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Cibersegurança em foco de 20 de fevereiro a 13 de março de 2026

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                                                       SUMÁRIO

 

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Inteligência Artificial em Foco 20 fevereiro a 6 março 2026

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**A quinzena de 20 de fevereiro a 6 de março de 2026 foi dominada por dois movimentos simultâneos e aparentemente contraditórios:** uma explosão criativa sem precedentes, com mais de 12 modelos lançados em menos de 30 dias (Gemini 3.1 Pro, Claude Opus 4.6, GPT-5.3 Codex, DeepSeek V4, entre outros), e uma crise ético-política histórica, quando o governo Trump colocou a Anthropic em uma blacklist de segurança nacional após a empresa recusar-se a remover os limites éticos do Claude para uso militar irrestrito. Em paralelo, a IA deixou definitivamente o laboratório e entrou no escritório: a Anthropic integrou o Claude ao Excel, PowerPoint, Google Drive e DocuSign, enquanto OpenAI e Amazon firmaram aliança de US$ 50 bilhões e o Google inaugurou um hub de pesquisa em Berlim com investimento de €5,5 bilhões até 2029.

 

**No Brasil e no mundo, a regulação tentou acompanhar o ritmo.** O TSE aprovou por unanimidade regras que proíbem o uso de IA em conteúdo eleitoral nas 72 horas antes da votação e invertem o ônus da prova sobre candidatos; o CFM normatizou a IA na medicina, exigindo decisão humana final; e o Cade abriu o mercado de assistentes no WhatsApp. No campo do trabalho, a Anthropic publicou relatório interno alertando para uma possível "grande recessão de colarinho branco", enquanto Elon Musk previu o fim da carreira tradicional de engenheiro de software até o final do ano. O saldo da quinzena é inequívoco: 2026 não é mais o ano em que a IA promete - é o ano em que ela cobra.

 

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Panorama de aplicações de recursos no Brasil nos últimos 30 anos

Capa Artigo Orçamento Brasil

Em tempos de eleição uma pergunta surge: 

O quanto sabemos sobre o Orçamento Federal do Brasil?

Além de não saber responder esta pergunta de forma direta, não consegui localizar uma resposta objetiva, através de pesquisas já efetuadas, o percentual ou a parcela da população que tem conhecimento sobre o tema e, portanto, está mais preparada para opinar através do voto sobre a seguinte questão:

Dentre os candidatos ou partidos políticos qual será a melhor proposta de governo sobre este tema tão importante?

O que localizei de mais próximo:

Há três tipos de levantamentos que tangenciam esse tema, mas não respondem exatamente à sua pergunta:

  • Pesquisas sobre educação financeira e noções de finanças pessoais, que mostram baixo nível de formação básica em temas econômicos entre os brasileiros, o que sugere, indiretamente, pouco repertório para compreender orçamento público.
  • Pesquisas de opinião sobre gasto público (por exemplo, percepção de que o governo gasta demais, mal, ou acima do que arrecada), que captam juízos de valor e nível de preocupação, mas não testam conhecimento factual sobre o orçamento federal (itens de despesa, regras, limites etc.).
  • Levantamentos oficiais como a POF - Pesquisa de Orçamentos Familiares (IBGE), que estudam o orçamento das famílias, e não o conhecimento delas sobre o orçamento do governo.​​

Em ano eleitoral, esse diagnóstico é especialmente relevante porque expõe os limites reais de qualquer promessa de campanha. Com mais de 90% das despesas primárias comprometidas com gastos obrigatórios, candidatos a cargos executivos e legislativos dispõem de uma margem de manobra muito estreita para propor novas políticas sem mexer nas regras estruturais do orçamento. Ao mesmo tempo, o relatório a seguir evidencia o crescente poder do Congresso Nacional via emendas parlamentares - que já representam até 27% das despesas discricionárias -, tornando o Legislativo um ator central na definição de onde o dinheiro público efetivamente chega. Compreender essa arquitetura orçamentária é, portanto, condição essencial para avaliar com responsabilidade as propostas que serão apresentadas ao longo de 2026.

Nas últimas três décadas, o orçamento federal brasileiro tornou-se cada vez mais rígido e concentrado em gastos obrigatórios. Previdência Social e Assistência Social juntas consomem entre 40% e 45% de todo o orçamento, enquanto os juros e amortizações da dívida pública respondem por outros 42% do orçamento executado em 2025 - valor que supera, isoladamente, tudo o que o país gasta com saúde e educação combinados. Esse modelo deixa uma margem mínima para investimentos e políticas discricionárias, comprimindo a capacidade do Estado de agir fora do que já está constitucionalmente determinado.

