por outro lado todos devem estar alinhados à estratégia geral da organização.

Assim, a atitude esperada de todos é que a convergência e a colaboração entre as pessoas, não somente pelas vias racionais, mas também criando condições para que haja ambientes de criação que proporcionem a oportunidade de mudanças de modelos mentais, levem a organização a reagir mais rápido e de maneira mais eficaz que a concorrência de forma contínua e portando de maneira não traumática, se assim pode-se dizer.

Na medida em que cria condições para os indivíduos alinharem as suas capacidades cognitivas às suas capacidades intuitivas surge novas interpretações sobre velhos dilemas e consequentemente novas evidências são percebidas. Neste momento a alma da inovação se torna dominante através de uma nova inteligência, uma nova maneira de interpretar a realidade e uma nova maneira de pensar no futuro.  De criar um futuro disruptivo, em oposição a um presente contínuo cinza e árido.

Segundo Kugler, o que diferencia as empresas inovadoras e alertas, das demais empresas, é a competência analítica - que é uma competência opcional.  Não se pode obrigar de forma ditatorial uma determinada organização a ser mais inteligente e resiliente ou camaleônica, pois tudo é muito volátil e o que parecia ser o mais "correto" e "inteligente" ontem, do ponto de vista competitivo, pode se tornar obsoleto  no dia seguinte.

O desenvolvimento da competência analítica é, portanto, um esforço voluntário, graças ao qual a organização será capaz de interpretar indícios - mudanças no mercado, adoção de novas tecnologias, surgimento de novos competidores, agravamento de restrições, mudanças de comportamento de consumo - e reposicionar as prioridades estratégicas e a alocação de recursos em função do aprendizado adquirido. Conforme nos alertou Ralph Kimball, se uma organização optar por não ter business intelligence...então ela terá business ignorance...

Sua empresa é inteligente bastante para inventar um novo espremedor de laranjas ou sempre melhora a qualidade das facas para uso pelos descascadores em seu dia-a-dia em busca das necessárias  vitaminas vitais?

 

Fontes:

VERMA, Vijay K. The Human Aspects of Project Management - Vol. Two. Human Resource Skills for the Project Manager. Pennsylvânia: Project Management Institute - PMI, 1996.

Breen, Gary Hamel. The future of Management   

Kimball, Ralph. The Data Warehouse Toolkit  

ZARIFIAN, P. Objetivo competência: por uma nova lógica. São Paulo: Atlas, 2001  

Kugler, José Luiz. Competência Analítica.

   

 

 

Graças à tecnologia, não há necessidade de pensar

nobrain

A era da informação nas pontas dos dedos mudou tudo. Antes, visitávamos agentes de viagens, comprávamos os mapas em papel, consultávamos guias turísticos. Agora, todas essas necessidades podem ser atendidas por alguns filmes acessados de forma imediata pela tela sensível ao toque de um telefone celular. Porque a informação é tão barata, não se precisa prestar muita atenção nela. Nós podemos navegar ao redor do mundo da mesma forma indiferente como fazemos ao navegar na web.

 

Apps e gadgets de todos os tipos nos permitem viver a experiência instantânea que de outra forma teria exigido anos de estudo. Vejo que isto é bom, pois não quero ser saudosista. Mas estas facilidades também eliminam a necessidade de aprender, de se envolver e principalmente de sermos curiosos. Podemos ignorar o contexto geral ao qual estamos inseridos. E assim, mesmo quando sabemos exatamente onde estamos localizados, não temos ideia de onde estamos. Vemos cada vez mais um mundo indexado e plano, porém sem consciência da magnitude, relevância e profundidade do mundo real. Damos-nos ao luxo de ignorar o contexto em que estamos.

