Arquivos mensais: março 2026

Seminário demonstra como o Raspberry Pi processa sinais

 

Raspberry Pi: Processamento de Sinais com Torta de Framboesa

 

Um cavaquinho e um teclado, usados para tocar um chorinho de Walter Azevedo chamado "Delicado", e cercados por matemáticos e por cientistas da computação foi o panorama do seminário "Raspberry Pi: Processamento de Sinais com Torta de Framboesa". O evento, ministrado por Antonio Deusany de Carvalho Junior (conhecido também como D.J.), doutorando em computação musical, apresentou as especificações dessa nova tecnologia e as funcionalidades dela, de tal forma a demonstrar que já é possível a sua utilização em performances artísticas.

Raspberry Pi é um computador do tamanho de um cartão de crédito desenvolvido no Reino Unido pela Fundação Raspberry Pi. Todo o hardware é integrado em apenas uma única placa e, apesar de o projeto existir desde 2006, ele só começou a ser produzido em 2012. Existem dois modelos: o Modelo A (que custa US$25) e Modelo B (que custa US$35), sendo este último o modelo que é utilizado e recomendado pelos clientes da Fundação. A única diferença entre os dois modelos é que o Modelo A não possui o controlador Ethernet e apresenta apenas uma porta USB.Apesar de não possuir a porta Ethernet, o Modelo A pode ser conectado a internet através de um adaptador USB de Ethernet ou Wi-Fi.

Estrutura musical utilizada durante a palestra - Raspberry Pi

 

"A intenção inicial da criação do Raspberry Pi era a de promover o ensino da ciência da computação em escolas básicas a um baixo custo", disse D.J., membro do Grupo de Computação Musical (Compmus), pertencente ao Departamento de Ciência de Computação (DCC) do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP). "Já a função dele é a mesma de um desktop comum, mas, nessa apresentação, ele foi utilizado com foco no processamento de sinais", completou o palestrante. Nesse sentido, sistemas operacionais do Raspberry Pi foram distribuídos com especializações para processar sinais de específicos, como o áudio, vídeo e imagem (XMBC), o firewall com função de roteador (IPFire) e o emulador de videogames (PiMAME). Esse processamento de sinais se dá por três meios diferentes: USB (com a dependência de dispositivos e  drivers), GPIO (portas programáveis de entrada e saída de dados  que podem ser ligadas diretamente ao Raspberry Pi ou pelo uso de protoboard) e por rede (Ethernet, Wireless ou Bluetooth).

Durante o seminário, houve a realização de processamentos de sinais com o uso de um cavaquinho e de um teclado, executando músicas com vários efeitos em tempo real, o que provou que a sua utilização em performances artísticas ao vivo é possível. Contudo, se faz necessário a compra de toda a estrutura necessária para isso, como a placa de som USB, o mini adaptador Wireless, o teclado, o mouse e um aparelho que permite mais conexões USB ao computador (o Hub USB), o que torna a questão do preço um problema, tendo em vista que o total gasto nos equipamentos usados na demonstração de áudio foi de US$130. "Apesar disso, o Raspberry Pi é atrativo pela economia na manutenção/troca do aparelho, tendo em vista que ele é muito resistente, duradouro e extremamente funcional", afirma D.J., após a apresentação. Todavia, há um agravante para compras feitas em território nacional: o alto preço nas lojas do país, que aumenta substancialmente o valor agregado dos equipamentos (D.J. fez uma pesquisa em sites de lojas brasileiras e o valor total dos equipamentos ultrapassaria os R$500).

 

Fontes: Instituto de Matemática e Estatística - USP  http://www.usp.br/aun/exibir.php?id=5057

Autor:  Arthur Deantoni 

Fazer o seu próprio telefone celular é mais fácil do que você imagina. Veja como....

celular artezenal

 

Nosso repórter constrói um celular artesanal utilizando amplamente peças disponíveis e instruções on-line.

 

De repente, meu telefone toca. Ele gorjeia uma versão metálica do que parece ser a Christmas carol  Angels We Have Heard on High. Eu estou tonto de espanto.

 

No quinto andar do MIT Media Lab, em Cambridge, Massachusetts, David Mellis acaba ligado no celular e passamos a tarde toda soldando juntos. É isso mesmo: Acabei de construir um celular. Totalmente artezenal.

 

Mellis é um estudante de graduação no laboratório High-Low Tech, faz parte de um grupo de evangelistas de engenharia tentando trazer know-how tecnológico para as pessoas que, talvez, pensei que estavam fora de alcance. Em 2005, ele ajudou a fundar Arduino, uma empresa que fabrica microprocessadores simples-para-programar e vende-os em placas de circuito simples. A idéia é ajudar as pessoas a fazerem produtos eletrônicos sem a necessidade de uma licenciatura em ciência da computação.