Deste modo criei um artigo onde mostro que, nas últimas três décadas, o orçamento federal brasileiro tornou‑se crescentemente voltado a gastos obrigatórios, com forte peso de previdência, assistência social e serviço da dívida, o que reduz o espaço para investimentos e políticas discricionárias.

Ao longo de 1995-2023, o gasto público cresceu em proporção do PIB, alinhando‑se à chamada Lei de Wagner, com aumento contínuo da participação do Estado na economia. A despesa federal se organizou em três grandes blocos: despesas obrigatórias(previdência, funcionalismo, benefícios sociais), despesas discricionárias(investimentos e custeio) e despesas financeiras(juros e amortização da dívida). Nas décadas mais recentes, prevaleceu a expansão dos gastos obrigatórios e financeiros, enquanto o espaço relativo de investimentos e custeio discricionário se estreitou.

Em termos funcionais, o orçamento passou a ser dominado por quatro grandes grupos: proteção social(previdência e assistência), saúde, educação e serviços públicos gerais(que incluem juros da dívida). O gasto social e previdenciário cresceu de forma estrutural, impulsionado pelo envelhecimento populacional e pela ampliação de programas de transferência de renda, como Bolsa Família e Auxílio Emergencial. Paralelamente, despesas com serviços públicos gerais, especialmente juros da dívida, consolidaram‑se como uma das maiores rubricas do orçamento federal.

 

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IA GENERATIVA: O FUTURO DOS EMPREGOS NA AGENDA C-LEVEL

IA Generativa: O Futuro dos Empregos na Agenda dO C-Level

De Co-Pilot a Transformação da Força de Trabalho para a era do Agente de IA (AI Agentic)

 IA GENERATIVA: O FUTURO DOS EMPREGOS NA AGENDA DO C-LEVEL

Baseado no artigo do InvestNews( https://investnews.com.br/the-wall-street-journal/ceos-admitem-ia-empregos/), que repercute a pesquisa global da PwC/The Wall Street Journal acerca da IA e empregos, os CEOs já admitem: a IA vai acabar com os empregos mais burocráticos.Nesta lista estão CEOs da Ford, do JPMorgan, Amazon, Anthropic. Alguns cargos, por exemplo como gerente de produto e engenheiro de software, já estão sendo concentrados em uma única posição.

Tendo este fato como uma tendência, fomos buscar na literatura gerencial quais seriam as melhores práticas para que esta mudança ocorra de forma gradativa e principalmente organizada levando-se em conta a produtividade. Assim chegamos ao livro HBR Guide to Generative AI for Managers, pois nele é proposta uma abordagem para a implementação da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) nas empresas - vista tanto como uma ferramenta de colaboração (Co-Pilot e Co-Thinker) que otimiza tarefas - quanto como um fator que leva à substituição gradual de determinadas funções, um reconhecimento crescente entre os líderes empresariais.

O artigo a seguir apresenta uma análise estratégica, direcionada ao C-Level, sobre a evolução do impacto da Inteligência Artificial no mercado de trabalho. A discussão é dividida em duas fases principais: a atual, dominada pela IA Generativa (GenAI), e a futura, definida pela ascensão da IA Agente (Agentic AI).

1.O Impacto Imediato da IA Generativa: O Fim dos Empregos Burocráticos

A primeira parte do documento estabelece que a IA Generativa já está remodelando a força de trabalho, atuando principalmente no modo "Co-Pilot".

  • Substituição de Tarefas: CEOs de grandes empresas já admitem que a IA levará à eliminação de empregos, especialmente aqueles de natureza burocrática, repetitiva ou que envolvem a análise de grandes volumes de dados. A IA como "Co-Pilot" automatiza tarefas como gerar relatórios, escrever e-mails, criar apresentações e analisar dados, aumentando a eficiência e reduzindo a necessidade de mão de obra para essas funções.
  • Reação Necessária (Reskilling e Upskilling): A consequência direta é a necessidade urgente de as empresas investirem em reskilling (requalificar funcionários para novas funções) e upskilling (aprimorar as habilidades dos funcionários para suas funções atuais, agora auxiliadas por IA). 
  • Colaboração Estratégica ("Co-Thinker"): Em contraponto à substituição, o documento também aponta o modo "Co-Thinker", onde a IA atua como uma parceira para a resolução de problemas complexos e pensamento estratégico, destacando que o futuro do trabalho é uma colaboração humano-IA.

2. A Transição para a IA Agente (Agentic AI): A Era da Automação de Processos

O documento avança a discussão para a próxima evolução da IA, que representa uma mudança fundamental na forma como o trabalho é executado.

  • De Assistente para Ator Autônomo: A IA Agente vai além de simplesmente auxiliar em tarefas; ela é projetada para agir, tomar decisões e executar processos inteiros de forma autônoma. Enquanto a GenAI muda tarefas, a IA Agente muda fluxos de trabalho completos.
  • Exemplo Prático: Um agente de IA não apenas redige um e-mail de marketing (tarefa), mas pode gerenciar todo o ciclo de relacionamento com um segmento de clientes (processo), decidindo quando se comunicar, o que ofertar e por qual canal, com mínima intervenção humana.

