Arquivos mensais: março 2026

7. Pratique sorrir - pode aliviar a dor

Saude7

Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a  6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico

 

Estar sorrindo de maneira sincera em si pode nos fazer sentir melhor, mas é mais eficaz quando - associado a  pensamentos positivos, de acordo com  este estudo a seguir:

"Um novo estudo conduzido por um estudioso de negócios da Michigan State University sugere trabalhadores de atendimento ao cliente que sorrisos falsos ou forçados  ao longo do dia pioram seu humor e promovem mais faltas ao trabalho, afetando assim  a produtividade. Mas os trabalhadores que sorriem como resultado de cultivarem  pensamentos positivos - como férias em lugares especiais - melhoraram seu humor e faltaram  menos ao trabalho.

É claro que é importante  praticar "sorrisos reais" , onde você usa seu órbitas. É muito fácil de detectar a diferença, veja:

Sorrisos

 

De acordo com  PsyBlog , estar  sorrindo pode melhorar a nossa atenção e nos ajudar a ter um melhor desempenho em tarefas cognitivas:

"Sorrindo nos faz sentir bem, o que também aumenta a nossa flexibilidade de atenção e nossa capacidade de pensar de forma holística. Quando esta ideia foi testada por Johnson et al.(2010), os resultados mostraram que os participantes que sorriam tinham um melhor desempenho em tarefas de atenção que exigiam ver toda a floresta e não apenas as árvores."

Um sorriso também é uma boa maneira de aliviar um pouco a dor que sentimos em circunstâncias preocupantes:

"Sorrir é uma forma de reduzir o sofrimento causado por uma situação preocupante. Os psicólogos chamam isso de hipótese do feedback facial. Mesmo forçando um sorriso quando não sinto que é suficiente para levantar o nosso humor ligeiramente (este é um exemplo de cognição incorporada)."

Um dos nossos próximos posts irá mais detalhes sobre  a ciência de sorrir .

No próximo post iremos abordar o tema "8. Planeje uma viagem - não apenas as férias"

 

Autora:     Belle Beth Cooper

Fonte:     http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

 

 

Uso dos pronomes revela a sua personalidade

Pronomes

"Se precisar de alguém para uma posição de tomar decisões pela empresa, uma pessoa que diz 'está calor' deve ser melhor do que quem fala 'eu acho que está calor'." James Pennebaker

A DESCOBERTA:   A forma como você usa palavras funcionais - os   pronomes , artigos, preposições, conjunções e verbos auxiliares, que formam o tecido conjuntivo da linguagem - proporciona insights sobre sua honestidade, estabilidade e autopercepção.

O ESTUDO:   Nos anos 1990, James Pennebaker participou do desenvolvimento de um programa de computador que contava e categorizava palavras em textos, diferenciando termos de conteúdo - que transmitem significado - de palavras funcionais. Após analisar 400 mil textos - incluindo ensaios de estudantes universitários, mensagens instantâneas entre namorados, discussões em chats e transcrições de coletivas de imprensa -, ele concluiu que palavras funcionais são chaves importantes para o estado psicológico das pessoas, e revelam muito mais do que os termos de conteúdo.

O DESAFIO:   Será que palavras aparentemente insignificantes realmente podem ser uma janela para a alma? A seguir, o professor Pennebaker defende o seu estudo.

Quando nós começamos a analisar a forma como as pessoas falam e escrevem, não esperávamos resultados como esses. Por exemplo, quando comparamos poemas de escritores que cometeram suicídio com poemas daqueles que não se mataram, pensávamos que encontraríamos mais termos de conteúdo negativo e sombrio na poesia dos suicidas. Mas não encontramos.
Em vez disso, descobrimos diferenças significativas na frequência de pronomes como "eu". Estudo após estudo, continuamos encontrando o mesmo tipo de coisa. Quando analisamos transcrições militares, fomos capazes de dizer a patente do autor com base em padrões do texto - e, mais uma vez, foram os pronomes, artigos, conjunções e outros termos meramente funcionais que fizeram a diferença, não as palavras com conteúdo.

Por que as palavras funcionais são tão importantes?
Em inglês, há cerca de 500 termos funcionais, e 150 deles são bem comuns. Palavras de conteúdo - substantivos, verbos, adjetivos e a maioria dos advérbios - transmitem o teor da comunicação. Elas respondem pela forma como nós expressamos as nossas ideias. Já as palavras funcionais ajudam a moldar e criar atalhos para a linguagem. Portanto as pessoas precisam de habilidades sociais para usar e entender palavras funcionais, que são processadas na nossa mente de forma diferente. Elas são a chave para compreender os relacionamentos que existem entre interlocutores. Quando analisamos o uso que as pessoas fazem desses termos, obtemos uma
percepção do estado emocional dessas pessoas e da sua personalidade, além da sua idade e classe social.

Uma frase simples, com força no pronome: "eu não acho que eu acredite nisso"
Com uma afirmação dessas, você revela algo sobre você mesmo. Por que dizer "eu não acho que eu acredite nisso" em vez de "eu não acredito nisso" ou até "isso é ridículo"? Os pronomes nos mostram onde as pessoas colocam o foco da atenção delas. Se alguém usa o pronome "eu", é um sinal de foco em si mesmo. Digamos que alguém pergunte "como está o tempo lá fora?". Você poderia responder "está calor" ou "eu acho que está calor". O "eu acho" pode
parecer insignificante, mas vem cheio de significado. Mostra que você está mais focado em você mesmo. Pessoas deprimidas usam o pronome "eu" com muito mais frequência do que pessoas emocionalmente estáveis. Pessoas em posição inferior na hierarquia também usam "eu" muito mais frequentemente.

É possível dizer que alguém está mentindo pelo uso de palavras funcionais?
Sim. Ao mentir, a pessoa tende a usar mais o pronome "nós" ou frases em que não use a primeira pessoa do singular. Em vez de dizer "eu não peguei os seus livros", o mentiroso tende a dizer "isso não é o tipo de coisa que alguém íntegro faria". Quando mentem, as pessoas também usam palavras de exclusão, como "sem" ou "mas", e negações, como "não", "ninguém" e "nunca". Analisamos transcrições de testemunhos em tribunais, e as diferenças nos padrões de fala ficam realmente claras.