 

Eles são populares entre os amadores, hackers e o tipo de pessoas que acabam trabalhando no Media Lab. Mellis perguntou-se como poderia levar a idéia adiante.

"A coisa mais difícil é consegui-lo para além das pessoas que já estão fazendo coisas com a eletrônica", diz ele. Então, ele decidiu ver se ele poderia projetar produtos eletrônicos de consumo que você pode fazer para si mesmo e realmente usar depois. Ele começou com rádios, alto-falantes e mouses de computador antes de fazer o salto para o último dispositivo do consumidor: o celular.

 

Mellis me mostra como derreter a solda de metal macio para a placa de circuito, ele projetou e como usar o metal para prender resistores e capacitores do tamanho de alguns grãos de sal. Estou nervoso no início - Eu nunca tinha feito soldadas  na minha vida. Isso me um bom teste de como um sujeito faz, diz Mellis.

 

"Eu estou interessado em tentar abrir o processo para as pessoas que realmente não tenham feito essas coisas antes", diz ele.

 

Eu estava preenchendo espaços na placa de circuito, mas o meu entendimento de como as partes se encaixam era muito escasso. E um monte de componentes ainda estavam fora do meu controle. Eu usei o software de Mellis, por exemplo, que dá as capacidades de telefone semelhante ao de um telefone Nokia com 10 anos de idade: ela pode fazer e receber chamadas e textos, armazenar até 255 números de telefone, e tem um relógio.

 

A coisa toda custa cerca de 100 dólares em partes, excluindo o cartão SIM. Quase todos os componentes vieram de eletrônica on-line ou lojas de hobby, ele diz, e as instruções, bem como o código-fonte estão disponíveis em seu site. No entanto, o módulo GSM, que liga o telefone à rede celular e converte os sinais de áudio para o alto-falante e microfone, veio de um site de comércio eletrônico chinês.

 

A parte traseira do telefone tem espaços para peças de trabalho: o módulo GSM, um microcontrolador, que traz os sinais do módulo GSM para os botões e tela; uma antena de palito de tamanho, e um suporte de cartão SIM.

 

Eu comprei o cartão SIM, com o seu plano de dados livre de mês a mês, a partir da T Mobile Store - conexão com a rede é uma coisa que eu não posso fazer sozinho.

 

Quando era a hora do corte a laser, usei os projetos de Mellis. Isso significa que o meu telefone é idêntico ao seu protótipo, que tem vindo a utilizar como seu telefone celular nos últimos três meses. O resultado final é um pouco grosso e robusto, mas acaba com o tamanho e espessura do meu smartphone Android.

Eu também estou pensando em maneiras que eu poderia usá-lo. Um dos colegas de laboratório de Mellis quer fazer um telefone com um único botão para a sua avó chamá-lo. Outro diz que se ela já tem filhos, ela vai dar-lhe um telefone que só chama.

 

Eu não estou pronto para jogar fora meu smartphone ainda. Mas eu poderia começar a tomar este telefone nas férias, para que eu possa escapar do Facebook e e-mail e  ainda fazer chamadas. E porque eu  o construí, estou começando a ficar bastante ligado a ele.

Autor:  Lisa Grossman

Fonte: http://www.newscientist.com/article/mg21729096.000-making-your-own-phone-is-easier-than-you-might-think.html

 

Parallella: Um supercomputador Linux por $99

 

 

Tendo como base o  Raspberry Pi, aqui vem Parallella de Adapteva, uma placa de chip paralelo de baixo custo para supercomputação em ambiente Linux.

 

A Adapteva anunciou em 15 de abril no Linux Collaboration Summit, em San Francisco, Califórnia, que eles construíram a sua primeira placa de processamento paralelo Parallella para supercomputação  em Linux, e que eles irão disponibilizar para os seus 6.300 Kickstarter supporters  e outros clientes deste verão.

 

Linux tem sido o número um em sistema operacional para supercomputador. Mas enquanto por um lado você pode construir seu próprio supercomputador Linux utilizando off-the-shelf (COTS) produtos comerciais, por outro isto demanda um tempo que talvez torne todo o projeto inviável. Pois até então você precisava de hardware que poderia suportar computação paralela massivamente  - a pedra angular da supercomputação moderna.

 

O que a Adapteva tem feito é criar uma placa de processamento paralelo do tamanho de um cartão de crédito. Esta vem com um processador dual-core ARM A9 e um chip  64-core Epiphany Multicore Accelerator, juntamente com 1GB de RAM, um cartão microSD, duas portas USB 2.0, Ethernet 10/100/1000, e uma conexão HDMI. Se tudo correr bem, por si só, este conselho deve entregar cerca de 90 GFLOPS de desempenho, ou - falando em termos de usuários de PC - uma CPU 45GHz de poder.