3. A Nova Agenda Estratégica do C-Level na Era Agente

A chegada da IA Agente eleva drasticamente as responsabilidades e o planejamento estratégico do C-Level. As ações necessárias tornam-se mais profundas e existenciais para o negócio:

  1. Redesenho Radical da Organização: Não se trata mais de eliminar cargos, mas de reimaginar a estrutura organizacional. É preciso criar modelos operacionais "agente-first", definindo como humanos e agentes colaborarão, quem supervisionará os agentes e como os processos serão redesenhados.
  2. Criação de Novos Papéis: A automação por agentes criará novas funções focadas na gestão, auditoria, treinamento e desenvolvimento desses agentes. Cargos como "Gestor de Frota de Agentes Digitais" e "Curador Ético de IA" surgirão.
  3. Valorização das Habilidades Humanas Únicas: Habilidades como raciocínio ético complexo, inteligência contextual (cultural, política), empatia e criatividade estratégica tornam-se o principal diferencial competitivo humano, pois não são replicáveis pelos agentes.
  4. Governança e Ética como Pilar Existencial: Se um agente autônomo toma uma decisão antiética ou errada (ex: discrimina clientes, realiza uma transação financeira de alto risco), a responsabilidade é direta da empresa e de seus líderes. Estabelecer estruturas de governança robustas, auditáveis e transparentes antes da implementação em larga escala é crucial para a sobrevivência do negócio.
  5. Investimento em Ecossistemas Híbridos: O investimento vai além da tecnologia e passa a incluir a infraestrutura humana necessária para gerenciar essa nova força de trabalho digital, incluindo treinamento avançado, novas estruturas de gestão e ferramentas de monitoramento.

Em resumo, o papel do C-Level evolui de um "adotador de ferramentas" de IA para um "arquiteto de um ecossistema híbrido", onde o sucesso não será medido apenas pela eficiência, mas pela capacidade de integrar agentes autônomos de forma estratégica, ética e segura, garantindo a sustentabilidade e a criação de valor no futuro.

 

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A Ponte para o Futuro: Por que a Governança de IA Começa com uma Sólida Governança de TI

A Ponte para o Futuro: Por que a Governança de IA Começa com uma Sólida Governança de TI ?Ponte para o Futuro

Tema Principal:  O documento argumenta que uma Governança de TI (GTI) sólida é o alicerce essencial e pré-requisito para uma Governança de IA (GIA) eficaz.

O Problema:  Muitas organizações estão investindo em IA sem ter uma base robusta de GTI, tratando a IA como algo separado da estrutura tecnológica existente, o que é um erro fundamental.

A Relação Fundamental:  GIA eficaz não substitui GTI; ela necessitade GTI e Governança de Dados. GTI e Governança de Dados são o "alicerce", e GIA é o "edifício inteligente" construído sobre eles.

O Papel da GTI:  GTI é o "sistema operacional" da estratégia tecnológica. Não é sobre burocracia, mas sobre garantir que investimentos em TI gerem valor, riscos sejam gerenciados, e decisões sejam alinhadas à estratégia do negócio.

O Papel da GIA: GIA governa os "carros autônomos" (sistemas de IA) que trafegam nas "estradas" construídas pela GTI. Ela expande o escopo da governança para incluir dimensões críticas como ética, justiça, transparência, explicabilidade, responsabilidade humana e robustez de modelos.

Como GTI e GIA se Conectam (A "Ponte Estratégica"):

  • Dados: IA depende de dados de qualidade. Governança de Dados (pilar) da GTI garante a qualidade, privacidade e segurança dos dados para IA.
  • Processo Decisório: Estruturas de decisão da GTI (comitês) são usadas para IA, mas requerem novas perguntas sobre impacto ético, explicabilidade e risco reputacional da IA.
  • Gestão de Riscos: GIA se apoia nos processos maduros de gestão de riscos da GTI (segurança, disponibilidade) e os estende para incluir riscos éticos, sociais e regulatórios da IA.
  • Infraestrutura: A infraestrutura robusta e segura definida pela GTI é a base necessária para a operação confiável dos sistemas de IA.
  • Medição de Valor: GIA complementa a medição de ROI da GTI, incluindo o "Retorno sobre a Confiança" e o impacto na reputação e sustentabilidade.

O Custo de Ignorar a Base (IA sem Governança):Tentar implementar GIA sem uma GTI sólida leva a:

Roteiro para o Futuro (Recomendações): 

  • Avaliar a maturidade da fundação de Governança de TI existente.
  • Construir a "ponte", integrando princípios de GIA (como ética) em comitês e processos de TI existentes.

