Arquivos mensais: março 2026

Entrega de excesso de conteúdo = Aprendizado?

AuditórioVazio

Como você aprende? Quando você quiser adquirir uma nova habilidade ou aplicar algum novo conhecimento, você aprende passivamente ao sentar e ouvir uma palestra de especialista por 90 minutos, sem uma pausa e 150 lâminas PPT? O que você realmente vai assimilar e qual o conhecimento que irá manter? E, o que você realmente vai aplicar? Ou você aprende melhor quando você tem a chance de processar o conteúdo a cada 15 minutos pensando sobre isso calmamente ou falar com um colega? Você se concentra melhor quando você pode se mover ou, ao contrário, quando necessariamente tem que ficar sentado por muito tempo?

 

Eu sei que para mim mesmo que eu não aprendo, mantenho os conhecimentos ou o aplico quando o conteúdo é infinitamente compartilhado - mesmo de um especialista - sem uma parada. Se eu não posso processar o que eu ouço, fazendo perguntas ao perito ou um check-in com um outro participante ou sentado em silêncio e só refletindo sobre o que foi compartilhado, há um ponto que eu chego após cerca de 15 minutos - é o chamado "Meu cérebro está cheio". "Eu me perguntava se eu estava ou não apenas estranhando o que acontecia comigo, por isso fui à procura de alguma da literatura que analisa a concepção de aprendizagem a partir da perspectiva da neurociência cognitiva.

 

Embora possa ser de leitura difícil, mas o livro  de Sharon Bowman "Using Brain Science To Make Science Stick" tem sido um recurso fantástico. Se você é um treinador, professor ou exerce qualquer atividade correlacionada, você está trabalhando com o cérebro humano a cada dia e você precisa saber o máximo possível sobre a forma como os seres humanos aprendem e como ensinar bem um tópico. Entender o que prende a atenção ou tornam as pessoas dispersas pode fazer a diferença entre entregar numa sessão que o é valioso ou um desperdício de tempo. O livro oferece vários princípios simples para incorporar:

 

O movimento é melhor opção do que ficar sentado o tempo todo;

Tendo possiblidade dos participantes conversarem entre si é melhor do que terem que ficar ouvindo sem poderem falar;

As imagens são melhores do que palavras para ajudar na instrução;

Escrever é melhor do que ler;

Curto é melhor do que longo;

Opções de entrega diferentes são melhores do que não dar opção nenhuma.

 

  1. Quebras de corpo:O livro sugere a incorporação de algum tipo de movimento ou atividade corporal a cada dez minutos. Uma técnica descrita que eu uso muitas vezes é "as partes em pares", que faz as pessoas buscá-la, tomar essa ruptura do corpo, e fazer algum tipo de check-in com alguém.
  2. Andar e falar:eu faço isso muito nos treinamentos de meio dia ou dia inteiro. Os participantes podem fazer um exercício, mas os resultados são positivos já que levam para uma maior interação e questionamentos.  
  3. Escrita no Muro:Esse é um exercício onde os participantes vão escrever respostas específicas nas cartas marcadas na parede. Pode ser uma resposta a uma pergunta, uma pergunta sobre qualquer dúvida que persiste, uma súmula, um parecer sobre o conteúdo, os fatos que eles querem lembrar, ou como pretendem utilizar o conteúdo.

 

O que eu estou lutando com a forma de incorporar paradas com os participantes permitindo assim questionamentos com mais profundidade, especialmente no contexto de uma sessão de conferência de 90 minutos. Durante uma sessão recente de uma conferência onde eu costumava criar "partes em pares" para manter as pessoas em movimento, um dos comentários sobre a avaliação foi: "As paradas eram muito curtas / frequentes para obter uma profundidade suficiente." Agora que é um desafio entregar um conteúdo em uma sessão interativa,   em profundidade, com 80-100 participantes em 90 minutos!

 

Falando VS Ouvindo

 

A literatura de ciência do cérebro sugere que os alunos compreendem e lembram  mais quando eles falam sobre o que estão aprendendo. No entanto, existem algumas pessoas que frequentam sessões de conferências ou treinamentos que se sentem desconfortáveis ​​em falar ou se movimentar. Um comentário na avaliação de uma sessão NTC recente, enquanto a minoria, disse assim: "Enquanto os apresentadores estavam envolvidos tivemos boas informações e não havia muito tempo para conversar com os participantes um-a-um sobre suas próprias experiências e situações. Quero aprender com os especialistas e o tempo que passei conversando com os colegas não me deu qualquer tipo de substância e minimizou o tempo que os peritos falaram."