As palavras funcionais são importantes, mas não tão significativas para a criação da arquitetura geral
Você pode até pensar em palavras funcionais como se fossem unhas. Parece normal não prestar muita atenção a elas. Se você digitar uma frase no Google, os algoritmos não costumam levar palavras funcionais em consideração, porque estão interessados mesmo é no conteúdo. Mas essas palavras comunicam sutilezas importantes - "um anel" em vez de "aquele anel". Em línguas estrangeiras, palavras funcionais muitas vezes transmitem o status de uma pessoa em relação a outra.

Em uma entrevista de emprego, o que o uso dessas palavras pode dizer sobre o candidato?
É quase impossível perceber as diferenças naturalmente - daí o estudo utilizar transcrições e análise de computador. Pense numa pessoa deprimida. "Eu" tende a responder por 6,5% das palavras que ela usa, contra 4% para alguém
sem depressão. Há uma enorme diferença do ponto de vista estatístico, mas nossos ouvidos não conseguem notar. Porém, hipoteticamente, se eu estivesse numa entrevista de emprego, prestaria atenção em como o candidato se refere aos colegas do seu último trabalho. Ele se refere aos colegas como "nós" ou "eles"? Isso pode lhe dar uma boa noção do tipo de relacionamento que ele tinha com o grupo. E se você precisar de alguém para uma posição de tomar decisões pela empresa, uma pessoa que diz "está calor" deve ser um candidato melhor do que aquela que fala "eu acho que está calor".

Como as pessoas reagem à análise de como falam?
Fiz isso usando minha própria fala, e fiquei realmente surpreso. Usei o software em tudo o que escrevi - até em e-mails. Também desenvolvi um gravador que as pessoas pudessem usar para isso. Eu o deixava ligado por 30 segundos em intervalos de 12 minutos, para capturar frações das falas do dia a dia. Experimentei em mim mesmo. Quando analisei minha fala, chamou-me a atenção como eu falava de forma diferente ao me dirigir a meu filho, que tinha 12 anos na época. Com a minha filha e a minha esposa, minha linguagem era muito mais informal e pessoal. Com meu filho, era muito mais cool e afetada. Percebi que eu me retraía na frente dele - eu não estava psicologicamente presente. Isso aconteceu justamente durante um período de certa tensão no nosso relacionamento. Ele era um adolescente típico e estava se desapegando um pouco além da conta, e eu respondia sendo cool e afetado, da forma estúpida como os machos fazem quando estamos incomodados com alguma coisa. Quando eu percebi isso, tentei me tornar mais humano, emotivo e honesto com ele.

Há diferenças de gênero quando usamos palavras funcionais?
A maioria das pessoas acha que os homens usam mais o "eu", porque são mais narcisistas e convencidos. Mas, ao longo dos estudos e das culturas, descobrimos que as mulheres usam mais o "eu", o "mim" e o "meu". As mulheres têm uma atenção maior sobre si e uma percepção melhor de seu estado interno. Os homens usam mais artigos: "o", "a", "um"… Isso significa que homens falam mais sobre objetos e coisas. Você usa artigos quando está se referindo a objetos concretos, porque os artigos precedem substantivos concretos. As mulheres usam mais pronomes na terceira pessoa - "ele", "ela", "eles" - porque falam mais sobre gente e relacionamentos, e são melhores em lidar com isso. E, de várias maneiras, relacionamentos são mais complexos.

James W. Pennebaker é pesquisador e chefe do departamento de Psicologia
da Universidade do Texas. É autor de  The Secret Life of Pronouns - What Our Words Say About Us .

Artigo da Harvard Business Review
Tradução - Alexandre Carvalho dos Santos

fonte: http://www.labssj.com.br/posts/uso-dos-pronomes-revela-a-sua-personalidade?goback=%2Egde_3893997_member_272689921#%21

6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão 5. Vá para fora - a felicidade é maximizada ao ar livre, agora vamos abordar o tema altruísmo.

Uma das peças mais intuitivas de conselho que eu encontrei é que, para sentir-se sentir mais feliz, você deve ajudar os outros. Na verdade, 100 horas por ano (ou duas horas por semana) é o tempo ideal que devemos dedicar a ajudar os outros, a fim de enriquecer as nossas vidas.

 

Se voltarmos para  o livro de Shawn Acor novamente, ele diz o seguinte sobre ajudar os outros:

... Quando os pesquisadores entrevistaram mais de 150 pessoas sobre suas compras recentes, eles descobriram que o dinheiro gasto em atividades tais como concertos e jantares de grupo humanitários ou afins traziam em longo prazo muito mais prazer do que as compras de materiais, como sapatos, televisores, ou relógios caros. Gastar dinheiro em outras pessoas, chamados "gastos pró-social", também aumentam a felicidade.

The Journal of Happiness Studies  publicou um estudo que explorou este tema:

Os participantes se lembram de uma compra anterior feita para si ou outra pessoa e, em seguida, relataram a sua felicidade. 

Então, gastar dinheiro com outras pessoas nos faz mais felizes do que comprar coisas para nós mesmos, por mais paradoxal que seja. Que tal passar o nosso tempo com outras pessoas? Um  estudo de um voluntariado na Alemanha explorou como voluntários foram afetados quando as oportunidades para ajudar os outros foram lhes tiradas:

 

Logo após a queda do Muro de Berlim, mas antes da reunificação do povo alemão, a primeira onda de dados destas iniciativas foram coletadas na Alemanha Oriental. Nesta época o voluntariado ainda era generalizado. Devido ao choque da reunificação, uma grande parte da infra-estrutura de voluntariado (por exemplo, clubes desportivos associados com empresas) entraram em colapso e as pessoas perderam aleatoriamente as suas oportunidades de voluntariado. Com base em uma comparação da mudança no bem-estar subjetivo dessas pessoas e das pessoas do grupo de controle que não tiveram alteração do seu estatuto de voluntariado, a hipótese suportada  é que o voluntariado é gratificante em termos de maior satisfação com a vida.