Conclusão Final:  A Governança de IA é uma necessidade presente que depende de uma Governança de TI madura, estratégica e orientada a valor para um futuro tecnológico genuinamente sábio.

 

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Livros e artigos relevantes sobre Inteligência Artificial e assuntos relacionados

A seguir uma tabela onde estão livros
e artigos relevantes sobre  Inteligência
Artificial (IA) e assuntos relacionados,
incluindo fontes acadêmicas e de
aplicação prática. Os conteúdos foram
classificados de acordo com as
seguintes siglas:

Área Sub-Área Descritivo
ADM Administração
ADM EST Estratégia
ADM GRC Gestão de Riscos e Governança
ADM HUM Recursos Humanos
ADM ORG Organização
ADM QLP Workflow, Processos e Qualidade
ADM SUS Sustentabilidade
IA Inteligência Artificial
IA AGT Generativa Agêntica - Agentic Generative AI
IA APL Aplicações finais, como MKT, Vendas, Finança, etc
IA CVI Computer Vision
IA ETI Ética, Governança, Gestão de Riscos, Liderança e Estratégia
IA EXS Sistemas Especialistas - Expert Systems
IA FDM Fundamentos, Evolução, Conceitos Básicos e Gerais
IA GEN Generativa - Generative AI
IA KRR Representação do Conhecimento e Raciocínio - Knowledge Representation and Reasoning - KR&R
IA LLM Grande Modelo de Linguagem
IA MLR Machine Learning - Aprendizagem Profunda (Deep Learning)
IA NLP Natural Language Processing
IA PLG Planejamento e Agendamento - Planning and Scheduling
IA RBT Robótica
IA SRT Busca e Otimização - Search and Optimization
PSI Psicologia
PSI CGN Psicologia Cognitiva - Cognitive Psychology
PSI HTH Cinco partes: Humanos/Economia, Dinheiro, Saúde, Liberdade, Extensões e Objeções
Clique aqui para acessar a tabela

TI sem direção é desperdício: Governança é o leme!

TI sem direção é desperdício

 

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O processo de aquisição de conhecimento, de memorização e o efeito Dunning-Kruger

efeito Dunning-Kruger

Fonte: https://twitter.com/bibibailas/status/1259990677439434752/photo/1

Na medida em que se vive vamos aprendendo, mas as vezes temos uma sensação que voltamos para o mesmo ponto de partida, contudo quase sempre podemos afirmar que aprendemos algo.

Por exemplo, muitas vezes quando estamos caminhando para um determinado destino e nos damos conta que erramos o caminho, podemos continuar caminhando "as cegas", ou se for possível, retornamos para o ponto inicial e assim temos que procurar outro caminho alternativo se desejarmos continuar ir para o destino pré determinado.

Assim aprendemos que o caminho inicial que tomamos não era o correto. Neste caso estamos aprendendo pela tentativa e erro. Voltamos para o ponto de partida, mas já com outro nível de aprendizado e é como se a obtenção do conhecimento fosse obtida em forma de espiral.

Exemplificando:

Se estivéssemos escalando uma montanha poderíamos observar que demos uma volta inteira ascendente e agora estamos exatamente acima do ponto de partida, mas com outro nível de visão, pois nesta volta subimos um pouco mais.

Mas aí surgem algumas perguntas fundamentais - de que vale este aprendizado? Será que sempre aprendemos por tentativa e erro? Como iremos "conservar" este aprendizado? Como se dá o processo de memorização?

Se perguntarmos ao ChatGPT iremos obter a seguinte resposta:

A conservação do aprendizado e o processo de memorização envolvem complexos mecanismos neurológicos e psicológicos. Aqui estão algumas informações sobre como isso geralmente ocorre:

  • Codificação - O primeiro estágio envolvido na formação de memórias é a codificação, onde as informações são convertidas em um formato que o cérebro pode armazenar. Isso pode ocorrer por meio de diferentes tipos de codificação, como visual, acústica ou semântica, dependendo do tipo de informação.
  • Armazenamento: Após a codificação, as informações são armazenadas em diferentes áreas do cérebro. A memória de curto prazo é geralmente mantida no hipocampo, enquanto a memória de longo prazo é distribuída em várias regiões do cérebro.
  • Consolidação: O processo de consolidação é crucial para a transferência de informações da memória de curto prazo para a memória de longo prazo. Durante esse processo, as conexões sinápticas entre os neurônios são fortalecidas.
  • Recuperação:  A recuperação é o processo de acessar e trazer de volta as informações armazenadas quando necessário. Isso envolve a ativação de padrões específicos de atividade neural que foram formados durante a codificação e a consolidação.