 

O livro oferece algumas grandes dicas que devem ser lembradas sobre como tornar suas apresentações mais interativas. O melhor, "Pare de falar: Quanto mais você falar, menos os participantes aprendem." Mesmo se você está apenas fazendo uma pausa de 60 segundos para dar às pessoas uma oportunidade para resumir o que aprenderam. Se você incorporando à sessão uma discussão em grupo, é importante lembrar o que não é de baixo risco e o que é de alto risco. Baixo risco permite que os participantes colaborem em uma resposta à pergunta e alto risco pede para uma pessoa para responder o que implica na possibilidade de não haver resposta. É bom começar com baixo risco. O mesmo vale para pequenos grupos e grandes discussões em grupo. Dê aos participantes uma oportunidade de responder às perguntas, bem como fazer perguntas abertas. Todas estas técnicas incorporam interação e melhor assimilação de seu conteúdo.

 

Em alguns casos, você pode ter os introvertidos extremos - aqueles que estão interagindo muito desconfortávelmente com outras pessoas para aprender. Segundo a pesquisa, eles representam 2-12% da população em os EUA. Isto era verdade para a sessão NTC, uma pessoa comentou: "Eu sou um introvertido, por isso a parceria com outra pessoa não funcionou para mim.".  Outro princípio descrito no livro irá trabalhar para eles - "Escrevendo vs Lendo". Você levar as pessoas questionarem silenciosamente por escrito o que aprenderam.  

 

Como você aprende melhor em conferências ou workshops? Você quer que o conteúdo seja mostrado sem interrupção ou você precisa de algumas maneiras alternativas para processar e assimilar o que você aprendeu? Como apresentador ou treinador, você permite que o público processe e assimile o seu conteúdo? Como?

 

Fonte: http://www.bethkanter.org/content-learning/

 

Saiba medir o esforço de desenvolvimento de projetos de software

APF

APF - Análise de Pontos de Função é uma técnica para a medição de projetos de desenvolvimento de software, visando estabelecer uma medida de tamanho, em Pontos de Função (PF), considerando a funcionalidade implementada, sob o ponto de vista do usuário. A medida é independente da linguagem de programação ou da tecnologia que será usada para implementação. No contexto de um desenvolvedor, seja uma pessoa física ou uma empresa, a AFP torna possível mensurar o tamanho do software; o que, por sua vez, traz excelentes indicadores na gestão de projetos sob esse cenário.
Sob esse contexto, os objetivos da APF são:

  1. medir a funcionalidade solicitada pelo usuário, antes do projeto de software, de forma a estimar seu tamanho e seu custo;
  2. medir projetos de desenvolvimento e manutenção de software, independentemente da tecnologia utilizada na implementação, de forma a acompanhar sua evolução;
  3. medir a funcionalidade recebida pelo usuário, após o projeto de software, de forma a verificar seu tamanho e custo, comparando-os com o que foi originalmente estimado.

Histórico:
   1979 Allan Albrecht (IBM) cria as primeiras regras da APF
   1983 primeiro curso de APF no Brasil (Unisys)
   1984 primeiro manual de APF
   1986 criação da primeira diretoria do IFPUG *
   1996 primeiro exame CFPS no Brasil
   1998 criação do BFPUG
   2004 CFPS no Brasil = 200
   2007 CPM (Manual de Práticas de Contagem) versão 4.2.1 em Português

Em um ambiente  de gestão de projetos de softwares é muito importante levar em consideração que o  "dimensionamento" do software é um fator essencial para a determinação do esforço necessário para sua construção. Desta maneira, tendo auferido e quantificado o esforço necessário, melhores serão as possibilidades de uma estimativa dos parâmetros de esforço, tempo e custo mais adequados a realidade dos projetos envolvendo sistemas.


Controlar o desenvolvimento e o estado operacional dos sistemas de informação é uma tarefa difícil. Esta tarefa se torna ainda mais difícil uma vez que estes sistemas se tornam mais complexos. As razões para isso estão estreitamente alinhadas com as medidas (em termos de funcionalidade útil):

  1. da funcionalidade que é oferecida ao usuário pelo sistema;
  2. do esforço e recursos necessários a fornecer essa funcionalidade ao usuário;
  3. do esforço e recursos necessários a manter o sistema operacional na fase de manutenção e melhoria.


A Análise de Pontos de Função (APF) pode ser usada para:

  1. descrever o escopo  de  um  sistema  e  medir  o  seu  tamanho  funcional, independentemente da tecnologia que será usada no sistema;
  2. derivar a produtividade e métricas de desempenho do processo, estimativa das necessidades de recursos e auxiliar no gerenciamento de projetos;
  3. avaliar  os fatores em um  ambiente de desenvolvimento que  influenciam a produtividade e oferecer uma base para melhorar os processos de desenvolvimento e manutenção; e
  4. determinar o escopo e tamanho da melhoria em um sistema e auxiliar na gestão de suas mudanças.