Em seu livro, Flourish: Um nova compreensão visionária da felicidade e bem-estar, o professor da Universidade da Pensilvânia Martin Seligman (veja o nosso post relacionado -> Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizas e produtivos) explica(e prova) que ajudar os outros pode melhorar as nossas vidas:

 

... Nós os cientistas descobrimos que fazer uma bondade produz o único aumento momentâneo mais confiável do bem-estar de qualquer exercício que nós testamos.

No próximo post iremos abordar o tema " 7. Pratique sorrir - pode aliviar a dor."

Autora:     Belle Beth Cooper

Fonte:     http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

5. Vá para fora - a felicidade é maximizada ao ar livre

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão  4. Passe mais tempo com amigos e familiares e seja mais feliz

 

Em  A vantagem Felicidade , Shawn Acor recomenda passar o tempo ao ar livre para melhorar a sua felicidade:

"Fazendo que nos levem  ir para fora em um dia bom também oferece uma vantagem enorme, pois um estudo descobriu que passar 20 minutos fora quando tempo está bom, não só clima  cria um ambiente positivo, mas também  ampliou a forma de pensar e melhorou a memória de trabalho ..."

Isso é muito boa notícia para aqueles de nós que estão preocupados com novos hábitos se encaixem em nossos horários já ocupados. Vinte minutos é um tempo curto o suficiente para passar do lado de fora que você poderia encaixar em seu trajeto ou até mesmo a sua pausa para o almoço.

Em um estudo britânico da  Universidade de Sussex também descobriram que estar ao ar livre torna as pessoas mais felizes:

"Estar ao ar livre, perto do mar, em um ambiente aconchegante, tarde ensolarada de fim de semana é o local perfeito para a maioria. Na verdade, os participantes se mostraram substancialmente mais felizes ao ar livre em todos os ambientes naturais do que em ambientes urbanos."

American Meteorological Society publicou uma pesquisa em 2011 na qual revelou que a temperatura tem um efeito maior sobre a nossa felicidade do que variáveis ​​como velocidade do vento e umidade, ou mesmo a temperatura média ao longo de um dia. Ele também descobriu que a felicidade é maximizada em 13,9 ° C, de modo a nos  manter um olho sobre a previsão do tempo antes de sair para os seus 20 minutos de ar fresco.

 

No próximo post iremos abordar o tema " 6. Ajudar os outros - 100 horas por ano é o número mágico."

 

Autora:    Belle Beth Cooper

Fonte:    http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

 

Como obter sucesso em Apresentações de Vendas – Decima parte

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Dando continuidade ao nosso post anterior - Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Nona parte - vamos nos focar agora sobre as possíveis ações para dar andamento ao processo de vendas.

Toda apresentação de vendas sempre deve dirigir a ação para o fechamento da venda, que também deve ser o resultado positivo de uma negociação. Logo, se o cliente concorda com os benefícios que irá receber ao adquirir  o que está sendo oferecido isto irá implicar em um conjunto de ações para que haja uma entrega. Portanto temos um Plano de Ação, não importa se o mesmo é de grande magnitude ou se é algo muito simples, sempre deverá haver um processo de "entrega" para o cliente.

Neste caso, em uma análise inicial poderemos adotar o conceito chamado 5W2H:

What   - O que será feito (etapas)
Why   - Por que será feito (justificativa)
Where   - Onde será feito (local)
When   - Quando será feito (tempo)
Who   - Por quem será feito (responsabilidade)
How   - Como será feito (método)
How much   - Quanto custará fazer (custo)


A ferramenta 5W2H é uma das mais fáceis de ser implementada e pode trazer grande benefício logo de início para clarificar um Plano de Ação proposto logo imediatamente ao final da Apresentação de Vendas.

Como somente se justifica um esforço maior em apresentações de vendas quando a magnitude do que se está propondo seja relativamente grande e que também seja feita de forma personalizada ou customizada, entendemos que o melhor exemplo seria a venda de um projeto.Todo projeto utilizará recursos produtivos (custos) e obterá satisfação no futuro (benefícios).

 

Assim, é necessário saber em que nível estratégico no cliente o âmbito do projeto está situado. Veja na figura a seguir um pequeno questionário para poder avaliar a amplitude:

Estratégia do Projeto

 

 

Acreditamos que nesta fase da venda boa parte de todas as perguntas acima já devam ter resposta, pois caso contrário é bem provável que ainda não houve venda ou não haverá uma venda em que todos os aspectos da oferta foram abordados.

Toda venda, assim como todo projeto sempre está baseada em um Escopo, cuja entrega demanda recursos, também chamado de aquisições do projeto e tempo para a execução. Portanto devemos estabelecer um plano do projeto que a venda implica na execução, sendo que a proposta comercial deve ser avaliada juntamente com uma proposta técnica onde devem constar todos os detalhes dos "entregáveis" em forma de produto final do projeto.

No contexto que estamos tratando, o "escopo" expressa a "extensão" ou "amplitude" do projeto (em termos do que se pretende realizar, abarcar ou abranger), estabelece o seu "raio de ação" ou "cobertura", definindo, portanto, seus "limites". O "escopo" é, em síntese, a alma do projeto, porque expressa sua essência e identidade, portanto vai determinar todos os seus requisitos.

Para saber mais sobre especificação de requisitos acesse:

Curso Engenharia de Requisitos

Entendemos que nem todos os detalhes do projeto devam estar definidos nesta fase, mas aspectos fundamentais como seu escopo, suas aquisições (e seus respectivos custos) e o tempo para o seu termino, bem como a data para a entrega final.

A proposta técnica já deve contemplar um ou mais possíveis planos de ação de um projeto especificando as ações, atividades, tarefas e recursos, logicamente encadeados no tempo e contemplando as restrições, tendo em vista maximizar a eficiência na realização dos objetivos do projeto.

A proposta comercial deve mostrar o Benefício que o comprador irá obter será maior que o custo, aliás, é a própria definição da Proposta de Valor -> Benefício = Valor / Custo  que deverá estar refletida na proposição. Embora as principais metodologias utilizadas no mercado, as quais iremos descrever a seguir, já preveem maneiras de se avaliar o retorno sobre o investimento devemos já em tempo de proposição dar uma ideia geral de avaliação econômica do projeto.

A avaliação de um projeto consiste em identificar, quantificar, dar valor aos benefícios e custos atribuíveis à sua execução ao longo de toda sua vida.  O indicador mais utilizado, por ser mais confiável, é o valor presente líquido, que é igual à soma dos valores atuais dos benefícios líquidos do projeto, calculados utilizando a taxa de desconto.  Também se costuma calcular outros indicadores, tais como a taxa interna de retorno, a relação beneficio/custo, por exemplo.

Desta forma, o Plano de Ação contido na proposta deve contemplar em sua estrutura: 


  1. Desdobramento de atividades e tarefas (detalhamento de grandes ações em    pacotes de trabalho);
  2. Tempo  - Estimativa de prazos (determinação de tempos e prazos para ações, atividades e tarefas);
  3. Aquisições - Estimativa  de  custos   e  recursos  (determinação  de  custos  e recursos físicos e humanos requeridos para a execução das diversas tarefas);
  4. Rede   de   Tarefas   ("mapa   do   projeto",   contendo   sequência   e interdependência de todas as tarefas, com identificação das tarefas críticas);
  5. Cronograma (linha de tempo do projeto, com  detalhamento de início e fim de atividades e tarefas, atribuição de responsáveis, recursos, etc.).

Para que a sua proposta técnica seja convincente é necessário deixar claro que haverá alguma forma de controle e avaliação, portanto, de uma forma bem sintética podemos afirmar:
Proposta Técnica -> Benefícios -> Plano do Projeto = ( Escopo + Planos de Ação + Planos de Controle e Avaliação )

Neste ponto é bom ter pessoas na organização que são aptas para conduzir projetos, os chamados Gerentes de Projetos, bem como a empresa deve adotar alguma metodologia.  

Uma das mais famosas é a apregoada  pelo "PMI - Project Management Institute", que é uma organização sem fins lucrativos, dedicada ao avanço do gerenciamento de projetos criada em 1969, com sede em Newtown Square, Pennsylvania, USA.

Esta organização faz a acreditação de certificações profissionais (PMP®, CAPM®, PgPM®, PMI RMP® e PMI SP®), homologação de centros educacionais especializados (REP®), publicação de artigos acadêmicos etc. Pesquisa e desenvolvimento de  normas e boas práticas reunidas em publicações como o PMBOK®, o OPM3®  e periódicos (PM Journal, PM Network).  

A publicação PMBOK® é um guia onde se descreve a somatória de conhecimento e as melhores práticas dentro da área de gerência de projetos, padronizando os termos e conhecimentos utilizados nesta atividade. Todo o conhecimento reunido neste guia é baseado em experiências, sendo que ele é um material genérico que serve para todos os tipos de projetos.

Outra não menos importante é o PRINCE2, que foi lançado como um método para gerenciamento de projetos pelo governo britânico em 1996, tendo sido criado em 1989 a partir do PROMPTII. Hoje, o PRINCE2™  vem sendo adotado como padrão para todos os projetos governamentais no Reino Unido e amplamente utilizados também em outros lugares da Europa, África, Oceania e  Estados Unidos.  

Considerado o método de gerenciamento de projetos mais utilizado no mundo, conta com mais de 250 mil profissionais certificados, sendo ainda que cerca  de  1500  pessoas  prestam,  mensalmente, os  exames  de  certificação Foudation e Practitioner.  Existem mais de 120 centros de treinamento credenciados PRINCE2™ pelo mundo, os quais proveem treinamento, em 17 idiomas, de 59 ferramentas de gerenciamento de projetos desenvolvidas com base no Método.

Para mais informações e capacitações em projetos acesse os seguinte links:

http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1239

 

http://www.grupotreinar.com.br/blog.aspx?filterby=Projetos

 

Veja também:

 

Curso Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais

 

Fontes:

"Trabalhando com Projetos - Planejamento e Gestão de Projetos Educacionais" - Moura, D. G e Barbosa, E. F. ,Ed. Vozes - 2006 - Cap. 2

REINVENTANDO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. AUTOR: Aaron J. Shenhar e Dov Dvir

Avaliação Econômica de Projetos - Cristóvam Buarque

Curso de Engenharia de Requisitos

10 dicas para autores iniciantes

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O objetivo deste texto é propor uma breve reflexão sobre os caminhos da auto-publicação e outros modelos de publicação, para que o escritor iniciante, esclarecido, tome decisões conscientes antes de lançar suas obras.

(Estas dicas são de autoria de Andréa Biancovilli, sócia proprietária da  Editora Biancovilli)

Escritores podem ser românticos por natureza, mas, na hora de traçar os planos de produção, distribuição e divulgação de suas obras, têm que colocar os pés no chão e pesar os prós e os contras dos diversos modos de publicação existentes. Ainda mais hoje, em que não existem só dois lados de uma moeda (auto-publicação de um lado, editoras de outro), existe um universo de opções, e ele está em expansão.

Quem já experimentou os dois lados da antiga moeda editorial sabe que publicar um livro, seja como for, requer estudo e planejamento, portanto, os pontos abaixo servem de auxílio para o escritor estudar o mercado e algumas de suas opções, antes de decidir seus caminhos (que, aliás, não precisam se limitar a um só, sendo a experimentação essencial):

1) Royalties, Creative Commons, Patrocínios, ou outros?

Pense se a obra será: comercializada somente por você ou em parceria com outra pessoa ou empresa; comercializada por você, em parceria direta com livrarias e distribuidoras; comercializada em parceria com editoras; totalmente gratuita e desvinculada de qualquer pessoa ou empresa; gratuita, mas vinculada a livrarias, editoras ou patrocinadores; ou se vai criar uma mistura de modelos ou um modelo novo. Estude as opções existentes (e continue estudando sempre, porque o mercado de livros está em plena evolução). Conheça o sistema de royalties de livrarias, distribuidoras e editoras, as cláusulas contratuais da Creative Commons, e como conquistar patrocínios. Dependendo do seu perfil, uma opção pode ser mais válida do que a outra, ou podem ainda inspirar a criação de misturas ou modelos novos.

2) Digital, impresso, ou os dois?

Pesquise as opções existentes para o livro digital e impresso. Você já decidiu se o seu livro vai ser um epub2 ou 3, um app, um livro site, um livro impresso, ou mais de uma dessas opções? Se ainda nem sabe o que são, o seu planejamento ainda vai precisar de bastante dedicação sua.

3) Independência de opinião e ação

Pese na balança: a sua independência total de um lado, e o seu possível isolamento de outro (neste caso, principalmente se você não tem muito tempo livre para se dedicar à divulgação da obra). Alguns livros podem cair na graça dos leitores sem muito esforço, mas, via de regra, é preciso trabalho árduo para fazê-lo conhecido do público. Se você tem bastante tempo livre e criatividade, ser auto-publicado pode ser a melhor opção para o seu perfil, mas lembre-se que a publicidade é a alma do negócio, e se você não se dedicar à divulgação do livro, ninguém saberá de sua existência, seja o livro gratuito ou pago. Por outro lado, converse com algumas editoras e conheça o tipo de relacionamento que desenvolvem com os autores. Algumas podem ser mais rígidas e tradicionais, outras mais abertas ao diálogo.  Pesquise. Saiba o que cada uma teria a oferecer (e também se alguma teria interesse na sua obra).

4) Poder de investimento

Faça os cálculos de quanto precisará investir para produzir a obra: ebook e impresso, tradução, revisão, ilustração, publicidade e marketing, assessoria de imprensa, feiras e eventos literários, e, dependendo do formato escolhido, inclua também narração e musicalização. Independente do seu poder de investimento, rede de relacionamentos ou tempo disponível, haverá sempre uma solução para você, basta você se esforçar. Mas não se limite à sua conta bancária atual. Pense grande e trabalhe com afinco. A realização dos seus objetivos só depende de você.

5) Estrutura de distribuição

Cadastre-se com antecedência, se optou pelo ebook, nas distribuidoras e livrarias escolhidas por você, se mais de uma. Alguns cadastros podem ser demorados, então não deixe para a última hora. Além disso, baixe os aplicativos de leitura e teste os ebooks antes do lançamento: veja se precisam de revisões, e saiba utilizá-los para responder as dúvidas de seus leitores. Se os livros forem impressos, faça uma lista das livrarias em que vai deixar os livros em consignação, e monte um calendário de entrega e recolhimento dos exemplares. Se estiver em parceria com uma editora, você não terá que fazer nada disso, mas, mesmo assim, faça um acompanhamento de onde estão sendo vendidos os seus livros.

6) Lançamentos presenciais

Se o seu livro é digital e o seu objetivo é vendê-lo, veja se valerá a pena um lançamento presencial, dentro de uma livraria, um evento literário ou tecnológico. Talvez o melhor, neste caso, seja investir em marketing digital, onde está, afinal de contas, o seu público leitor. Mas, se o seu livro é gratuito e o seu objetivo é obter prestígio na sua área de atuação, ministrar palestras pode ser uma opção mais apropriada. Mais uma vez, tudo vai depender do seu estilo e intenção.

7) Parcerias estratégicas

Outras pessoas ou empresas podem estar querendo trocar figurinhas com você, por isso, invista algum tempo negociando parcerias estratégicas, e veja o que pode oferecer em troca. Montar uma apresentação em PDF, marcar um Skype, tudo isso pode ser feito sem custo para conversar com outras pessoas e aumentar a sua rede de relacionamentos e parcerias. Mas lembre-se que se o seu livro fala sobre abelhas, você pode tanto procurar os apicultores ou ONGs que defendem as abelhas dos apicultores. Economize o seu tempo. Procure as pessoas e empresas certas.

8) Divulgação

Independente do modelo escolhido, o seu livro vai precisar de divulgação. Planeje sozinho, ou converse com os seus parceiros escolhidos, quanto tempo e dinheiro serão investidos neste item. Se você optou pela auto-publicação e não tem dinheiro para fazer a divulgação, criar um blog, páginas em redes sociais, dar palestras e participar de eventos em geral são ações de custo zero e que geram bons resultados. Avalie as variáveis e monte o seu plano de divulgação. Mesmo que o seu objetivo seja entregar a obra gratuitamente ao público, gaste algum tempo com divulgação, ou corra o risco de que a obra não chegue ao conhecimento do público que você quer beneficiar com o seu texto.

9) Tempo/conveniência

O tempo é valioso, não é à toa que dizem que tempo é dinheiro. Portanto, queira ou não queira lucrar com os livros, analise o tanto de tempo que você terá que despender na produção e pós-produção dos livros, ainda mais se pretende lançar vários livros. Converse com escritores, livreiros e editores experientes. Não se dê por satisfeito com uma única opinião. Pese os prós e os contras, e saiba como quer gastar o seu tempo.

10) Novos horizontes

Esteja sempre aberto a novas possibilidades e conexões. Mesmo depois de ter feito o seu planejamento, novas possibilidades vão continuar surgindo, pelas mudanças do mercado e pela sua criatividade e prática. Portanto, esteja sempre com um pé no chão e um olho no horizonte, de olho nas novidades sempre!

  fonte: http://revolucaoebook.com.br/caminhos-auto-publicacao/?fb_ref=recommendations-bar

4. Passe mais tempo com amigos e familiares e seja mais feliz

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Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiadas pela ciência, abordamos no post anterior a questão 3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande.

 

O tempo social é muito valioso quando se trata de melhorar a nossa felicidade, mesmo para os introvertidos. Vários estudos descobriram que o tempo gasto com amigos e família faz uma grande diferença para o quão feliz nós sentimos, em geral. Permanecer em contato com amigos e familiares é uma das  cinco maiores arrependimentos dos moribundos

 

Eu amo o jeito que o  especialista de Harvard Daniel Gilbert explica a felicidade:

"Somos felizes quando temos família, somos felizes quando temos amigos e quase todas as outras coisas que pensamos nos fazer felizes são realmente apenas maneiras de obter mais família e amigos."

Se você quer mais provas de que é benéfico para você, eu encontrei uma pesquisa que prova que ele pode fazer você mais feliz agora.

 

George Vaillant é o diretor de um estudo de 72 anos de vida de 268 homens.

Em uma entrevista em março de 2008 newsletter para os sujeitos do estudo Grant, Vaillant foi perguntado: "O que você aprendeu com os homens neste estudo?" A resposta de Vaillant: "Que a única coisa que realmente importa na vida são seus relacionamentos com outras pessoas. "

Ele compartilhou ideias do estudo com Joshua Lobo Shenk em  The Atlantic sobre como as conexões sociais dos homens fez a diferença para a felicidade geral:

"Ao examinar as relações dos homens aos 47 anos dentre outras variáveis, ele descobriu, prevendo o ajuste de fim de vida melhor do que qualquer outra variável. Bom relacionamento entre irmãos parecem especialmente poderosa: 93 por cento dos homens que estavam prosperando aos 65 anos tinham estado perto de um irmão ou irmã, quando mais jovem."

Na verdade, um estudo publicado no  Journal of Socio-Economics afirma que seus relacionamentos valem mais de US $ 100.000:

Usando o British Household Panel Survey, acho que um aumento no nível de envolvimentos sociais é no valor de até um extra de US$ 85 mil por ano em termos de satisfação com a vida. Mudanças reais na renda, por outro lado, compram muito pouca felicidade.

Eu acho que a última linha é especialmente fascinante: mudanças reais na renda, por outro lado, compram muito pouca felicidade. Então, poderíamos aumentar nossa renda anual de centenas de milhares de dólares e ainda não ser tão feliz quanto se aumentou a força de nossas relações sociais.

 

O estudo de Terman, que é coberto em  O Projeto Longevidade , descobriu que os relacionamentos e como podemos ajudarmos uns aos outros foram fatores importantes na vida, vida longa e feliz:

"Terman achava em princípio que, se um participante sentia que ele ou ela tinha amigos e parentes para contar quando se tem um tempo difícil, então essa pessoa seria mais saudável. Aqueles que se sentiam muito amados e cuidados, previmos, viveriam por mais tempo.

Surpresa: a nossa previsão estava errada. Além do tamanho da rede social, o benefício mais claro das relações sociais veio de ajudar os outros. Aqueles que ajudaram seus amigos e vizinhos, aconselharam e cuidaram dos outros, tendiam a viver a velhice mais longa."

No próximo post iremos abordar o tema " 5. Vá para fora - passe mais tempo ao ar livre e seja mais feliz."

 

Autora:    Belle Beth Cooper

Fonte:    http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

A mudança climática é real – Veja as provas

Changing Ice

 

Fonte: http://climateandgeohazards.files.wordpress.com/2013/03/thephotosociety-org.jpeg

 

Sabemos que o planeta está se aquecendo, revendo os registros históricos de temperaturas tomadas em todo o mundo, nos oceanos e até mesmo por satélite. O gráfico abaixo da NASA mostra a mudança de temperatura da terra e medições para o mar a partir de 1880.

 

Mudança do Clima

 

Fonte: http://www.chasingice.com/wp-content/uploads/2012/11/climatechangeisreal-300x217.png

 

Enquanto alguns céticos podem apontar desacelerações menores de temperatura ou tempestades extras frias como prova de que o aquecimento não está ocorrendo, a tendência de longo prazo é clara.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) publicou um relatório em julho de 2010, que analisou 10 climáticos indicadores-chave que apontam para a mesma conclusão, a evidência de que o nosso mundo é o aquecimento é inconfundível.

O relatório da NOAA destacou que os seres humanos se desenvolveram por milhares de anos sob um estado climático e agora um novo conjunto de condições climáticas estão tomando forma que são consistentemente mais quentes, com algumas áreas prováveis ​​para palco de mais eventos extremos, como secas severas, chuvas torrenciais e tempestades violentas.

 

Além disso, 34 academias de ciência nacionais em todo o mundo fizeram declarações formais desde 2001, confirmando o aquecimento global e pedindo redução de gases de efeito estufa. 

 

A mudança climática é causada por seres humanos

 

O gráfico abaixo, fornecido pela Ciência Skeptical , mostrar as variações de dióxido de carbono (CO 2) ao longo dos últimos 400 mil anos, medido em núcleos de gelo. Seguindo a linha azul mostra a variabilidade de cerca de 275 partes por milhão em volume (ppmv) para pouco menos de 200ppmv até 1800.

 

 

Fonte: http://www.chasingice.com/wp-content/uploads/2012/11/climatechangeiscausedbyhumans-300x217.png

 

Com o início da Revolução Industrial, os combustíveis de carbono e elevada densidade populacional, CO 2 subiu muito além do padrão histórico de 400 mil anos.

 

Há um ciclo natural do carbono, que inclui a transferência de carbono significativa de e para as plantas e para o oceano. A incompreensível 450 gigatoneladas (GT) de carbono é absorvido pelas plantas a cada ano que mais do que compensa o 439 GT de carbono liberado naturalmente pela vegetação e terra durante esse mesmo tempo. O oceano tem uma dinâmica semelhante, absorvendo 338 Gt de carbono ao liberar 332 GT.

 

Enquanto cerca de 40% (a partir de 2004 ) dos 29 GT de humanos emissões de CO 2 são absorvidos através deste ciclo de limpeza natural, o CO 2 remanescente é aprisionado na atmosfera sem ter para onde ir. A atmosfera da Terra não pode liberar esse carbono e assim a cada ano, como seres humanos aumentam as suas emissões de CO 2, aumentam a quantidade de presos de carbono.

 

A mudança climática é um problema.

 

As temperaturas mais elevadas - A  temperatura média da superfície da Terra vai aumentar 1,1-6,4 graus centígrados (2,9-11,5 Fahrenheit) até o final do século.

 

Alterar Paisagens - Com o aumento das temperaturas, o gelo está derretendo, o oceano está subindo e a vegetação está mudando em todo o mundo.

 

Vida Selvagem em Risco - Os cientistas preveem que um quarto das espécies da Terra será extinta até 2050, se o aquecimento continuar ao ritmo atual.

 

Elevação dos mares - o nível do mar está subindo devido ao derretimento das geleiras. As estimativas são que o nível do mar pode subir 4-36 centímetros nos próximos 100 anos. Em todo o mundo, aproximadamente 100 milhões de pessoas vivem dentro do limite de até três metros ao nível do mar. 

 

Aumento do risco de secas, inundações e incêndios - Com temperaturas mais altas, uma quantidade crescente de umidade evapore da terra e da água levando a seca em muitas áreas. Essas áreas secas são muito mais suscetíveis a incêndios. E quando a chuva cai, as áreas previamente afetadas pela seca são muito mais vulneráveis ​​a inundações.

 

As tempestades fortes e furacões - Pesquisa indica que é mais provável que a mudança climática aumenta a probabilidade de um aumento tanto no número de tempestades e sua gravidade.

 

Calor doença relacionada & Disease - Enquanto as temperaturas sobem, assim como os riscos de doenças relacionadas ao calor e até a morte para as populações humanas mais vulneráveis. A Organização Mundial da Saúde ( OMS ) estima que a mudança climática pode ter causado mais de 150 mil mortes no ano de 2000 com aumento prováveis ​​no futuro.

 

Perdas econômicas - Um Governo britânico Relatório indica que as mudanças climáticas poderiam custar entre 5 e 20% do produto interno bruto mundial anual. O mesmo relatório estima que seria necessário um por cento do PIB para diminuir os efeitos mais nocivos da mudança climática.

 

A acidificação dos oceanos - Os oceanos agem como uma esponja para sacar o excesso de dióxido de carbono do ar. Isso pode parecer uma coisa boa, exceto se o CO2 vai para os oceanos muito rapidamente, ele pode esgotar os íons carbonato que corais, moluscos e alguns precisam de plâncton para prosperar.

 

Veja a seguir o filme "Chasing Ice" (legendado em português), onde é mostrado todo o projeto que evidenciou através de provas fotográficas o derretimento de grande geleiras:

 

 

 

 

Fonte: http://www.chasingice.com/learn/is-climate-change-a-problem/

 

 

 

 

 

 

3. Aproxime-se mais ao trabalho - uma viagem curta vale mais do que uma casa grande

SAUDE3

 

Dando continuidade ao tema 10 coisas simples que você pode fazer hoje que vai fazer você feliz, apoiada pela ciência, abordamos no post anterior a questão 2. Ao Dormir mais você estará menos sensível às emoções negativas e agora vamos ver   que o nosso trajeto de ida e volta para o escritório pode ter um impacto surpreendentemente poderoso em nossa felicidade. O fato de que temos a tendência de fazer isso duas vezes por dia, cinco dias por semana, faz com que seja surpreendente que seu efeito seria construir ao longo do tempo e tornar-nos cada vez menos feliz.

De acordo com  A Arte da masculinidade , tendo uma longa viagem é algo que muitas vezes não conseguem perceber vai nos afetar de forma tão dramática:

... Enquanto muitas condições voluntárias não afetam a nossa felicidade a longo prazo, porque nós nos adaptamos a eles, as pessoas nunca se acostumam com seu golpe diário para o trabalho, porque às vezes o tráfego é terrível e às vezes não é. Ou, como psicólogo de Harvard Daniel Gilbert colocou, "Dirigir no trânsito é um tipo diferente de inferno todos os dias."

Nós tendemos a tentar compensar isso por ter uma casa maior ou um emprego melhor, mas essas compensações simplesmente não funcionam:

 

Dois economistas suíços que estudaram o efeito de deslocamento sobre a felicidade descobriram que tais fatores não poderiam compensar a miséria criada por uma longa viagem.

Veja também:

Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizes e produtivos

 

 

Leia a seguir:

4. Passar o tempo com amigos e familiares - não me arrependo em meu leito de morte

 

 

Autora:  Belle Beth Cooper

Fonte:  http://blog.bufferapp.com/10-scientifically-proven-ways-to-make-yourself-happier

 

 

Saiba como a Psicologia Positiva pode nos ajudar a sermos mais felizes e produtivos

Bom Dia

 

A Psicologia Positiva ao contrário que possa parecer não é tão somente uma área da psicologia, mas sim um movimento, uma abordagem de psicologia relativamente recente. É um movimento da ciência psicológica que visa fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem "uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas", tendo como centro a valorização das qualidades, dos potências e das motivações dos indivíduos, enaltecendo assim as atitudes positivas.

Vários psicólogos humanistas tais como Abraham Maslow, Carl Rogers, Erich Fromm e Carl Jung, desenvolveram teorias e práticas bem-sucedidas que envolvem a felicidade humana, a despeito da falta de evidência empírica sólida ao tempo em que desenvolveram seus trabalhos. Seus sucessores não deram sequência à obra, enfatizando a fenomenologia e histórias de casos individuais.A abordagem humanista, visava a felicidade humana, porém, apesar das teorias e práticas desenvolvidas, não conseguiram uma forte componente empírica, por consequência muitas dessas teorias e práticas foram postas de lado.

Recentemente, as teorias de desenvolvimento humano desenvolvidas pelos psicólogos humanistas encontraram suporte empírico em estudos feitos por psicólogos positivos e humanistas, especialmente na área da teoria autodeterminante.

Embora as pessoas venham discutindo a questão da felicidade humana pelo menos desde a Grécia Antiga, a psicologia tem sido criticada por seu direcionamento preponderantemente voltado às questões de psicopatologia ou doença mental, em vez da "sanidade" mental. A Psicologia Positiva difere das abordagens tradicionais quando elas focam-se na doença, no que está mal, remediando, prevenindo a doença mental. Já a Psicologia Positiva foca-se na nas qualidades, nas motivações, nas potencialidades dos indivíduos, invés da doença.

Pesquisadores empíricos neste campo de estudo incluem Donald Clifton, Albert Bandura, Martin Seligman, Armindo Freitas-Magalhães, Ed Diener, Mihaly Csikszentmihalyi, C. R. Snyder, Christopher Peterson, Shelley Taylor, Barbara Fredrickson, Charles S. Carver, Michael F. Scheier e Jonathan Haidt.

Peterson e Seligman (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado "Values in Action (VIA) - Classification of Strengths and Virtues Manual" (Tradução livre: Valores em ação - Manual de classificação de forças e virtudes). Nesse manual as forças foram dividas em características emocionais, cognitivas, relacionais e cívicas e em seis grupos de virtudes:

sabedoria, coragem, humanidade, justiça, temperamento e transcendência.

Alguns dos principais fatores correlacionados com felicidade estudados foram :

Amigos íntimos e presentes (Myers 2000)

Fazer atividades voluntárias para desenvolvimento de si e de outros (Larson 2000)

Estabelecer uma relação familiar de apoio e estímulo ao desenvolvimento de habilidades (Winner 2000)

Relações saudáveis no ambiente de trabalho (Turner, Barling & Zacharatos, 2002)

São identificados 3 importantes pilares na investigação desta abordagem: experiência subjetiva; as forças e virtudes individuais; as instituições e comunidades.

Na intervenção da abordagem da psicologia positiva, o psicólogo foca-se nas qualidades e potencialidades do individuo, usando-as como meio e impulsor, para superar as suas partes menos positivas. Por este enfoque, um individuo é incapaz de ser feliz ou ser bem-sucedido, devido a medos ou obstáculos. Enquanto na intervenção da psicologia tradicional se focava no medo, explorando a sua origem, as suas implicações, etc. Na abordagem da psicologia positiva, são focadas as qualidades e potencialidades do individuo, e estas são utilizadas meio para superar ou contornar o medo. Desta forma dá-se destaque e procura-se ampliar e fortalecer as virtudes em oposição a somente busca do foco do medo patológico.

O movimento emergente da psicologia positiva cresceu exponencialmente desde o seu surgimento formal no início do milénio. Tem tido como objetivo o estudo científico das emoções positivas, do carácter positivo e das instituições positivas. Em paralelo, as ciências sociais e humanas viram desenvolver e cimentar-se práticas inovadoras oriundas de outros quadrantes teóricos, como o Inquérito Apreciativo, suportado numa perspectiva de construcionísmo social, e devotado à mudança positiva através de intervenções sistêmicas e comunicacionais nas organizações. O valor de uma abordagem positiva nas organizações e locais de trabalho tem vindo a ser reconhecido, cada vez com mais vigor.

Caso você tenha interesse em mais detalhes de sua aplicabilidade no contexto organizacional, notadamente ao fenômeno da Resiliência, quando se refere o desenvolvimento saudável num ambiente hostil, acesse o artigo "Revolução positiva: Psicologia positiva e práticas apreciativas em contextos organizacionais". Este artigo apresenta os modelos da Psicologia Positiva e do Inquérito Apreciativo, e revê os seus recentes desenvolvimentos, bem como as práticas de aplicação a que têm dado origem, explicitando as razões defendidas pelos autores para a sua integração e complementaridade na intervenção em organizações.

Termina apresentando um estudo de caso no contexto educativo, destinado ao desenvolvimento organizacional positivo, e que concretiza na prática a conexão entre os modelos analisados. O link vai a seguir:

http://repositorio.ispa.pt/bitstream/10400.12/147/1/COG%2013(1)%20(2007)%20115-136.pdf

 

A seguir uma dica de 4 livros que abordam o tema realização de felicidade de uma forma prática e objetiva:

1. A Vantagem da Felicidade: Os Sete Princípios de Psicologia Positiva

Deseja ter menos estresse em sua vida profissional? Então você precisa ler esse livro. O psicólogo Shawn Achor, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, fala de uma maneira prática sobre como você pode ser feliz e como a felicidade pode melhorar a sua vida pessoal e profissional. Ele também indica alguns exercícios para combater o estresse nas empresas. Em outras palavras, o livro ensina como a pessoa pode encontrar a felicidade no seu cotidiano.

 

2. DRIVE - A surpreendente verdade sobre aquilo que nos motiva

Esse livro é baseado em uma pesquisa sobre motivação. De acordo com Daniel H. Pink, autor da obra, o segredo dos bons desempenhos e da satisfação no trabalho está relacionado com a necessidade humana de criar algo novo, e também desenvolver ideias para melhorar o mundo em que vivemos. A pesquisa mostra que o dinheiro só é realmente motivador para um trabalho que não inspira paixão ou pensamento profundo. Se você está precisando encontrar a sua motivação, essa pode ser uma boa solução.

 

3. O Poder do Hábito - Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios

O livro explica o funcionamento dos hábitos e como podemos mudá-los para melhorar as nossas vidas. Isso é importante porque com o tempo, a mudança de certos hábitos tem um enorme impacto na saúde, na produtividade, na estabilidade financeira e na felicidade.

 

4. O Projeto Longevidade: descobertas surpreendentes para a saúde e vida longa

Esse livro é baseado em uma pesquisa realizada em 1921. O psicólogo norte-americano Lewis Termancomeçou a acompanhar o cotidiano de 1500 crianças, observando seus hábitos e comportamentos. A obra é importante porque comprova que muitas coisas que acreditamos sobre a nossa saúde são apenas mitos. Você pode aprender muitas coisas com obras como essa.

 

Finalmente, temos um vídeo(legendado em portugues)  der Martin Seligman onde ele fala sobre psicologia positiva, dando bastante ênfase como uma área de estudo aplicada. Dá detalhes mostrando os limites e de como ela ultrapassa o foco prioritário em doença e o que pode a psicologia positiva fazer por nós. A seguir o mesmo vídeo (legendado em espanhol):

 

 

 

Fontes:

http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2013/04/04/1014857/4-livros-voce-precisa-ler-ser-uma-pessoa-melhor.html

 

http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/martin_seligman_on_the_state_of_psychology.html

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_positiva

 

Veja também:

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