Agora, em termos de estratégias para melhorar a conservação do aprendizado, aqui estão algumas dicas:

  • Repetição espaçada:Distribuir o estudo ao longo do tempo é mais eficaz do que estudar a mesma informação de uma vez.Isso ajuda na consolidação da memória.
  • Associação e relevância:Relacionar novas informações a conhecimentos prévios pode facilitar a codificação e a consolidação.
  • Uso de múltiplos sentidos:Engajar vários sentidos durante o aprendizado, como ouvir, ver e fazer, pode melhorar a retenção de informações.
  • Ensino para outros:Explicar conceitos a outras pessoas pode ajudar a consolidar o conhecimento.
  • Prática ativa:Participar ativamente do aprendizado, como resolver problemas, é mais eficaz do que apenas passivamente absorver informações.

Ainda sobre o processo de memorização e aprendizado vale a pena ler o excelente artigo Comprendendo o processo de aprender do Dr. Luiz Prigenzi (Médico, educador e pesquisador na área das ciências neurocognitivas). Neste artigo o autor afirma que o processo de memorização consiste em encontrar na memória a representação procurada para computar respostas adequadas às interações recorrentes do meio.

No artigo ele afirma que o cérebro é um sistema dinâmico que começa a dirigir perguntas ao exterior desde o nascimento e seu desenvolvimento está vinculado ao desenvolvimento das capacidades cognitivas. Processos de aprendizagem modelam o cérebro, dissolvendo conexões pouco utilizadas ou fortalecendo as ativas e de uso frequente. A multiplicação dos estímulos exteriores determina a complexidade das ligações entre as células nervosas e como elas se comunicarão entre si.

Ainda no artigo mencionado acima ele afirma que as emoções podem contribuir de modo expressivo para o processo de aprendizagem, uma vez que o significado que atribuímos a um evento depende principalmente delas. Quando uma pessoa é atingida por uma emoção, o cérebro pode encontrar a marca emocional da memória correspondente, ajudando-a a recordar e a recuperar a informação. A emoção pode ser um fator positivo ou negativo, mas, quando ela interfere no processo cognitivo, prejudica o aprendizado, uma vez que a atenção é desviada dos aspectos relevantes da tarefa.

É importante ressaltar que cada pessoa pode ter preferências e estratégias de aprendizado diferentes, e experimentar várias abordagens pode ajudar a encontrar o que funciona melhor para você. Além disso, manter uma boa saúde geral, incluindo sono adequado, alimentação balanceada e exercícios físicos, também pode ter um impacto positivo na memória e no aprendizado.

Neste sentido é importante lembrar que uma das formas de avaliar a nossa inteligência é saber aferir a nossa capacidade de transformar informação subjetiva e desagregada em algo objetivo e pontual para a resolução de problemas das mais variadas ordens e procedências. Nossa capacidade de transformar a informação em conhecimento.

Desta forma basta analisarmos nossos processos de aprendizado para percebermos que frequentemente não "checamos" se aprendemos efetivamente algo, pois na maioria das vezes não temos oportunidade de pôr em prática o que estudamos ou que "pensamos e julgamos" que aprendemos algo em nosso dia-a-dia. Seja porque na realidade não houve condições específicas para fazê-lo ou, se for o caso de já ter ocorrido a oportunidade, não obtivemos o "feedback" (retorno) específico para nos nortear sobre o nosso nível de conhecimento sobre o assunto.

Vale ressaltar a importância do "feedback" , pois de acordo com o livro "A arte de dar Feedback da Haward Business Review" um dos seus principais benefícios é aumentar a autoconsciência dos funcionários e estimular transformações positivas em toda a organização.

Além disso, o feedback é uma oportunidade para compartilhar observações sobre o desempenho profissional e evocar uma mudança produtiva. O feedback constante também pode ser dado para cima, para baixo, ou horizontalmente na hierarquia organizacional. Já o feedback formal, que acontece em um momento específico, pode incluir recompensas por mérito, bonificações e promoções. O feedback formal também oferece uma oportunidade de planejamento futuro para colaborar em novos objetivos para o próximo período de avaliação.

Levando-se em consideração que a maioria de nós sabe menos do que efetivamente julga saber, então por que será que sempre damos mais palpites sobre o que não sabemos do que sobre o que efetivamente sabemos?

Sobre isso é interessante observar o que é chamado de efeito "Dunning-Kruger": quanto menos uma pessoa sabe, mais ela acha que sabe "ou, por outro lado "quanto mais uma pessoa sabe, mais ela acha que não sabe", embora a experiência e a vivência no dia-a-dia nos mostre que quanto mais aprendemos sobre a vida mais percebemos que nada sabemos e o quanto ignorante somos.

Segundo os pesquisadores, esse preconceito surge porque a mente de uma pessoa ignorante não é uma lousa em branco, mas sim uma coleção de ideias e conhecimentos adquiridos ao longo da vida.