Conforme os itens citados acima e apesar do universo do desenvolvimento de softwares e sua gestão sob o foco de projeto serem de grande complexidade, a APF nos traz um conjunto de abordagens baseadas em padrões pré-estabelecidos e que "independam" tanto da complexidade do software quanto da forma como é desenvolvido. As organizações podem aplicar a Análise de Pontos por Função como:

  1. uma ferramenta para determinar o tamanho de pacotes de software       adquiridos, através da contagem de todos os Pontos por Função incluídos no pacote;
  2. uma ferramenta para apoiar a análise da qualidade e da produtividade;
  3. um mecanismo para estimar custos e recursos envolvidos em projetos de    desenvolvimento e manutenção de software.

Podemos enumerar  uma grande diversidade de benefícios decorrentes da aplicabilidade da APF. Dentre os quais, pode-se citar:

  1. Atuar como elemento de suporte na análise de produtividade e qualidade de sistemas, associada a outras métricas ;
  2. Servir como apoio no desenvolvimento de projetos de software, em quaisquer de suas fases;
  3. Possibilita geração de histórico de projetos dando base para estimativas de custos e recursos
  4. Ser um  instrumento apontador quantitativo de recursos a serem alocados para a modelagem/desenvolvimento e posterior manutenção dos produtos gerados;
  5. Ser utilizada sob diferentes aspectos em todas as fases de projetos de sistemas permitindo se obter um fator de normalização e comparação de softwares
  6. Linguagem comum usuário x fornecedor, transparente o que reduz conflitos em negociações
  7. É um instrumento efetivo de apoio para a gerência de requisitos durante todo o projeto, apontando variações de escopo incontestáveis e auxiliando os Gerentes de Projetos junto aos clientes, servindo como um indicador de qualidade de projetos;
  8. Permitir aos usuários e gestores de TI a visibilidade dimensional dos pacotes e contribuir para decisões estratégicas entre desenvolvimento próprio ou outsourcing;
  9. Ser um indicador global do cálculo de preço de mercado para os produtos a serem comercializados;
  10. Se posicionar como elemento base para  um Benchmarking com sistemas de mesma familiaridade e compor base de conhecimento organizacional de projetos de sistemas, bem como permite auditagem.


Você poderá ler a seguir o Guia  "APF   para   Melhoria   de   Software",  publicado   pela Associação dos Usuários de Métricas de Software da Holanda e escrito por membros do grupo de trabalho "APF para Melhoria e Manutenção".

A NESMA© (Associação de Usuários de Métricas de Software da Holanda), conhecida anteriormente como NEFPUG (Grupo de Usuários de Pontos de Função da Holanda) foi fundada em Maio de 1989. Seus principais objetivos são:

  1. reunir pessoas e organizações para a troca de conhecimentos e  experiências no   desenvolvimento e aplicação de métricas de software;
  2. promover a responsabilidade no uso de métricas de software;
  3. apoiar a formulação e adoção de padrões de métricas de software;
  4. incentivar o desenvolvimento e aplicação de métricas de software.

A NESMA© está trabalhando para atingir esses objetivos através de:

  1. atividades de seus grupos de estudo e trabalho;
  2. pesquisa realizada por seus membros;
  3. organização de palestras, treinamentos, simpósios e similares.
  4. recomendações no uso de métricas de software;
  5. coletar e publicar literatura em métrica de software;
  6. colaborar com organizações com interesses similares;
  7. estabelecer contatos e colaborar com outros grupos de usuários e associações de métricas de software do mundo afora, incluindo IFPUG (EUA), ASMA (Austrália) e FESMA (Europa).


Fontes-> http://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%A1lise_de_pontos_de_fun%C3%A7%C3%A3o
Guia Profissional da Associação dos Usuários de Métricas de Software da
Holanda
:
http://www.portaisgoverno.pe.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=066903b6-39e9-44c4-833f-e7155a1c68c9&groupId=335215

Para saber mais acesse:


Curso de Engenharia de Requisitos


Curso Completo em APF - Análise de Ponto de Função


© Copyright2009, NESMA. Todos os direitos reservados. Associação  dos Usuários de Métricas de Software da Holanda (NESMA), chamada anteriormente de NEFPUG. Nada nesta publicação pode ser reproduzido ou publicado em nenhuma forma ou método sem a permissão escrita da NESMA.
Ao contrário de outros manuais e guias da NESMA, esta regra vale também para membros da NESMA. Após a permissão  ser concedida, o título da página do documento contendo o material reproduzido  ou publicado deve incluir os seguintes dizeres: "Esta publicação contém material do guia profissional "Análise de Pontos de Função pare Melhoria de Softwarep• ublicado pela NESMA. Esta publicação foi feita com permissão da NESMA".