 

Esta placa vai usar Ubuntu Linux 12.04 para o seu sistema operacional. Para colocar tudo isso para o trabalho, o design e os controladores de referência da plataforma já estão disponíveis.

 

Por que você quer um supercomputador $ 99?

Adquira o Raspberry Pi na Amazon por menos de R$94.12, entrega no Brasil.

 

Bem, além do fato de que seria muito legal, o CEO da Adapteva, Andreas Olofsson, explicou:

 

Historicamente, o processamento em série [computação convencional] melhorou tão rapidamente que na maioria das aplicações, não houve necessidade de processamento paralelo. Infelizmente, o desempenho de processamento em série já atingiu uma parede de tijolos, e o único caminho prático para o desempenho de escala no futuro é através de processamento paralelo. Para fazer aplicações de software paralelos onipresente, vamos precisar fazer hardware paralelo acessível a todos os programadores, criar métodos de programação paralela muito mais produtivas, e converter todos os programadores de série para os programadores paralelas.

E, claro, Olofsson acrescentou, "fazer computação paralela acessível a todos, para que possamos acelerar a adoção de processamento paralelo na indústria", o Parallella teve que ser criado. Olofsson admitiu que sua empresa não poderia ter feito isso por si só. O projeto exigiu, e conseguiu, com o apoio de outros OEMs de hardware, incluindo Xilinx, Analog Devices, Intersil, Micron, Microchip, e Samtec. As empresas têm permitido a Adapteva  trazer seus primeiros quadros pre-produção para San Francisco, e assim rapidamente, satisfazer as ansiedades de  seus futuros clientes (programadores).

 

Fonte: http://www.zdnet.com/parallella-the-99-linux-supercomputer-7000014036/

 

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O Google dá sua visão do futuro da publicidade online

PublicidadeGoogle

 

"Inovação é um termo econômico e social", dizia Peter Drucker, famoso consultor, analista e escritor. "Seu critério não se baseia na ciência ou na tecnologia, mas nas mudanças no ambiente econômico e social, e no comportamento das pessoas como consumidores ou produtores".

Portanto a publicidade faz toda a diferença, e segundo a executiva do Google  Susan Wojciski, a publicidade deve mudar e basear-se em cinco pilares: escolha, controle, charme, conexão e calibração. A grande novidade, de imediato, é o lançamento de "campanhas melhoradas".

 

Escolhendo e acertando no alvo

O posicionamento da oferta não se baseia exclusivamente em suas características, sejam tangíveis ou intangíveis. Baseia-se primordialmente de como se estabelece um alvo para o produto. As empresas podem obter posições diferenciadas paras seus produtos e serviços concentrando-se em segmentos específicos de mercado. Mas a questão principal está em como se comunicar com este mercado de forma rápida e eficaz, dado que não se cria relacionamento se não há uma comunicação de mão dupla de forma eficiente.

Assim a publicidade deve acompanhar e dar suporte a esta comunicação de forma rápida e objetiva e a única forma de fazer isso com um custo baixo é a publicidade online. A publicidade online transformou-se já no canal preferido das empresas em muitos países e rapidamente irá substituir a TV nos outros.

Todavia até agora não tínhamos instrumentos para "afinar" a precisão, até que o líder mundial Google começou a repensar no assunto e para que isso aconteça há mudanças que devem ser implementadas. A Google tem vindo a refletir seriamente no assunto, ou não fosse esse o seu principal negócio e chegou a uma conclusão: A publicidade deve mudar e basear-se em cinco pilares: escolha, controle, charme, conexão e calibração. A grande novidade, de imediato, é o lançamento de "campanhas melhoradas".

Na conferência Ad:Tech, que decorreu em São Francisco, a vice-presidente da Google para a publicidade, Susan Wojciski, afirmou que "a primeira coisa em que temos de pensar é nos usuários, para onde vão e como vão mudar os seus comportamentos".

Para esta especialista, citada pela Forbes, até 2020 grande parte da nossa vida vai ser digital e os anunciantes devem estar preparados para isso e dar as melhores opções aos usuários. O futuro da publicidade digital pode muito bem vir a basear-se em cinco grandes pilares, principalmente se o gigante Google insistir que esse é o caminho.