 

Os pilotos têm uma palavra para a percepção do estado de presença no mundo ao seu redor, pois eles chamam de "consciência situacional" (situational  awareness). "Mantenha seus olhos para fora da cabine," meu instrutor de voo sempre costumava me dizer. Significado: Olhe o mundo ao seu redor com atenção. Não fique obcecado com o que seus instrumentos estão dizendo e procure entender o contexto do que você está vendo. Consciência situacional significa entender o que os dados querem dizer em relação aos fatos concretos e perceber a relação que pode existir entre coisas que aparentemente não tem significância. Significa saber interpretar o que está acontecendo e o que você pode fazer quando seus planos começam a não dar certo.

 

Aparelhos eletrônicos como GPS por exemplo, em contrapartida, exortar-nos a esquecer de tudo o que é um cansativo trabalho mental e apenas seguir a linha roxa. Eles são o equivalente mental de scooters elétricos que pessoas obesas usam para andar por aí em parques de diversões para salvar-se o esforço de caminhar.

 

Tomemos o caso do casal sueco que se dirigiam à ilha italiana de Capri, mas por engano digitaram "Carpi" em seus GPS. Quando chegaram ao seu destino eles ficaram decepcionados ao descobrir que ele tinha pouca semelhança com o refúgio sofisticado tinham ouvido falar. O problema, eles finalmente perceberam , era que tinham ido a caminho de uma aldeia sem acesso ao mar a cerca de 400 km do seu destino.

 

Excesso de confiança em navegação por satélite pode levar, infelizmente, ao mais sombrio dos resultados, incluindo uma série de incidentes fatais. No início deste ano, um casal canadense ao voltar para casa de uma viagem para Nevada seguiu suas direções de GPS em uma garganta remota e ficou preso. Quando os caçadores tropeçaram em sua Van sete semanas mais tarde, a mulher estava à beira da inanição. O marido, que tinha saído em busca de ajuda, acabou por ser declarado desaparecido e dado como morto.

 

Em viagens, como em tantas outras áreas da vida, tecnologia da informação é uma espada de dois gumes. Tanto nos capacita como também nos torna aleijados. Ela nos convence de que não precisamos se preocupar com profundidade, sobre o contexto, sobre os detalhes. Ela nos seduz até não sabermos mais a diferença entre saber e entender, entre informação e conhecimento.

Vejam que isso pode estar nos anestesiando.

Fonte: "How GPS Makes Clueless Drivers" publicado em 20/09/2011 por  Jeff Wise em Extreme Fear.

Jeff Wise is a New York-based science writer and author of Extreme Fear: The Science of Your Mind in Danger.

 

 

Mensuração de Desempenho em Governança de TI

 

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Uso do BSC para avaliar todas as dimensões da TI

 

GovTIf5

 

 

  Fonte: IT Governance Institute, 2003

 

Sem estabelecer e sem monitorar desempenho é improvável que as fases anteriores atinjam os resultados desejados. Isso inclui auditoria e avaliação de atividades e monitoração contínua de desempenho. Existe uma ligação com a fase de alinhamento por meio de evidências de que a direção está sendo seguida ou não. Proporciona a oportunidade de criar medidas corretivas, se necessário. IT Balanced ScoreCards traduzem a estratégia de TI alinhada com a estratégia de negócios. Dessa forma, TI necessita de seus próprios balanced scorecards, definindo metas claras e medidas adequadas que reflitam o impacto de TI nos negócios.

 

Segundo o COBIT esta área de foco "acompanha e monitora a implementação da estratégia, término do projeto, uso dos recursos, processo de performance e entrega dos serviços, usando, por exemplo, BSC -  "balanced scorecards" que traduzem as estratégia em ações para atingir os objetivos, medidos através de processos contábeis convencionais." O COBIT traz junto com a descrição dos processos sugestões de indicadores baseados nas perspectivas do balanced scorecard nos níveis operacionais, táticos e estratégicos. Como diz Peter Druker, "o que não é medido não pode ser gerenciado." A implementação da governança de TI tem o objetivo de dar direcionamento nas ações de TI buscando alinhamento e exercer controle sobre elas. Este controle é conseguido através de indicadores. Importante que hajam indicadores não só operacionais, mas que tenham significado para quem toma decisão dentro da organização.