Nossos cérebros são máquinas incríveis que podem reconhecer padrões, formar hipóteses, inventar histórias e conectar informações. Isso significa que você não está sempre 100% pronto para lidar com um dado problema ou pensar sobre ele.

Mesmo que você nunca tenha estudado formalmente um tópico, isso não significa que não possa pensar sobre ele de forma racional.

É aqui que ocorre esse erro mental. Mesmo que não tenha conhecimento, você se sente capaz de falar sobre as coisas simplesmente porque tem coragem para fazê-lo.

Veja que o contrário pode também acontecer, ou seja, muitas pessoas (principalmente os tímidos ou retraídos) não falam porque simplesmente subestimam o próprio conhecimento.

(para saber mais sobre o efeito Dunning-Kruger clique nos links a seguir: https://bit.ly/47vXgRL  

https://jornal.usp.br/radio-usp/o-que-e-o-efeito-dunning-kruger/

Devemos também levar em conta que nestes tempos em que vivemos as redes sociais e a internet podem fornecer informações falsas. Isso às vezes pode ser chamado de "efeito Dunning-Kruger" em certos contextos.

As razões para esse sentimento incluem:

  • Excesso de confiança:  As redes sociais muitas vezes incentivam as pessoas a partilharem as suas opiniões e conhecimentos, o que pode levar ao excesso de confiança. As pessoas podem se sentir especialistas em um determinado assunto simplesmente porque as informações na Internet são facilmente acessíveis.
  • Viés de confirmação: As plataformas de mídias sociais geralmente fornecem informações e conteúdos consistentes com as opiniões e crenças existentes de um indivíduo, reforçando assim essas opiniões. Isto pode levar a uma percepção distorcida do conhecimento, uma vez que uma pessoa pode não estar suficientemente exposta a diferentes perspectivas.
  • Informações superficiais: O formato rápido e conciso das postagens nas redes sociais geralmente resulta na apresentação superficial das informações. Às vezes, as pessoas obtêm uma compreensão superficial de um tópico sem compreender verdadeiramente a complexidade subjacente.
  • Desinformação e notícias falsas: A rápida disseminação de informações online, muitas vezes sem controlos adequados, pode levar à propagação de desinformação e notícias falsas. As pessoas podem acreditar em informações falsas, o que pode levar a conhecimentos falsos.

É importante que as pessoas estejam conscientes destes desafios e utilizem o julgamento crítico ao consumir informação online. Encontrar fontes confiáveis, verificar fatos e interagir com diversas perspectivas são hábitos importantes para evitar as armadilhas das mídias sociais e da desinformação na Internet.

Finalmente devemos perceber que: "Se a nossa casa já está tão cheia de coisas, muitas das quais nunca utilizamos", não sobra espaço para adquirir mais nada, principalmente para novas ideias ou outras formas de encarar a vida.  Em muitos aspectos é melhor voltar ao ponto de partida e recomeçar do que continuar trilhando caminhos que não levam a lugar nenhum.   

A dica é procurarmos nos manter receptivos à novas ideias, mas confrontá-las com a nossa realidade e averiguá-las, checando se realmente são úteis e viáveis.

 

 

 

 

6 segredos para contar sua história de uma maneira que lhe dê um emprego

 Vagas de emprego

6 segredos para contar sua história de uma maneira que lhe dê um emprego

Contar histórias é essencial - quer você esteja tentando conseguir uma promoção, um novo emprego ou simplesmente fazer uma conexão duradoura.

Todo mundo adora uma história. Anedotas pessoais aproximam as pessoas e fortalecem os laços com seus ouvintes. Esteja você em uma reunião de equipe, fazendo uma apresentação para um cliente ou entrevistando para um emprego, contar uma história sobre você pode criar esse vínculo mágico com seu público.

Mas as histórias podem sair dos trilhos com muita facilidade, e você pode acabar entediando (ou até mesmo insultando) uma nova conexão. Para obter o máximo impacto, lembre-se desses seis segredos de uma boa narrativa.

1. SEJA BREVE

 

Quantas vezes ouvimos um colega contar uma história que continua, e continua, com o interlocutor alheio ao fato de que eles estão divagando? A ciência nos diz que falar sobre nós mesmos libera dopamina, o hormônio do prazer. Mas isso pode ser uma droga perigosa.

Suponha que você esteja em uma entrevista de emprego e o recrutador diga: "Conte-me sobre um problema que você resolveu". Você fica animado e continua sobre cada faceta do problema que resolveu. Cinco minutos depois você ainda está falando - mas agora você perdeu sua audiência (e emprego).

Portanto, mantenha sua narrativa curta. Não transforme um conto em uma longa e sinuosa estrada verbal. 