 

Escolha

Os anúncios tenderão a ser voluntários, ou seja, apenas aqueles que o escolherem verão a publicidade. "Somos pagos num custo por click e cabe ao sistema de anúncios e aos editores mostrarem a publicidade certa no momento certo" através do TrueView, o sistema que mostra a publicidade de acordo com os interesses dos usuários. Este sistema poderá vir a ser melhorado com a inclusão de elementos que estimulem o compromisso e que mostrarão elementos publicitários normais mas que se transformarão com a passagem do mouse, com catálogos ou vídeos.

 

Controle

 
Para que a publicidade funcione ela deve ser relevante para os usuários e estes devem ter o controle sobre o que querem ver. A Google já tem uma página que permite aos usuários decidirem o que lhes interessa ver, mas"este método deve ser implementado em grande escala".

 
Charme

 
Os anúncios têm de ser mais bonitos e apelativos e uma vez mais em grande escala e aqui, uma vez mais, com anúncios que estimulem o compromisso e a interatividade dos usuários e que "obrigarão os publicitários a serem mais criativos".

 
Conetados

 
Os publicitários devem deixar de pensar nos dispositivos e centrarem-se exclusivamente nos clientes/usuários. "É por isso que anunciamos o lançamento de 'campanhas melhoradas', que é a maior mudança de sempre na estrutura do sistema Google Adwords. Os publicitários vão ser capazes de alcançar não os dispositivos mas as pessoas. Temos de ser capazes de ver a publicidade que seja relevante para o local onde estamos e para o que estamos a fazer", afirmou a vice-presidente da Google.

 
Calibração

 
Os clicks vão ser apenas uma das formas de medir a eficácia e o alcance das campanhas. Active Views e Active GPR devem ser medidos em todos os produtos, para que a indústria possa ter uma melhor noção do alcance e impacto das campanhas publicitárias.

 

 
Fonte: http://www.techenet.com/2013/04/o-futuro-da-publicidade-online-segundo-a-google/

 

 

Dicas importantes para entender melhor a Raspberry Pi

Framoesa Dicas

 

Devido a grande procura que recebemos por mais infomações referente ao Raspberry Pi buscamos a ajuda de um especialísta que nos deu dicas importantes, as quais compartilhamos a seguir:

 

Verifique os Periféricos Homologados para Raspberry Pi:

http://elinux.org/RPi_VerifiedPeripherals

 

Wikipedia Raspberry Pi:

http://elinux.org/RPi_Hub

 

How to install Debian on Raspberry Pi:

http://www.raspberrypiforums.com/forums/tutorials/article/2-how-to-install-debian-on-raspberry-pi/

 

Raspberry Pi - XBMC (Media Center)
http://www.raspbian.org/FrontPage

 

Support for XBMC Raspberry Pi

http://forum.xbmc.org/forumdisplay.php?fid=166


Uma fonte útil para entender os conceitos dos problemas na Raspberry Pi
http://raspberrypi.stackexchange.com/   


Creating your first program with the Raspberry Pi

http://www.raspberry-pi.co.uk/projects/creating-your-first-program-with-the-raspberry-pi/

 

Raspberry Pi - Python Adventures

http://raspberry-python.blogspot.com/2013/01/python-on-raspberrypi-01.html

 

Youtube: Raspberry Pi Tutorial 3 - Hello World, Geany and Python:

http://www.youtube.com/watch?v=SXmYIAGwpe4

 

Youtube: Raspberry Tutorials
http://www.youtube.com/user/RaspberryPiTutorials

 

2: Raspberry Pi GPIO Inputs in Python

http://openmicros.org/index.php/articles/94-ciseco-product-documentation/raspberry-pi/218-2-raspberry-pi-gpio-inputs-in-python

 

Fórum Raspberry Pi: Tópico interessante sobre Debian ARM on Raspberry Pi

http://www.raspberrypi.org/phpBB3/viewtopic.php?f=4&t=3150

 

Creating a Geany Project with Geany Compiler

http://www.raspberry-projects.com/pi/programming-in-c/compilers-and-ides/geany/creating-a-project

 

Geany Compiler

http://www.geany.org/Download/Releases

 

Muitos projetos e explicações ( o Header do bcm2835 está aqui):
http://www.raspberry-projects.com/pi/ 

 

Site Oficial do Compilador Geany(Compilador Raspberry):

http://www.geany.org/manual/current/index.html

 

Muitos Tutoriais e inclusive como jogar Quake 3 na Rapberry Pi:

http://www.raspberrypi-tutorials.co.uk/raspberry-pi-installing-quake-iii/ 



 

 

Contribuição: Roberto Dalla Valle (Products - Engineer)

Principais diferenças entre Elaboração e Gestão de Contratos e Gestão de Terceiros e Fornecedores

 

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O Curso Gestão de Terceiros e de Fornecedores  ora proposto se caracteriza pela abordagem de gestão.

Ele atravessa de forma horizontal as diversas atividades, habilidades e conhecimentos necessários para se estabelecer a gestão eficaz e eficiente de contratos, inclusive em seus aspectos jurídicos. Não é objeto do curso abordar de forma vertical a elaboração de contratos, demonstrando casos de contratos utilizados para os diversos segmentos da indústria e serviços. Caso tivéssemos optado por esse conteúdo, o titulo do curso teria que se assemelhar a " Princípios e Fundamentos para a Elaboração de Contratos ".

Veja, o principal problema da maioria das empresas é o estabelecimento da Gestão de Contratos e Fornecedores. Sabemos que a maioria das empresas não utiliza de forma eficaz os contratos como objeto de gerenciamento das atividades ou critérios de qualidade de entrega de produtos, prazos, custos, riscos, tratamentos de exceção, renovação, auditorias de fornecedores, reuniões de acompanhamento, sla, abordagens baseadas em práticas de excelência na gestão de fornecedores, desenvolvimento de fornecedores, etc...

 

Assim construímos um treinamento que aborda o processo de gestão e aponta os Fatores Críticos de Sucesso para uma boa gestão.

 

Autor: Sergio Richter Ayres

 

 

 

 

UDOO – A fusão do Raspberry Pi com o Arduino

 

 

 

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Uma das premissas mais desejadas desde sempre no ramo da tecnologia foi tornar o computador o mais acessível para qualquer pessoa. O Raspberry Pi foi um bom passo neste caminho da massificação da tecnologia. Mas e se pudesse combinar a portabilidade e o processamento do Raspberry pi com a flexibilidade da placa Arduino? O resultado, seria a UDOO.

Uma nova "board" acaba de entrar no mercado de PCs de dimensões minúsculas. O UDOO que se pronuncia "You do" (uma possível tradução é faça você mesmo), é uma placa semelhante ao Raspberry Pi que lhe permite executar a sua distribuição de Linux ou em alternativa o Android. Mas se pudéssemos fazer uma comparação adequada poderíamos classificar a UDOO como um "Super Raspberry Pi".

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Segundo o seu autor, o UDOO combina o poder de processamento de 4 Raspberry Pi's e uma placa Arduino. Ao nível das características técnicas desta placa pode esperar o seguinte:

Freescale i.MX 6 ARM Cortex-A9 CPU Dua/Quad core 1GHz
IGráfica integrada, cada processador disponibiliza 3 módulos para aceleração 2D, OpenGL® ES2.0 3D e OpenVG™
Atmel SAM3X8E ARM Cortex-M3 (mesmo chipset incluído na Arduino Due)
1GB DDR3 de memória RAM
54 Digital I/O + entrada analógica (Compatível Arduino R3 1.0 pinout)
HDMI e LVDS + Touch (sinal I2C)
Ethernet RJ45 (10/100/1000 MBit)
Módulo WiFi
Mini USB e Mini USB OTG
USB do tipo A (x2) e conector USB (necessita de um cabo adicional)
Conector Audio e Microfone analógico
SATA (apenas versão Quad-Core)
Ligação para a instalação de uma câmara
Micro SD (sistema principal de armazenamento e arranque)
Alimentação (5-12V) com conector para ligação externa

 

Atualmente o projeto está a angariar fundos através do site Kickstarter para acelerar o processo de desenvolvimento da placa e produzir placas em suficiente quantidade e ao mesmo tempo manter um preço baixo. Contudo, o esquema da UDOO será disponibilizado numa licença open-source (Creative Commons Attribution Share-Alike), para que entusiastas individuais ou empresas que estejam interessadas possam construir as suas próprias placas, ou trabalhos derivados.

 

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Os objetivos da UDOO são bastante semelhantes aos que motivaram o nascimento do Raspberry Pi, e são:

Desenvolver um produto inovador vocacionado para um mercado em crescimento
Conceber uma nova visão para o sistema de ensino, onde a ideia seja treinar uma nova geração de engenheiros, designers e programadores especializados.
Incentivar o DIY "faça você mesmo".
Disponibilizar uma plataforma de sistemas embutidos de baixo custo para exploração de novos paradigmas na área da Arte
Disponibilizar um recurso de prototipagem rápida para as empresas

Voce pode assistir a seguir ao vídeo de apresentação da UDOO para saber mais acerca do projeto e poder perceber alguns dos inúmeros casos de uso, possibilitados por esta maravilha tecnológica.

 

 

Salientamos que o projeto foi lançado em 9 de Abril e em menos de uma semana atingiu os objetivos iniciais a que se propôs. Voce pode consultar toda a informação que necessita no site KickStarter (poderá também fazer a sua doação) ou simplesmente saber mais no site oficial do projeto.

fonte: http://www.techenet.com/2013/04/udoo-a-fusao-do-raspberry-pi-com-o-arduino/

 

O que você precisa saber ao optar por um curso de engenharia de requisitos

 

engenharia de requisitos

 

O texto a seguir foi extraído de uma consulta feita por um dos interessados nesta formação, sendo que levanta algumas questões que são de interesse de todos. Assim, resolvemos publicar a resposta em forma de blog, pois desta forma estará disponível para qualquer consulta posterior:

 

"A Engenharia de Requisitos é uma área de conhecimento da Engenharia de Software. Você tem razão quando coloca que essa é uma área que menos envolve a execução do desenvolvimento de um software. Ela pode ser adaptada para a captura de Requisitos de Negócio de qualquer projeto empresarial. Porém, quando falamos de Engenharia de Requisitos voltada para ambientes de desenvolvimento de software, ela requer que o Analista de Requisitos, possua conhecimentos de desenvolvimento de sistemas. Ela necessita para esse fim, o conhecimento de diagramas em UML, especificação detalhada para a construção de um software, pois é a entrada para a execução, para o planejamento e para as estimativas de esforço e prazo. No caso de ponto de função, é preciso separar as funções de dados das funções transacionais, é preciso da mesma forma identificar ALI(Arquivos Lógicos Internos), AIE(Arquivos de Interfaces Externas), EE(Entradas Externas), CE(Consultas Externas), SE(Saídas Externas), assim como DER (Dados Elementares Relacionados) e RLR (Registros Lógicos Relacionados). É necessário contar os pontos de função e e transformar em esforço, de acordo com a produtividade da linguagem de desenvolvimento ( Programação).

 

Nesse sentido poderia lhe dizer que a Engenharia de Requisitos é um processo composto, onde possuo uma parte  relacionada com a Especificação de Requisitos de Negócio, na qual prevalece a concepção, levantamento, elaboração e negociação. Na segunda parte e, está é bastante técnica eu ainda teria a Especificação e Validação, as quais tratam do detalhamento com a utilização de vários diagramas e técnicas, tais como DER, DHS, DBD, os quais transformam o requisitos de negócio em especificações detalhadas para a construção do software.

 

A Programação somente ocorrerá após a Especificação técnica estar validada.

 

Como você pode notar, a maioria dos profissionais atua mais na Especificação de Requisitos de Negócio do que na Especificação Técnica de Requisitos de Negócio. Além do mais, temos ainda a questão de gerar produtos intermediários que seguem para análise de ponto de função e planejamento do projeto de software.

 

O treinamento que ministro olha o processo integralmente, define o que é Requisitos Funcionais e Não Funcionais, que tem a mesma importância na construção de um software. Seria impossível no prazo que temos para esse treinamento, entrarmos em técnicas de apoio, tais como UML, DER, DHS, DBD, Function Point, Planejamento e Desenvolvimento. O treinamento procura estabelecer e ensinar como se faz uma Especificação de Requisitos de Negócio consistente. Afinal, se não soubermos caracterizar corretamente a necessidade do usuário, construiremos softwares sem nenhuma aderência ao requisito do usuário, o que remeterá a manutenções pós entrega e aumento de custo dos projetos, além de impactarmos nos prazos do negócio.

 

Por onde começar?

 

Por uma questão lógica você deve começar pelo fundamento da Engenharia de Requisitos, pois os produtos gerados dessa área de conhecimento vão subsidiar a Análise por Pontos de Função e posteriormente o Planejamento do Projeto de Software. Na Engenharia de Requisitos, aprendemos o quão importante é a caracterização do escopo de desenvolvimento, de acordo e compromissado com as partes interessadas, ou seja, o usuário solicitante. O escopo permitirá que se analise a complexidade, riscos, recursos tecnológicos e humanos, custos envolvidos, alinhamentos com as estratégias de negócio, inclusive para decidir sobre desenvolver ou adquirir soluções prontas do mercado.

 

Assim, resumindo, faça um bom curso de Engenharia de Requisitos, depois faça um bom curso de Análise de Ponto de Função, se possível busque uma certificação pelo IFPUG ( Internacional Function Point Users Group). Finalmente faça um curso de Gestão de Projetos baseado no PMI - PMBoK. Você terá cumprido um ciclo completo que lhe habilitará a ser um bom Gerente de Projetos.

 

Quais são as diferenças entre Engenharia de Requisitos e Análise de Requisitos?

 

Bem, nessa pergunta a minha resposta é: A Engenharia de Requisitos engloba a Análise de Requisitos. Se, conforme citado anteriormente, em uma primeira fase você captura a necessidade do usuário e levanta informações, elabora desenhos de simulação funcional e valida o escopo, em seguida, você utiliza uma série de técnicas para desdobrar o escopo em suas funções e regras de negócio, para obter a melhor solução para a construção do software. Na análise você vai identificar como as informações de entrada são processadas por uma função ou funcionalidade do software para gerar as saídas requeridas pelo negócio ou partes interessadas. Dependendo da profundidade da análise, você poderá definir funções, atributos, funções de transação  e função de atualização de banco de dados poderá identificar as hierarquias internas do software e até mesmo gerar Especificações de Programas e Português Estruturado. Ainda poderá definir o Programa de testes funcionais ou de negócio, que ajudará ao usuário chave homologar a solução.

 

Espero que eu tenha lhe ajudado na decisão de fazer o curso do Grupo treinar."

 

Autor: Sergio Richter Ayres

 

 

A seguir referencio dois vídeos sobre o assunto:

 

1) A importância da Engenharia de Requisitos

 

 

2) Lecture - 5 Requirements Engineering / Specification

 

 

 

 

 

Oferta massiva de cursos on-line para desenvolver talentos globais

cursos online internacionais

Nós estamos começando a aprender mais sobre como a enorme oferta de cursos on-line abertos - aulas on-line livre de algumas das melhores universidades do mundo - estão sendo usados. As quatro principais organizações Coursera, EDX, Udacity e Udemy já tem milhões de usuários. Mas enquanto o recurso de ganhar  conhecimento em fazer cursos de  Harvard ou MIT, entre muitos outros, nunca é forte pois cerca de 90 por cento dos participantes nunca terminam ou até mesmo iniciam suas aulas. Ainda assim, existem benefícios reais para oferecer ensino superior gratuito para qualquer pessoa no mundo.

 

Ou seja, eles estão ajudando universidades a descobrir jovens talentosos ao redor do mundo cujos talentos de outra maneira poderiam  passar despercebidos pelas principais instituições. O  Financial Times relata sobre um  adolescente da Índia, que foi aceito para o MIT, após suas habilidades chamarem a atenção do professor que, então, escreveu-lhe uma carta de recomendação para cursar a universidade, um ganha-ganha tanto para o aluno como para a escola.

 

Embora pareça natural que esses cursos universitários atraem principalmente estudantes universitários e adultos que querem continuar a sua educação, o número de adolescentes que estão tirando proveito dos serviços está crescendo.

 

E apesar do fato de que esses cursos foram desenvolvidos por universidades nos Estados Unidos, eles estão atraindo um público global. EDX, uma organização sem fins lucrativos fundada por Harvard e do MIT, obtém a maioria de seus alunos dos EUA do que em qualquer outro país, mas dois terços dos estudantes são internacionais e a segunda maior  população de estudantes vem da Índia.

 

Fontes e referências:

http://www.smartplanet.com/blog/bulletin/massive-open-online-courses-discover-global-talent/16274

https://www.coursera.org/

https://www.edx.org/

https://www.udacity.com/

https://www.udemy.com/

http://qz.com/65408/the-dirty-little-secret-of-online-learning-students-are-bored-and-dropping-out/

http://www.ft.com/cms/s/c5a4b932-924c-11e2-851f-00144feabdc0,Authorised=false.html?_i_location=http%3A%2F%2Fwww.ft.com%2Fcms%2Fs%2F0%2Fc5a4b932-924c-11e2-851f-00144feabdc0.html&_i_referer=http%3A%2F%2Fwww.smartplanet.com%2Fblog%2Fbulletin%2Fmassive-open-online-courses-discover-global-talent%2F16274#axzz2OlEaQdcw

 

5 coisas que as pessoas realmente inteligentes fazem

 

Sabedoria

 

 

Não fique no caminho da sua própria aprendizagem. Aqui vão 5 maneiras de continuar alimentando a sua inteligência

 

 

A maioria das pessoas realmente não pensam muito sobre a maneira com que aprendem. Geralmente acreditamos que o aprendizado vem naturalmente. Escutamos as pessoas falar a todo o momento - seja no dia-a-dia, seja em cursos e palestras - que, simplesmente absorvemos o que elas estão falando, não é isso?

 

Não é verdade:

"Com o passar do tempo, a aprendizagem verdadeira vai ficando mais difícil. Quanto mais enchemos nosso cérebro com números e experiências, menos espaço temos para novas ideias e novos pensamentos."

 

Além disso, quanto mais velhos, mais opiniões para refutar esses pensamentos nós temos pela frente. Como todos que querem continuar aprendendo, precisamos nos considerar um eterno aprendiz, e trabalhar mais duro para ficar de mente aberta.

Mas a necessidade de aprendizado nunca termina. O mundo está mudando e novas ideias surgem todos os dias.

Por isso, é preciso incorporar essas mudanças em nossas vidas para nos mantermos engajados e relevantes. A seguir estão os métodos que precisamos praticar para estarmos abertos para o novo.

#1. Cale a sua voz interna

 

Você sabe muito bem sobre o que estamos falando, não é mesmo? É aquela voz que sempre tece algum comentário imaginário quando estamos conversando com as pessoas.

Essa voz é a nossa opinião sobre a informação que estamos nos deparando. É muito fácil - e às vezes tentador - dar mais atenção e ceder à essa vozinha. E, muitas vezes essa voz que nos impede de escutarmos abertamente  para uma boa informação e nos desligamos antes de ter ouvido a ideia por completo.

Concentre-se menos no que seu cérebro tem a dizer e mais na informação.Você pdoerá se surpreender com o que escuta.

#2. Argumente com você mesmo

 

Se você não pode calar a sua voz interior, então pelo menos use-a a seu favor. Toda vez que ouvir a si mesmo contrariando a mensagem, pare e tome o ponto de vista do outro.

Sugira ao seu cérebro os motivos pelos quais ele - o cérebro - pode estar errado, enquanto o interlocutor e a mensagens pode estarem certos. No melhor dos casos você irá se abrir para a informação que está sendo fornecida.

Se isso falhar, você pelo menos está fortalecendo seus argumentos.

#3. Aja como um curioso

 

Algumas pessoas são naturalmente curiosas, enquanto outras não o são. Não importa qual a categoria você está inserido, a verdade é que você só tem a ganhar se comportando como uma pessoa curiosa.

Da próxima vez que estiver escutando alguma informação, seja curioso e anote de 3 a 5 informações interessantes sobre aquilo. Se você estiver em uma palestra, procure no Google algumas respostas.

Se você estiver em uma conversa, pode pedir as respostas para outra pessoa. De qualquer forma, você provavelmente vai saber mais, e o hábito de pensar em perguntas ajudará a codificar os conceitos em seu cérebro.

Enquanto você não for curioso como um gato, aja como ele para se beneficiar do conhecimento.

#4. Encontre o cerne da verdade

 

Nenhum conceito ou teoria some.

Em algum lugar de um conceito que soa como uma completa asneira, há alguma coisa nessa ideia que se baseia em fatos. Mesmo que você não compre a ideia, você precisa identificar de onde veio o ponto verdadeiro nisso tudo.

Jogue como um detetive para encontrar as próprias evidências. Você irá melhorar as suas habilidades de dedução e pode até mesmo melhorar a ideia original.

#5. Concentre-se na mensagem, não no mensageiro

 

Muitas vezes calamos a nossa aprendizagem por conta do mensageiro. Se um professor é chato, feio, não é atraente, ou é contrário as suas ideias, isso pode ter impacto na sua aprendizagem.

Até mesmo amigos podem prejudicar o processo de aprendizagem, uma vez que há muita história e familiaridade entre vocês para que se vejam como autoridade em algum assunto.

Separe o conteúdo de quem o entrega.

Finja que você não conhece a pessoa, ou as suas crenças de maneira que você possa sempre se concentrar nas informações objetivas. Se a pessoa for chata, concentre-se em 2 ou 3 coisas que lhe façam permanecer atento, criando o seu próprio entretenimento, para não dormir.

É sempre bom nos perguntar: de onde vêm as boas ideias?

 

 

 

 

Nunca aja como se já soubesse de tudo!

 

Sempre é possível aprender coisas novas.

Temos o hábito de nos fechar para novas coisas, quanto mais aprendemos. O grande desafio é nos mantermos abertos ao aprendizado, pois é isso que vai nos permitir relizarmos coisas incríveis em nossa vida.

Por mais que saibamos, existe informações vagando por aí que não daríamos conta de assimilar em séculos de vida. Nosso papel não é nos julgarmos mais inteligentes ou sábios do que ninguém, mas aprender a cada dia mais para tornar o conhecimento uma ferramenta de domínio público.

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Este artigo foi inspirado pelo "5 Things That Really Smart People Do", da revista Inc.

Steven Johnson - De onde vêm as boas ideias

 (dentro de tantas coisas importantes ele conta a história de como nasceu a idéia inicial para a criação do GPS)

 

 

 

Autor: Enrico Cardoso 

Fonte: http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/inovacao/5-coisas-que-as-pessoas-realmente-inteligentes-fazem?utm_source=Jornal+do+Empreendedor&utm_medium=linkedin&utm_campaign=Feed%3A+jornalempreendedor+%28JORNAL+DO+EMPREENDEDOR%29