 

 

 

Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres

Fontes e referências gerais:

http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico

http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf

http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti

www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT

FastSalas.com

 

 

Gestão de Recursos na Governança de TI

GovTIt6

Otimização dos investimentos e do uso dos recursos de TI

Estabelece e distribui as capacidades corretas de TI para as necessidades de negócio. O foco inicial deve ser sobre o conhecimento e a infraestrutura. Essa preocupação lida com a origem dos processos, considerando os modelos desenvolvidos em casa e os modelos de outsourcing, usando critérios de avaliação que vêm das intenções estratégicas da empresa e fatores críticos de sucesso. A finalidade é assegurar que seja fornecida uma infraestrutura de TI integrada e econômica, onde novas tecnologias possam ser introduzidas e que os sistemas obsoletos sejam substituídos. Reconhecer a importância das pessoas em conjunto com hardware e o software, focando na manutenção e na disponibilidade. É necessário o desenvolvimento de habilidades, treinamento, promoção, de forma a proporcionar competências às pessoas chave de TI, bem como a sua retenção. Isso inclui também gerenciar o outsourcing e fornecedores.

 


Segundo o COBIT "refere-se à melhor utilização possível dos investimentos e o apropriado gerenciamento dos recursos críticos de TI: aplicativos, informações, infraestrutura e pessoas." Processos como Gestão de Capacidade, Gestão de pessoas e fornecedores procuram atender esta área de foco.

 

Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres

Fontes e referências gerais:

http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico

http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf

http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti

www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT

 

FastSalas.com

 


 

Startup desenvolve módulo para ligar o Raspberry Pi às redes 3G

Raspberry-Pi

imagem fonte: http://pcguia.sapo.pt/wp-content/uploads/2013/06/Raspberry-Pi-03.jpg

A SparqEE está  a desenvolver um módulo para o micro computador  Raspberry Pi, que irá permitir aos proprietários adicionarem um cartão SIM para acederem a redes  3G  em todo o mundo.

Este projecto vai marcar presença na organização de crowdfunding  Kickstarter  de forma a obter os 70000 dólares necessários para poder passar à fase de produção.

A SparqEE já fez saber que irá vender cartões SIM, que vão poder ser utilizados com o dito modulo, uma vez que tem um contrato com uma operadora, com uma forte presença mundial, do sector das telecomunicações.

fonte: http://pcguia.sapo.pt/2013/08/05/startup-desenvolve-modulo-para-ligar-o-raspberry-pi-as-redes-3g/

 

A Gestão de Risco na Governança de TI

GovTIt5

Incorporação do tratamento de riscos e da conformidade nos processos

Cobre o processo de preservação do valor, além do tradicional gerenciamento de riscos financeiros, hoje existe a preocupação com os riscos operacionais e sistêmicos. A integração dos diferentes modos de gerenciar riscos gera a transparência necessária para todos os envolvidos. Deve ser um processo contínuo, iniciado com a identificação dos riscos (impacto nos ativos, ameaças e vulnerabilidades). Uma vez identificado, o risco deve ser mitigado por contramedidas (controles). Mas também é necessária atenção aos riscos residuais e sua aceitação formal, além de gerenciar, medir e monitorar.

 

Segundo o COBIT "requer a preocupação com riscos pelos funcionários mais experientes da corporação, um entendimento claro do apetite de risco da empresa e dos requerimentos de conformidade, transparência sobre os riscos significantes para a organização e inserção do gerenciamento de riscos nas atividades da companhia." Os estágios "Adquirir e Implementar" e "Entregar e Suportar" tem foco também na gestão de riscos, principalmente processos como Gestão de continuidade de serviços de TI, segurança de sistemas e gestão de serviços terceirizados. É importante o mapeamento dos riscos e ter planos para a mitigação destes riscos. Os processos do estágio "Planegar e Organizar" também representam um risco, visto que a falta de alinhamento das ações de TI com o negócio pode gerar por exemplo ações que não agreguem valor a organização.