 

 

2. ENVOLVA AS EMOÇÕES DO OUVINTE

 

O mestre contador de histórias David Sedaris enfatiza que o personagem principal de uma boa história é alguém com quem o público pode se relacionar. As melhores histórias envolvem os ouvintes emocionalmente no conto.

Suponha que você esteja liderando uma reunião e esteja alguns minutos atrasado. Você entra sem fôlego. Você poderia iniciar o primeiro item da agenda, mas em vez disso você se desculpa e conta uma história sobre como você estava passeando com seu buldogue francês e alguém tentou pegar aquele cachorrinho em um parque sem coleira. Você rapidamente pegou seu cachorro e, após uma breve luta, foi embora com ele em seus braços. Uau, você ainda está se recuperando do incidente.

Você tem um público cativo - eles estão com você o tempo todo. E agora você se move para o seu negócio com um público que ama você.

3. FAÇA UM PONTO

 

Cada história deve acrescentar algo e marcar um ponto. Caso contrário, não vai a lugar nenhum e o ouvinte se pergunta por que você está compartilhando o episódio. E o melhor ponto a fazer é aquele que é inspirador e edificante.

Suponha que seu colega entre em seu escritório e esteja com o coração partido porque perdeu um emprego. Uma boa resposta (juntamente com uma expressão de simpatia) pode ser contar a ela sobre uma vez em que você perdeu um novo emprego, apenas para descobrir que o próximo ao qual você se candidatou foi ainda melhor.

Contar histórias que inspiram com um ponto claro e edificante é uma grande habilidade. Se sua equipe perdeu uma grande venda, conte a eles quando você perdeu sua primeira grande venda e o que aprendeu com isso. Ou, se você estiver prestando homenagem a um funcionário que está deixando a empresa, conte uma história sobre como você estava inspirado quando o conheceu e construa seus comentários a partir daí.

 

4. DEIXE FLUIR

 

Uma boa história tem um fluxo narrativo. A maneira mais simples de pensar sobre o fluxo é construir sua história cronologicamente: com passado, presente e futuro.

Se você estiver em uma entrevista de emprego para um cargo de RH e for perguntado por que deseja o emprego, poderá desenvolver este fluxo:

  • Passado: "Sempre amei as pessoas e é por isso que sou apaixonado por esse trabalho de RH. Eu era extrovertido e extrovertido mesmo quando jovem."
  • Presente: "Nos meus dois últimos cargos de RH, desenvolvi programas que fazem os funcionários se sentirem seguros e engajados. Um programa do qual estou particularmente orgulhoso é a nossa oferta de Saúde Mental."
  • Futuro: "Este emprego é o emprego dos meus sonhos e, como profissional de RH, sei que seria uma ótima opção para essa função."           

Esse padrão sequencial ou cronológico é ótimo para escolher, mas você também pode construir sua história em torno de etapas de um processo, problema/solução ou situação/resposta.

5. DIGA BEM

 

Contar histórias é uma habilidade e o sucesso vem tanto do que você diz quanto de como você diz. Então, como você deve contar sua história?

Fale com entusiasmo, mas não exagere em suas emoções. Você quer que seu público se emocione, ria ou se empolgue. Se você fizer todas essas coisas, eles não vão.

Não apresse sua entrega. Em vez disso, pare com frequência para dar tempo ao seu público para processar o que você está dizendo e reagir a isso. Falar devagar também cria uma aura de suspense.

Por fim, seja genuíno e mostre que está entregando algo significativo para você. O público responderá na mesma moeda.

6. TERMINE COM AÇÃO

 

Toda história que você conta sobre si mesmo deve terminar com algum tipo de ação ou resolução. Se você está orientando alguém e está compartilhando uma história sobre o que aprendeu com seu primeiro chefe, termine com uma ação otimista e significativa.

Suponha que você tenha aprendido com seu primeiro chefe como demonstrar confiança ao falar com aqueles que estão no poder. Você pode concluir: "Então, o que eu aprendi, e o que eu gostaria de ver você fazer, é liderar, não importa qual seja sua posição na empresa".

O fim é a ação que incorpora a moral da história - a lição aprendida.

Autor: JUDITH HUMPHREY

Fonte: https://www.fastcompany.com/90767529/6-secrets-to-telling-your-story-in-a-way-that-lands-you-a-job?cx_testId=3&cx_testVariant=cx_1&cx_artPos=2&cx_experienceId=EXORRH9XL496#cxrecs_s

Programa Comunicação 360

Programa Comunicação 360

Como entender o outro e fazer-me entender?

A comunicação de modo geral e nas organizações especificamente é um dos fatores que mais impacta, positivamente ou negativamente, no relacionamento interpessoal, na performance e nos resultados finais. Assim, as empresas têm gradativamente se preocupado cada vez mais em fazer a gestão da comunicação de maneira mais efetiva.

Sendo este o principal motivador para a criação deste Programa Comunicação 360o, cujo foco é buscar uma comunicação assertiva que visa apoiar, capacitando pessoas seja de forma individual ou em grupos de colaboradores, para desenvolverem esta competência e suas habilidades tanto orais como escritas.

Desvios de conduta no ambiente de trabalho e práticas abusivas, muitas vezes, são resultado de ineficiência na troca de ideias entre os profissionais e repercutem negativamente na imagem da empresa. Para contornar isso, especialistas como o psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg passaram a estudar alternativas, como a comunicação não violenta nas organizações que é uma estratégia para redução de conflitos e aumento da empatia no ambiente de trabalho, percebida hoje como essencial para a transformação das organizações.

De acordo com o seu criador, a técnica visa utilizar a comunicação para criar relações melhores entre indivíduos. Por isso, ela é essencial para a gestão de pessoas nos ambientes de trabalho. Neles, ela ajuda a identificar e solucionar conflitos, determinar quando alguém invade o espaço do outro e a vocalizar melhor as necessidades de cada um.

O primeiro passo para a construção de uma comunicação não violenta é ouvir com atenção aquilo que os indivíduos ao redor dizem e se colocar no lugar deles.

É comum encontrarmos falhas na comunicação justamente por não sabermos ouvir e não termos empatia, seja dentro de uma organização ou na vida de qualquer indivíduo, contudo sabemos que isso provoca uma série de problemas e conflitos nos relacionamentos. 

Daí incluirmos neste programa um Curso específico voltado para a Gestão de conflitos e negociação, justamente porque as habilidades neste sentido são primordiais, seja na área comercial, seja em qualquer outra atividade humana. Afinal estamos sendo sempre postos em xeque e negociando.

 

Como organizar o meu dia-a-dia dando prioridades e distribuindo meu tempo no que é realmente importante?

 

O único recurso que temos em comum é o tempo e não há como discordar. Compromissos relacionadas ao trabalho, relacionamentos, educação, família e saúde competem entre si. Ainda que todos tenhamos rigorosamente 1.440 minutos todos os dias existe, sim, uma restrição de tempo para dar conta de tudo - até porque nossas atividades não envolvem apenas a vida profissional. 

Tendo em vista a crescente demanda pelo aumento da produtividade pessoal incluímos neste programa o Curso Gestão Eficaz do Tempo onde o participante será incentivado a pensar sua rotina diária e readequar conforme as técnicas de eliminação de desperdiçadores de tempo. Ganhando, dessa forma, horas úteis para cumprimento de suas atribuições, entregas no prazo e alívio do stress.

 

Como conciliar o aprendizado contínuo com a comunicação e assim potencializar meus conhecimentos e performance?

 

A tomada de consciência de nossos pontos fortes e fracos nos leva ao questionamento e estimula a nossa capacidade de tomada de decisão: como podemos potencializar nossos talentos e, assim, ter mais sucesso em nossa carreira?

São as situações que nos desafiam que fazem crescer o grau de complexidade de nossas experiências.

Por meio do "lifelong learning"(aprendizagem contínua ou educação continuada) nossa capacidade de tomada de decisão se fortalece, uma vez que o conhecimento abre nossas possibilidades de reflexão e pontos de vista até então não considerados, gerando mais valor à nossa jornada enquanto indivíduos e profissionais.

Uma das propostas do "lifelong learning" é transformar a ideia de que o aprendizado não termina quando o estudante sai da sala de aula ou recebe um diploma. Se bem entendido, o termo refere-se ao aprendizado de toda vida, caminho que vai na direção oposta da mentalidade pré-globalização, quando profissionais se formavam e já estavam aptos para trabalhar nas suas áreas durante toda a vida.

Entre os benefícios apontados por pesquisas, como a "Lifelong learning; why do we need it?", da Universidade de Teerã, estão maiores salários para os profissionais que se mantêm atualizados e maior capacidade de adaptação. 

Além do aspecto salarial, o "lifelong learning" também garante mais oportunidades de emprego, já que novas carreiras e habilidades são requeridas a todo tempo.

Para garantir a absorção de aprendizado, uma das dicas é aplicar a teoria à prática. Na famosa pirâmide (veja figura a seguir) de William Glasser, que mostra como aprendemos, as atividades práticas e o ato de ensinar um tema aos outros é a principal forma de absorver um novo conhecimento.

Taxas de Retenção de Conhecimento

Essa dinâmica é aplicada no processo de educação executiva e pode ser potencializada pelo ciclo do conhecimento associado à Comunicação 360

Como podemos ver na figura a seguir:

 Ciclo Aprendizado Contínuo

 

 

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Programa Comunicação 360o