Aprendizagem em Ação

Aprendizagem em Ação

É cada vez mais prioritário que os líderes de negócios  devem sempre saber como pensam seus clientes, funcionários e concorrentes. De posse dessas informações, é hora de agir com precisão.

Isto pode se chamar Inteligência Competitiva, o que é uma forma proativa de captar e organizar informações relevantes sobre o comportamento da concorrência, mas também dos clientes e do mercado como um todo, analisado tendências e cenários, e permitindo um melhor processo de tomada de decisão no curto e longo prazo.

A questão fundamental está na forma como as empresas coletam, decifram e utilizam essas informações pode ser um fator determinante  para a perenidade do negócio. O livro Aprendizagem em Ação, escrito pelo respeitado professor da Escola de Negócios de Harvard, David A. Garvin, explica com autoridade como podemos adquirir esse conhecimento por meio das pratica das chamadas "organizações educativas" ou "learning organizations". Além disso, a obra delimita os passos a serem dados para o estabelecimento de uma corporação dessa natureza.

Observando-se este tipo de  organização, podemos perceber algumas características diferenciadas:

 

    O aprendizado não é meramente reativo mas sim intencional, eficaz e conectado ao objetivo e à estratégia da organização;


    O aprendizado é oportuno, prevendo os desafios, as ameaças e as oportunidades, e não simplesmente reagindo às crises;


    O  aprendizado cria flexibilidade e agilidade para que a organização possa lidar com a incerteza;


    Mais importante ainda, as pessoas se consideram capazes de gerar continuamente novas formas de criar os resultados que mais desejam.  Por isso, as mudanças que caminham lado a lado com o aprendizado criam raízes, em vez de ser transitórias.


Para adquirir essas qualidades pró-aprendizado, as  "learning organizations"  têm algumas práticas diferenciadas, tais como:

    Elas cultivam uma visão holística das coisas que fazem com que as organizações complexas funcionem, das coisas que fazem a mudança criar raízes e de como usar a lógica dos sistemas para diagnosticar necessidades e projetar novas ações de modo que o aprendizado seja eficaz e a mudança permanente;


    Elas não reservam esses insights somente para um pequeno grupo de pessoas em cargos-chave. As "learning organizations"  sabem que somente com uma participação ampla na geração do conhecimento e na criação da mudança é possível criar o desejo e o entusiasmo pela mudança contínua. O amplo envolvimento também melhora a eficácia das ações porque insights múltiplos entram em ação e aumentam a flexibilidade e a agilidade da organização;


    Elas patrocinam programas para aperfeiçoar e diversificar continuamente as capacidades dos funcionários e aumentar sua capacidade de mudar. As descrições de cargo são relativamente fluidas e baseiam-se nas tarefas que precisam ser executadas no momento;


    Elas têm plena consciência de que o aprendizado organizacional ocorre por meio de processos específicos e fazem esforços explícitos e contínuos para melhorá-los.


O processo de aprendizado organizacional tem quatro estágios: conscientização, compreensão, ação e análise. Depois vem a reflexão.

No aprendizado organizacional, entretanto, esses estágios representam tarefas coletivas: criar uma conscientização compartilhada da necessidade de aprender, desenvolver uma compreensão comum do que precisa ser feito, iniciar ações alinhadas com a estratégia corporativa para melhorar o desempenho e conduzir análises conjuntas tirando conclusões.

Essas atividades refletem o caráter singular da organização-aprendiz, na qual o conhecimento é gerado pelas pessoas que devem aplicá-lo e não por um grupo de elite composto por executivos seniores ou especialistas. Com freqüência isso acontece pela importação de conhecimentos de outras empresas, no chamado benchmarking.
 

Essas tarefas coletivas também indicam o desafio que é criar uma  "learning organization", uma vez que implicam qualidade nos relacionamentos, algo novo para a maioria das organizações. As pessoas terão de aprender o que é trabalho em equipe eficaz, para o qual um requisito importante é a comunicação franca e direta. Isso, por sua vez, talvez exija algumas modificações em comportamentos que atrapalham a comunicação.

 

O que torna o aprendizado particularmente eficaz? Como em qualquer processo, a resposta é um projeto de processo eficaz desde o início acoplado à sua melhoria contínua. Vamos voltar ao exemplo do gerente que quer se tornar um líder melhor. Depois de completar os estágios de conscientização, compreensão, ação e análise, ele acrescenta uma fase de reflexão independente e mais profunda sobre o que se passou, para chegar à melhoria contínua.

 

Ele começa esse quinto estágio por se perguntar: "Eu poderia ter me conscientizado da necessidade de mudar há mais tempo? Como? Como posso aumentar minha sensibilidade a essas questões . Na reflexão, o gerente segue avaliando cada uma das fases anteriores. Pensando na primeira parte, a da conscientização, ele se pergunta: "Será que eu deveria ter conversado com outros líderes eficazes?" Refletindo sobre o estágio de ação, ele se questiona: "Por que levei nove meses para efetivamente fazer algo? Será que consigo descobrir uma maneira de colocar as questões importantes ao lado das questões urgentes?" Debruçando-se sobre o estágio de análise, ele diz: "Eu não deveria ter adotado um modo mais inteligente de fazer as análises retrospectivas?"

Fica claro que, por esse processo de reflexão, o gerente e todas as pessoas tendem a se tornar aprendizes melhores ao longo do tempo. E um processo semelhante pode ser utilizado para aperfeiçoar o aprendizado organizacional.

O elemento central do livro Aprendizagem em Ação  é oferecer um exame prático para o que o autor chama de três caminhos fundamentais para o aprendizado corporativo. São eles o acumulo da inteligência através de fontes externas (por meio de entrevistas e mesmo observações de campo); compilação de dados através de ações direcionadas (como revisões de projetos finalizados e programas especiais); e experiências com diferentes fontes externas por dados variáveis (criação de protótipos e profundos testes de design corporativo).

Ao combinar pesquisas realizadas em diferentes campos e estudos detalhados de modelos bem-sucedidos em empresas como Xerox, GE e o Exército Americano, Garvin consegue nos dar uma visão global daquilo que Peter Senge, criador do conceito de  "Learning Organization", magistralmente idealizou.

Livro:APRENDIZAGEM EM AÇÃO - LEARNING ORGANIZATION: UM GUIA PARA TRANSFORMAR SUA EMPRESA. Esta obra é uma fonte de consulta definitiva para aqueles que desejam transformar suas empresas em organizações que aprendem.

Autor:David A. Garvin é ocupante da Cadeira Robert e Jane Cizik de Administração de Empresas na Harvard Business School. É economista, graduado na Universidade de Harvard, e Ph.D. pelo Massachussets Institute of Technology - MIT. É autor ou co-autor de nove livros, incluindo a obra que é um marco na ciência da Qualidade, além de um sucesso editorial: Gerenciando a Qualidade (Qualitymark Editora), com mais de 20.000 exemplares vendidos. Garvin recebeu por três vezes o Prêmio McKinsey, dado ao melhor articulista da revista Harvard Business Review e também é vencedor do Prêmio Beckhard, concedido ao autor do melhor artigo sobre mudança organizacional planejada para a Revista Sloan Management Review.

 

Referências:Aprender a aprender por David A. Garvin, P. Ranganath Nayak, Arun N. Maira,Joan L. Bragar.  http://books.google.com.br/books/about/APRENDIZAGEM_EM_A%C3%87AO_LEARNING_ORGANIZAT.html?id=l2Pt2VrWjKEC&redir_esc=y

 

Raspberry Pi: Agora já está disponível o módulo de câmera

 

Raspberry Pi Camera

Em desenvolvimento   desde o ano passado, o módulo da câmera Raspberry Pi está finalmente  disponível. O módulo  é baseado em um sensor Omnivision 5647 de 5MPixel que é configurado para oferecer uma resolução de imagem   de 2592×1944 ou ainda entregar vídeo com resolução de 1080p a 30fps (frames por segundo). Isso tudo é gerenciado em um pacote de 20x25x10mm que se conecta ao Pi através de um cabo de fita plana.

O suporte de software está incluso na distribuição Raspbian do Debian para o Pi; os usuários precisam atualizar para a versão mais recente, executar raspi-config, e selecionar "camera" para habilitar o suporte. Os utilitários fornecidos -  raspistill  e  raspivid  - permitem aos usuários capturar instantâneos e imagens de vídeo; instruções adicionais cobrem como alimentar o vídeo através da rede para Windows e Mac OS X. A placa custa £19,24 no Reino Unido, incluso VAT da RS Components.

  fonte: http://www.h-online.com/open/news/item/Raspberry-Pi-camera-module-now-available-1863706.html

Saiba o que é e como criar uma web Rádio

 

webradio

 

Segundo a  Wikipedia,  Web rádio (também conhecido como Rádio via Internet ou Rádio Online) é o serviço de transmissão de áudio via Internet com a tecnologia streaming gerando áudio em tempo real, havendo possibilidade de emitir programação ao vivo ou gravada. Muitas estações tradicionais de rádio transmitem a mesma programação pelo meio convencional (transmissão analógica por ondas de rádio, limitado ao alcance do sinal) e também pela Internet, conseguindo desta forma a possibilidade de alcance global na audiência. Outras estações transmitem somente via Internet.

O custo para criação de uma Web rádio geralmente é bem inferior ao custo de criação de uma rádio tradicional, portanto pode ser um excelente instrumento para desenvolver ações de marketing a um baixo custo por eventuais leads ou até prospects. Existe alguma restrição para  transmissão de músicas comerciais e isto  é tema de debate a necessidade de pagamento dos direitos autorais das músicas.

Para realizar a transmissão de áudio através da Internet é necessário enviar o áudio para um servidor que irá realizar a codificação apropriada (encoder) e a transmissão (broadcast) aos usuários.

Vejam que as transmissões de rádio começaram na década de 20, mas foi só com a introdução do rádio a transistor, que começou a popularizar-se na década de 1950, tendo sido o principal responsável pela revolução da eletrônica na década de 1960,   que o rádio ficou disponível em situações de mobilidade (era o famoso rádio de pilha na época). O rádio via Internet ou Web rádio está quase trilhando um caminho semelhante. Até o começo do século 21, a única maneira de obter transmissões de rádio pela Internet era através do seu PC, todavia com a popularização de smart phones, tablets e outros dispositivos móveis isso deve mudar rapidamente As próximas gerações de bandas (.....1800, 1900 MHz, por exemplo) de dispositivos sem fio vai expandir enormemente o alcance e conveniência do rádio via Internet.

O rádio via Internet não tem limitações geográficas, portanto, um locutor em Shangai pode ser ouvido em Santiago do Chile através da Internet. O potencial do rádio via Internet é tão vasto quanto o próprio ciberespaço (por exemplo, a estação de rádio Live365 oferece mais de 30.000 transmissões de rádio via Internet).

Comparando-se  com o rádio tradicional, o rádio via Internet não é limitado ao áudio. Suas transmissões podem vir acompanhadas de fotos ou desenhos, textos e links, bem como outros aspectos de interatividade, como quadros de mensagens e salas de bate-papo, por exemplo. Estas facilidades proporcionam ao ouvinte interagir muito mais do que simplesmente só escutar.

A relação entre anunciantes e consumidores torna-se mais interativa e íntima nas transmissões de rádio via Internet ampliando significativamente as possibilidades de fixação de brands. Essa capacidade expandida da mídia também pode ser usada de outras formas. Por exemplo, com o rádio via Internet, você pode apoiar ações de capacitações ou treinamentos a distância e fornecer links para documentos adicionais de apoio ao aprendizado. Também é possível interagir com o instrutor ou educador, além de acessar informações no site de transmissão de Web rádio.

 

Não há dúvida de que Susan Wojcicki, vice-presidente sênior de publicidade do Google entende de publicidade e segunda ela -  50 por cento do dinheiro gasto em publicidade será gasto on-line dentro de cinco anos. Portanto começar a pensar em maneiras que você pode aproveitar ao máximo essa mudança na publicidade passa ser estratégico e a Web Rádio vem como uma excelente opção para isso!

O rádio via Internet ou Web proporciona  a oportunidade de expandir os tipos de programação disponíveis. O custo para "ir ao ar" é menor para uma difusão pela Internet e o rádio via Internet pode recorrer a "pequenas comunidades" de ouvintes focados em interesses ou gêneros musicais específicos.

Ligar seu rádio e ouvir uma música brasileira através de uma rádio da Alemanha pode parecer meio absurdo. Afinal, se até a música brasileira às vezes tem pouco destaque nas rádios do País, imagine então nesse País de cultura tão diferente. Mas, com as webrádios, isso está se tornando possível e ai se percebe que a nossa música é mais Universal do imaginamos a princípio.   

Tudo bem, talvez a MPB pode não ser seu tipo de música preferido, mas imagine o quão longe ele consegue chegar, mesmo sendo tão específico. Também imagine que o dono dessa rádio não seja um grande empresário, um político ou um líder religioso, mas um grupo de jazz de uma comunidade alemã.

Agora pense no melhor de tudo isso: você também pode fazer uma rádio sem sair de sua casa. Com um computador, alguns equipamentos e uma boa voz, você poderá pôr uma rádio "no ar" para qualquer pessoa do mundo ouvir. Veja como no link a seguir:

 

  http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/analise-programa%C3%A7%C3%A3o/curso-online-criando-uma-web-r%C3%A1dio-com-joomla!.aspx


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_r%C3%A1dio

 

 

Conheça os detalhes e inspire-se em 47 Projetos Raspberry Pi para começar o seu!

 

 47 Projetos raspberry

 

Se você está à procura de inspiração para o seu primeiro projeto Raspberry Pi, creio que você não precisa procurar mais, pois temos  dezenas de projetos inscritos no primeiro Raspberry Pi Design Contest, promovido pela MCM Electronics. Todos os projetos foram inseridos em uma das quatro categorias - Artística, Educação, Gabinete, e Utilitário - e agora estão competindo por cinco pacotes de prêmios, incluindo um Printrbot Jr. impressora 3D a ser atribuído ao vencedor do grande prêmio.

 

Faz pouco mais de um ano desde o lançamento inicial deste computador de placa única, e os fabricantes já fizeram alguns projetos incríveis com ele. O Pi é o cérebro por trás de vários sistemas de segurança em casa, que é responsável pela coleta e exibição de dados, o Pi tem sido usado como uma ferramenta educacional para a música, matemática e geografia, entre outros assuntos, os artistas estão construindo instalações interativas e o Pi pode controlar e automatizar diversos sistemas ao redor da casa ou escritório. E assim por diante.

Veja o link a seguir para saber mais detalhes destes projetos:

http://blog.makezine.com/2013/04/14/47-raspberry-pi-projects-to-inspire-your-next-build/

Adquira o Raspberry Pi na Amazon por menos de R$94.12, entrega no Brasil.

Fonte: http://blog.makezine.com/2013/04/14/47-raspberry-pi-projects-to-inspire-your-next-build/

FastSalas.com

 

Veja como é fácil fazer um robô LEGO Com um Raspberry Pi

 

LEGO Com um Raspberry Pi

 

 

 

Os fãs de LEGO podem criar seu próprio robô programável com um novo dispositivo que funciona com o computador Raspberry Pi.

 

Se você tem um Raspberry Pi, o sistema BrickPi permite converter o pequeno PC em um robô LEGO, conforme explicado no vídeo do seguinte link:

http://mashable.com/2013/05/13/brickpi-raspberry-pi-lego-robot/

 

O sistema BrickPi inclui uma placa que desliza sobre sua Raspberry Pi e uma caixa de plástico que conecta peças LEGO. Uma vez que você ligar uma bateria de 9 volts, você pode ligar os motores LEGO (três portas) e sensores (quatro portas), conectar alguns dispositivos USB (por exemplo, webcam, Wi-Fi, teclado, mouse), carrege um programa de exemplo e inicie.

O Raspberry Pi controla os motores e sensores, e você pode programar usando as bibliotecas Python. Além disso, o firmware do BrickPi é vulnerável a hackers, já que é open-source Arduino.

Os criadores do BrickPi, Dexter Industries, lançaram um projeto chamado  Kickstarter para arrecadar fundos para reduzir o preço do aparelho,  suas bibliotecas de programação Python e desenvolver para a linguagem de programação zero

Fonte:mashable.com

 

 

3 Lições de Susan Wojcicki, Top Executiva de Publicidade do Google

 

PublicidadeGoogle1

A Vice-presidente sênior de publicidade do Google quer tornar a publicidade mais fácil para todos.


Não há dúvida de que Susan Wojcicki, vice-presidente sênior de publicidade do Google, entende de publicidade. Ela está no Google desde os tempos e está a frente em um negócio de 43 bilhões de dólares. Mais importante, ela entende como ajudar outras pessoas a entender a publicidade de uma forma que lhes permite comprar e usar anúncios de forma eficaz e com mais facilidade.

Proprietários de pequenas empresas podem aprender muito sobre tendências da publicidade e práticas de publicidade eficaz.  Aqui estão três tópicos de seu Perguntas  & Respostas semanal orientando  as pequenas empresas utilizarem melhor a publicidade em suas estratégias de marketing.


Lição 1: A publicidade online. Líderes em Google espera que 50 por cento do dinheiro gasto em publicidade será gasto on-line dentro de cinco anos. Portanto começar a pensar em maneiras que você pode aproveitar ao máximo essa mudança na publicidade.

Lição 2: Publicidade em Video. Google, via YouTube, está na vanguarda da publicidade em vídeo. Ele ainda é um pouco do Wild West on-line, mas é claro que os anunciantes estão deixando gradativamente a televisão e indo para o vídeo. E o beneficiário é a  empresa de pequeno porte. Agora você pode se dar ao luxo de competir com os grandes. Iniciar o planejamento já é fundamental. Você vai correr para a pizzaria local para o seu quando o seu programa favorito for transmitido on-line nos próximos anos?

Lição 3: Impressões batendo os cliques. Como a publicidade online torna-se cada vez mais sofisticada, o  Google está aprimorando seu modelo para melhor apoiar as empresas que estão construindo a consciência da marca (em vez de apenas estar tentando clique passageiros). Aqui, novamente, pequena empresa ganha ou encontrar maneiras que você pode aproveitar a marca localizada através do Google.


Autor: Mike Michalowicz
Fonte: http://www.openforum.com/articles/4-lessons-from-the-most-important-woman-in-advertising/

Desenvolvedor do Dropbox destaca evolução da ferramenta sob a luz da computação em nuvem

 

Dropbox

 

A ciência da computação é um dos campos científicos que mais vem mudando a vida das pessoas. Isso se deve a grande quantidade de computadores existentes e utilizados nos dias atuais, além das cada vez maiores qualidade e difusão de conexões à internet por meios wireless (isto é, redes sem fio). Nesse sentido, se destacam os programas que estão inseridos no conceito de computação em nuvem (ou, em inglês, Cloud Computing).


O conceito de computação em nuvem refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores eservidores compartilhados e interligados por meio da internet. Ou seja, armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da internet - daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas, tendo em vista que a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, pode-se ter acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. Dentro deste conceito, destacam-se três programas: o SkyDrive (da Microsoft), O Google Drive e o Dropbox.


Na última quarta-feira, o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP) recebeu Dan Wheeler, um dos engenheiros desenvolvedores do Dropbox, que ministrou a palestra "A Visão de Dentro do Dropbox: Como ele Evoluiu e Qual o Próximo Passo". Durante o evento, Wheeler explicou um pouco da história da criação do programa e quais seriam as perspectivas da empresa levando em consideração a própria evolução.


"A ideia do Dropbox surgiu quando por acaso um dos seus futuros criadores (Drew Houston) esqueceu seu dispositivo de armazenamento em flash, quando viajava num ônibus", disse o palestrante. Frustrado com a perda e saturado de ter que ficar abrindo seu e-mail a todo instante para anexar arquivos e poder acessá-los remotamente mais tarde, Drew começou a escrever um código sem nenhuma pretensão, que futuramente viria se chamar Dropbox. "Seu trabalho inicial era apenas para resolver seu problema pessoal, só depois, Houston viu que sua ideia tinha um bom potencial de mercado", completou Wheeler.


O Dropbox se caracteriza por ser um serviço freemium (o cliente tem a opção de usá-lo gratuitamente, mas pode pagar para obter algumas funções extras ou melhorar as já existentes) cuja função, segundo Nelson Lago, gerente técnico do Centro de Competência de Softwares Livres (CCSL) do IME-USP, é "sincronizar arquivos em diferentes plataformas e compartilhá-los entre elas". Nesse sentido, a adesão do programa a plataformas móbile e API e a evolução para múltiplos servidores (que permitem armazenar, o histórico de arquivos e ampliar, assim, a memória do programa) foram grandes passos para a internacionalização do programa.


"Essa é uma questão que nos preocupa: temos 100 milhões de usuários, sendo 40% deles nos EUA. O 'segundo colocado' é o Reino Unido, com 7%. Essa diferença é gritante", disse Dan Wheeler. Isto, segundo ele, se deve também a uma diferença de desempenho do programa fora dos EUA. "Está tudo, ainda, muito no começo e temos muito a evoluir, mas as perspectivas são animadoras", completou o palestrante.
 

Autor "Arthur Deantoni
Fonte:http://www.usp.br/aun/autor.php?autor=4428
Instituto de Matemática e Estatística - USP


Uma revolução está começando acontecer nos Escritórios em todo lugar

 

Futuro do Escritório

 

Apesar das grandes mudanças que temos visto em nossas vidas pessoais devido a alta disponibilidade de tecnologia, o local de trabalho tem sido notavelmente estático. Muitos de nós continuam a trabalhar em grandes escritórios, em cubículos, e na mesma mesa e computador todos os dias.

Não por muito tempo.

O local de trabalho do futuro vai ser menos centralizado  e mais flexível do que se tenha experimentado antes.

E a tendência vai ser acelerada pela rápida absorção de tecnologia móvel, a volatilidade econômica, e a guerra global por talentos.

Nós ilustrados onde as coisas estão indo através do uso de gráficos, dados e exemplos das mudanças que já começaram.

Veja no link a seguir a apresentação em formato de Power Point:

http://www.businessinsider.com/the-future-of-the-workplace-slide-deck-2013-2?op=1

Autores: Aimee Groth and Max Nisen