 

Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres

Fontes e referências gerais:

http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico

http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf

http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti

www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT

 

Profissões que estão em alta no mercado financeiro

Profissões

 

A rotina de um profissional nesta área é operacional - recheada de cálculos, basicamente. E as exigências compatíveis com o currículo de um profissional em início de carreira, segundo o especialista: Basta um diploma em uma universidade de primeira linha e um desempenho acadêmico exemplar. Os salários variam de 110 mil a 200 mil reais por ano.

Analista de crédito

"Dada a crise na Europa, o mercado ficou mais difícil. A concessão de crédito tem que ser mais criteriosa", descreve o especialista. E isso demanda profissionais com um bom embasamento técnico. "O profissional deve ter bom conhecimento contábil e a capacidade de esmiuçar o balanço das empresas", diz. O salário varia, em média, de 180 mil reais por ano em um banco múltiplo a 250 mil reais, em um banco de investimentos. 

Especialista em risco

A crise de 2008 e as recentes  liquidações dos bancos  Cruzeiro do Sul e Prosper lançam luz na necessidade de ter uma área de risco forte dentro das instituições financeiras. "O head de risco é uma função estratégica para  bancos. É ele quem vai analisar todo o risco das operações", afirma o especialista.

O salário varia de 800 mil a 1,2 milhão em bancos de investimentos. E nos bancos múltiplos, entre 500 e 700 mil reais, em São Paulo, e 300 mil reais e 500 mil reais, no Rio de Janeiro.

RM Middle Marketing

"É o profissional que desempenha o papel da área comercial do banco. Ele vai para a rua vender crédito para as empresas", descreve. Por isso, um bom relacionamento com o mundo corporativo é o cartão de visitas de quem quer atuar nesta função. Conhecimento da análise de balanços também é uma qualificação necessária para atuar no setor.

No banco de investimentos, segundo o levantamento da Michael Page, o salário médio de um RM Middle é de 300 mil reais. Para um RM Corporate que atue em São Paulo, o salário varia de 500 mil reais a 1 milhão de reais. No Rio de Janeiro, de 400 mil reais a 800 mil reais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-profissoes-que-estao-em-alta-no-mercado-financeiro?page=2

 

Entrega de valor na Governança de TI

GovTIt4

Os princípios básicos são: entregas de produtos de TI no prazo e dentro do orçamento com os benefícios previamente identificados.  Os processos de TI devem ser desenhados, distribuídos e operados de maneira eficiente e efetiva. As expectativas e objetivos são determinados pelos direcionadores de negócio que também são influenciados pelo   ambiente. Esse valor  deve  estar   alinhado diretamente com os valores em que o negócio está focado e deve ser medido de maneira transparente, mostrando o impacto e a contribuição dos investimentos de TI e na criação de valor. O nível de eficiência e efetividade dos processos de TI depende do nível de maturidade.

Segundo o COBIT "é a execução da proposta de valor de TI através do ciclo de entrega, garantindo que TI entrega os prometidos benefícios previstos na estratégia da organização, se concentrado em otimizar custos e provendo o valor intrínseco de TI." Os estágios "Adquirir e Implementar" e "Entregar e Suportar" tem foco maior na entrega de valor. Os usuários/clientes percebem valor da TI através dos processos que tem contato direto com eles, como "Gerenciar Incidentes" e "Gerenciar Mudanças".

Garantia de alcance dos benefícios, com otimização de custos

GovTIf4

Fonte: IT Governance Institute, 2003

 

Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres

Fontes e referências gerais:

http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico

http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf

http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti

www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT