Arquivos mensais: março 2026

Como elaborar Planos de Amostragem

Qualidade2

Se você trabalha com qualidade ou processos, provavelmente já se deparou com algumas questões relativas à decisão sobre a real necessidade de coletar dados para amostra. Sendo assim, quais serão os critérios para a escolha: 

Utilização de dados históricos ou experimentação? 

Por outro lado, sabemos que, quando nos defrontamos com qualquer projeto de qualidade, é fundamental saber o que se está tentando resolver. Provavelmente na procura da resposta vamos nos direcionar na escolha de um Plano de Amostragem. Depois iremos focar principalmente nas propriedades do plano, facilidades de administração, proteção oferecida, total de amostra exigida e custo de inspeção. 

Em nossa formação podemos te ajudar nesta procura e, além disso, te proporcionar mais ainda:

  • O principal benefício está em poder conhecer um pouco mais da experiência de nossos especialistas, autoridades neste assunto, reunindo profissionais com mais de 20 anos como Educadores e mais de 30 anos com atuação ligada às estes temas.
  • O participante irá conhecer mais sobre:
    • A finalidade e os caminhos mais usados nas pesquisas por amostragem com foco na gestão, bem como avaliar a qualidade de uma pesquisa por amostragem;
    • Qual a visão mais adequada para identificar e combinar população e base amostral (sampling frame), como por exemplo, reconhecer vantagens e limitações e aplicar técnicas de amostragem aleatória;
    • Como aplicar a Norma brasileira NBR 5426 correspondente à MIL STD 105;
    • Como processar e codificar os resultados da coleta e quais são as falhas mais freqüentes na coleta de dados amostrais.

Alguns diferenciais desta Capacitação:

  • Conta um pouco da história da elaboração desta Norma;
  • Inclui tópico sobre avaliação do sistema de medição por atributos: todos que inspecionam um mesmo produto devem identificar defeituosos do mesmo modo;
  • Mostra como usar e construir curvas características de operação (CCO);
  • Esclarece os conceitos de QMR, LQMR e QL, combinando NQA com QL;
  • Fornece orientações para aplicação da inspeção por amostragem salteada (Skip Lot);
  • Mostra como construir plano específico de amostragem levando em conta, ao mesmo tempo, os riscos do produtor e do consumidor.

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Testemunhos Planos de Amostragem

5 Razões para participar de comunidades on-line de nicho

nicho

Enquanto o resto do mundo dos negócios debate como desenvolver competidores ao Facebook e LinkedIn, alguns empreendedores estão descobrindo que o sucesso está nos pequenos mercados. Isso porque existem várias comunidades on-line que atendem para públicos específicos, o que para muitos é melhor do que as gigantes sociais tradicionais.

A participação em comunidades altamente focadas em nichos profissionais como a Spiceworks e FohBoh.com atraem empresas B2B que sabem que o sucesso é mais sobre a qualidade do relacionamento do que quantidade. Profissionais com problemas para resolver podem procurar outros com as respostas e as redes sociais de nicho são muitas vezes o caminho mais curto para uma solução.Se você está querendo saber sobre outras vantagens, aqui estão cinco razões para participar de redes sociais de nicho:

1. Economize tempo

Tão bom quanto os grupos do LinkedIn são para responder perguntas, navegar em muitas delas pode se tornar uma tarefa dicicil pela quantidade excessiva de mensagens de spam e táticas de marketing. A maioria das comunidades de nicho são muito boas sobre como controlar esse tipo de coisa. Algumas, como o Sermo (médicos) e PoliceOne (aplicação da lei) ainda exigem que as pessoas apresentem as suas credenciais profissionais para validação antes de conceder a adesão a rede.

2. Fale a mesma lingua

Comunidades de nicho são auto-seletivas. Como resultado, os novatos geralmente não as aderem. Visite qualquer uma das redes sociais listadas acima e veja as discussões. As pessoas falam em uma lingua que só elas entendem.


3. Valorize-se

Quase todas as redes sociais de nicho usam sistemas de classificação que recompensem membros ativos por suas contribuições à comunidade. As pessoas mais ativas são geralmente as mais reconhecidas.

Existem todos os tipos de benefícios neste sentido, incluindo desenvolvimento profissional, oportunidades de falar, e exigir direitos simples. 

4. Crie referencias

Muitos profissionais da área de B2B, particularmente nas disciplinas técnicas, trabalham em áreas altamente especializadas, onde os novos desenvolvimentos são difíceis de rastrear e colegas da mesma área são difíceis de encontrar. Comunidades de nicho são o caminho mais rápido para procurar pessoas com as mesmas afinidades se encontrarem e se aprofundarem nas informações que eles estão compartilhando.

5. Credibilidade

Quando as empresas têm importantes decisões de compra, elas procuram conselhos de outras pessoas que já passaram pelo mesmo problema. Elas são mais propoensas a encontrar outras pessoas que trazem consigo esperiências na mesma área.

Nós do GrupoTreinar oferecemos uma vasta oferta de capacitações em diversas áreas de nicho onde você poderá compartilhar seus conhecimentos e buscar respostas 'as suas pesquisas, confira os cursos relacionados abaixo.

Fonte: mashable.com

BPM como ponto de partida

BPM

Quando se pensa em Gerenciamento de forma eficaz percebemos que sempre são necessários a reunião de todos e de tudo no qual o empreendimento está inserido. Desta forma, análises top-down nos mostram que é necessário conhecer em detalhes as bases nas quais se constrói os pilares fundamentais de uma boa administração: estratégia, arquitetura, engenharia e governança.

A estratégia deve apontar o Norte indicando em que direção todos os esforços devem fluir, a arquitetura deve definir um modelo onde são respondidos os quesitos fundamentais de planejamento (WHAT - WHEN - WHO - WHY - WHERE - HOW, Em português O QUE - QUANDO - QUEM - PORQUE - ONDE - COMO), a engenharia constrói e operacionaliza todos os componentes definidos na arquitetura e a governança institui o modelo que compatibiliza a estratégia, a arquitetura e a engenharia.

Como bem identificou John Zachman, nas empresas há uma necessidade de representar de forma estruturada todos os seus sistemas e seus processos através de uma framework que reflita diversas visões estratégicas. Todavia o ponto de partida da Governança começa a partir do momento que as organizações concebem a Arquitetura Organizacional a partir da Gestão por Processos de Negócios (BPM) alinhada com a Arquitetura da Informação, Arquitetura de Sistemas Aplicativos e Projeto de Sistemas Aplicativos.

Assim a questão consiste em identificar que metodologia e que tendência de BPM a empresa deve adotar. Tendo isto em mente nos deparamos com a análise de efetuada por Clay Richardson da Forrester intitulada " The BPM Trends You Must Embrace In 2011! "

Onde destacamos os principais pontos:

  • Conecte a Arquitetura de Negócios com as iniciativas de BPM para criar um roteiro realista no processo de transformação; 
  • Dê "direitos iguais" nas iniciativas de BPM e a manutenção dos dados;
  • Promova competências em BPM para as funções-chave nos processos que compõem a cadeia de valor da organização; 
  • Procure criar condições para melhor desenvolver a participação colaborativa de todos nos processos da cadeia de valor; 
  • Procure identificar as melhores práticas de programas bem-sucedidos na implementação de iniciativas BPM.

CERTIFICAÇÃO COBIT 4.1® FOUNDATION - RESUMO

cobit 4.1

Governança de TI é responsabilidade dos executivos e do conselho de administração, e consiste em a liderança, estruturas organizacionais e processos que assegurem que a empresa de TI sustente e estenda determinadas estratégias da organização de acordo com seus objetivos.

Governança de TI tem como objetivo:

  • Integrar-se e institucionalizar boas práticas para assegurar que a empresa de TI apoia os objectivos de negócio;
  • Permitir que a empresa obtenha o máximo partido da sua informação, maximizando benefícios, capitalizando oportunidades e ganhando vantagem competitiva.


Governança de TI é:

  • Alinhamento Estratégico
  • Entrega de Valor
  • Gestão de Risco
  • Gestão de Recursos
  • Medição de Desempenho


A organização deve satisfazer os requisitos de qualidade, fiduciários e de segurança para a sua informações.

O framework COBIT contribui para essas necessidades:

  • Fazer um link para o negócio requisitos ;
  • Organizar atividades de TI em um modelo de processo geralmente aceitos;
  • Identificar os principais recursos de TI para ser aproveitado;
  • Definição dos objectivos de controlo de gestão a serem considerados;


COBIT, portanto, suporta a governança de TI, fornecendo um quadro para garantir que:

  • TI esteja alinhada com o negócio;
  • TI suporte os negócios e maximize seus benefícios;
  • Recursos de TI sejam usados ​​de forma responsável;
  • Riscos de TI são gerenciados de forma adequada;


Áreas de Foco de Governança de TI  descrevam os tópicos que a gerência executiva precisa abordar na governança de TI, e são eles:

  • Alinhamento Estratégico;
  • Entrega de valor;
  • Gestão de Recursos;
  • Gestão de Riscos;
  • Medição de Desempenho;


A estrutura fornece uma ligação clara entre os requisitos de governança de TI, processos de TI e Controles de TI.

COBIT está focado no que é necessário para alcançar uma gestão adequada e controle de TI e é de alto nível.
COBIT é o quadro de controle interno geralmente aceitos para a TI.
Os produtos do COBIT foram organizados em três níveis projetados para apoiar:

  • A gerência executiva e conselhos;
  • Business e gestão de TI;
  • Governança, garantia, controle e segurança profissional;

Executivos devem entender por que Governança de TI é importante, quais as suas são as questões chave e qual a sua responsabilidade para gerencia-las.


Orientações de gestão são ferramentas para ajudar a mensurar responsabilidades , medir o desempenho e definir referências na capacidade.
Orientações de gestão têm:

  • Entrada de processo
  • Saída do processo
  • RACI Gráfico
  • Metas e métricas

COBIT é um framework com ferramentas de apoio que permitem que os gerentes tenham uma visão detalhada dos requisitos de controle, das questões técnicas e dos riscos de negócios.
Os benefícios da implementação de COBIT como uma estrutura de governança sobre TI incluem:

  • Melhor alinhamento, baseado em um foco de negócios;
  • Uma visão compreensível, à gestão, do que se faz e como deve ser feito;
  • Clarificar as responsabilidades tendo como base a orientação por processo;
  • Compatibilização geral com relação a terceiros e órgãos reguladores;
  • Compreensão compartilhada entre todos os interessados, com base em uma linguagem comum;
  • Cumprimento dos requisitos do COSO para o ambiente de controle de TI;

Nós do GrupoTreinar oferecemos uma vasta oferta de capacitacoes nas areas de Gestão de TI e Governança, confira os cursos relacionados abaixo.

Dez dicas para transformar Sonhos em Realidade

sucesso

Falta de planejamento é o pior inimigo do ser humano quando ele quer mudar o seu plano de vida.

Para executar um plano de vida, seja pessoal ou profissional, e construir um projeto, primeiro você deve estabelecer metas e prazos a cumprir.

Um bom truque é começar com pequenos problemas, e pouco a pouco, pequenas vitórias irão fortalecer a auto-estima para enfrentar os grandes desafios.

Uma pessoa sem capacidade para lidar com o planejamento do projeto deve procurar fazer um número menor de ações de uma só vez, incluindo um de cada vez, para alcançar seu objetivo.

Olhar para trás e analisar os erros e acertos do passado é o próximo passo. Volte no tempo e reveja a sua história, identifique os mecanismos que levaram às derrotas e vitórias. Nunca culpe os outros de responsabilidade pelo que aconteceu ou deixou de acontecer com você.


10 dicas práticas:


1. Quais são os seus sonhos? O ser humano tem que ser verdadeiro e fiel a si mesmo. Certifique-se o sonho ou plano de vida é realmente o seu.
Tenha cuidado para não abraçar os sonhos dos outros, como pais, amigos, filhos ou marido.

2. Aproveite a viagem, porque no caminho da vida é a felicidade. O objetivo é apenas um objetivo.

3. Sonhar é o combustível que nos move à ação, porém apenas as atitudes específicas criam o sucesso.

4. Não ceda ao desejo de mudar facilmente. Paciencia que é uma virtude, expectativas e desejos são sempre desafiados pela realidade.

5. Pés no chão. Estabeleça metas alcançáveis.

6. Comece com as coisas que são mais acessíveis. Cada grande realização é composto de pequenas vitórias, que é igualmente importante.

7. Não fuja das dificuldades, um problema não resolvido torna-se quase sempre pior no futuro. Fujir de seus objetivos é perder a oportunidade de aprender ao longo do caminho da vida.

8. Sempre faca um balanço e avalie os avanços, quedas e tropecos. Reavalie estratégias e decida uma mudança de tática, se necessário.

9. Reconheça seus erros todos os dias para reforçar os pontos fortes nas próximas etapas.

10. Seja uma pessoa disciplinada, sempre.

Fonte: http://www.diariofemenino.com

Padrões ISO 27000 - Gestão da Segurança da Informação SGSI

 iso 27002

Dando continuidade ao primeiro artigo, esta seção resume os vários padrões que compõem a ISO 27000 e  como uma organização pode implementar um sistema de gestão da segurança informação (SGSI) .

Como outras normas ISO, a 27000 é realmente uma série de normas. As séries de números são reservados para ISO 27000-27019 de 27030 e uma 27044.

• ISO 27000:  Contêm termos e definições utilizados ao longo da série 27000. A aplicação de qualquer padrão necessita de um vocabulário claramente definida, a qual evitar diferentes interpretações de conceitos técnicos e de gestão. Este padrão é desde que é gratuito, ao contrário dos outros da série, que sao pagos.  Desde 2010, este curso pode ser comprado  em Curso ISO 27000

• ISO 27001: Publicado em 15 de outubro de 2005. É a regra principal da série e contém os requisitos do sistema de segurança da informação de gestão.Tem a sua origem na BS 7799-2:2002 e é o padrão para o qual eles são certificados pela Auditores SGSI das organizações. Substitui BS 7799-2, tendo estabelecido as condições de transição para as empresas certificada no segundo. No Anexo A listas em resumo formar o objetivo de controle e controles desenvolvidos pela ISO 27002:2005 (novo ISO 17799:2005 numeração de 1 de Julho de 2007), para ser selecionados pelas organizações no desenvolvimento do seu ISMS, apesar de não ser necessárias para implementar todos os controles mencionados no referido anexo, a organização será fortemente argumentar a inaplicabilidade dos controles não implementado.

• ISO 27002: A partir de 01 de julho de 2007, é o novo nome da ISO 17799:2005, manter 2005 como o ano da publicação. É um guia de boas práticas descreve os objetivos de controle e os controles recomendados para a segurança de informação. Não é certificável. Ele contém 39 objetivos de controle e 133 controles, 11 agrupados em domínios. Como referido no ponto Do mesmo modo, a norma ISO27001 contém um anexo que resume os controles ISO 27002:2005. Desde 2012, este curso pode ser comprado  em  Curso em Segurança da Informação ISO 27002  .

• ISO 27003: Consiste de um guia de implementação do SGSI e informações sobre como usar PDCA modelo e os requisitos de suas diferentes fases. Originou-se na Anexo B do BS7799-2 e da série dos documentos publicados pelo BSI para Ao longo dos anos, com recomendações e diretrizes de implementação.

• ISO 27004: Especificar métricas e técnicas de medição aplicáveis ​​para determinar A eficácia de um controle do SGSI e afins. Estas métricas são usadas principalmente para medir os componentes da fase "C" (Implementar e usar) ciclo PDCA.

• ISO 27005: Publicado em 04 de junho de 2008. Estabelece diretrizes para a gestão de riscos em segurança da informação. Suporta os conceitos gerais especificado na norma ISO / IEC 27001 e é projetado para ajudar implementação bem sucedida de segurança da informação com base em uma abordagem gestão de riscos. Conhecimento de conceitos, modelos, processos e condições descrito na norma ISO / IEC 27001 e ISO / IEC 27002 é importante para uma compreensão completa da 27005:2008 ISO / IEC, que é aplicável a todos os tipos de organizações (por exemplo, empresas comerciais, agências governo, organizações sem fins lucrativos) que se destinam a gerir os riscos que possam comprometer a organização de segurança da informações. Suas opiniões de papel e retire a TR ISO / IEC 13335-3:1998 e ISO / IEC TR 13335-4:2000. 

• ISO 27006: Publicado em 13 de fevereiro de 2007. Especifica os requisitos para auditoria de acreditação corpos e certificação de sistemas de gestão segurança da informação. É uma versão revista da EA-7/03 (Requisitos para credenciamento de organismos que operam certificação / registo do SGSI) que acrescenta ao ISO / IEC 17021 (Requisitos de auditoria e certificação de sistemas de gestão) Os requisitos específicos relacionados com a ISO 27001 ea ISMS. Ou seja, ajuda a interpretar os critérios para a acreditação da ISO / IEC 17021 quando aplicado a entidades de certificação ISO 27001, mas é um padrão acreditação em si.

 

Fonte: http://www.27000.org/

 

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O que é a ISO 27000

iso 27000

A norma ISO / IEC 27000 é um conjunto de padrões desenvolvido ou sub-desenvolvimento ISO (International Organization for Standardization) e IEC (International Electrotechnical Commission), que fornecem uma estrutura para gerenciamento de segurança informação útil para qualquer organização, pública ou privada grande ou pequeno.

Desde 1901, como uma padronização primeira entidade em todo o mundo, BSI (British Standards Institution) é responsável pela publicação de normas importantes, tais como: Publicação 1979 BS 5750 - agora ISO 9001 Publicação BS 1992 7750 - agora ISO 14001 Publicação BS 1996 8800 - agora OHSAS 18001.

A BSI norma BS 7799 apareceu pela primeira vez em 1995, para fornecer a qualquer empresa britânica ou não um conjunto de melhores práticas para gerenciar a segurança de suas informações. A primeira parte da norma (BS 7799-1) é um guia de boas práticas para a não estabelecer um regime de certificação.

É a segunda parte (BS 7799-2) publicado pela primeira vez em 1998, que estabelece os requisitos para um sistema Segurança da Informação (SGSI) a ser certificada por uma entidade independente. As duas partes da norma BS 7799 foi revisto em 1999 ea primeira parte foi adotada pela ISO, sem alterações substanciais, como a ISO 17799 em 2000.

Em 2002, a BS 7799-2 foi revisto para estar de acordo com a filosofia de normas ISO sistemas de gestão.

Em 2005, com mais de 1.700 empresas certificadas em BS7799-2, este esquema publicado pela ISO como ISO 27001, enquanto revista e atualizada ISO17799. Esta regra é renomeado ISO 27002:2005 em 1 de Julho 2007, mantendo o conteúdo eo ano de publicação formal da revisão. Em março de 2006, após a publicação da ISO27001: 2005, BSI publicado a BS7799-3: 2006, com foco em sistemas de informação de gestão de risco.

No proximo Post vamos rever os vários padrões que compõem a ISO 27000 e como uma organização pode implementar um sistema de gestão da segurança informação (SGSI). 

 

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O PMO como diferencial competitivo

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É senso comum que o sucesso corporativo de empresas cujos serviços são de alto valor agregado depende fortemente de um estreito alinhamento entre o planejamento estratégico do negócio e a execução dos projetos. Os projetos devem ser concluídos o mais rapidamente possível, sem aumento de custos, atendendo a todos os requisitos de qualidade e para isso é necessário aperfeiçoar a capacidade de gerenciamento para que estes contribuam positivamente para com os resultados.

Os projetos, quando são concluídos nos prazos pré-estabelecidos e que apresentam  bons resultados, viram sinônimos de dirigentes satisfeitos, clientes encantados e colaboradores motivados.

Por outro lado é no insucesso que encontramos as principais lições e percebemos a necessidade de gerir os projetos conforme as melhores práticas de mercado. Essas pressões são demandadas a partir de diversos fatores como, por exemplo:

  • Falta de alinhamento estratégico; 
  • Inadequação de recursos financeiros; 
  • Falta de definição consistente de prioridades; 
  • Mudanças freqüentes e aleatórias na alocação de recursos; 
  • Falta de históricos e conhecimento de iniciativas semelhantes; 
  • Suporte inadequado na definição de processos, políticas e ferramentas. 

Em resposta a esses fatores, o PMO - Escritório de Projetos tem como missão avaliar os a Gestão de Portfólio de Projetos, Gestão de Programas e a Gestão de Projetos e responder questões como, por exemplo:

  • Quais os recursos que estão sendo alocados aos projetos mais importantes e prioritários? 
  • A organização tem capacidade de operacionalizar tudo o que está sendo requerido? 
  • Em que situação a organização deveria avaliar e questionar o foco dos projetos atuais e priorizar novos projetos? 

São considerados objetivos de um escritório de projetos: aprovar propostas com base em Análise de Riscos e aplicação das melhores práticas; instruir os gerentes de projetos no uso do Modelo de Gerenciamento de Compromissos e na Metodologia de Gestão de Projetos, formulários e padrões; fazer auditoria dos projetos; realizar avaliações de qualidade; recomendar melhorias; realizar a revisão e supervisão de projetos; garantir o arquivamento apropriado da documentação dos projetos.

No desenvolvimento do projeto de implantação de seu PMO precisa responder as seguintes questões básicas:

  • Qual é o seu nível de maturidade em gerência de projetos? Quais são as suas deficiências em gerência de projetos? 
  • Quais destas deficiências são prioritárias, dados a estratégia da empresa e seu ramo de atuação? 
  • Quais devem ser os papéis do seu PMO? 
  • Qual deve ser a equipe do PMO? 
  • Quais devem ser os objetivos iniciais do PMO? 
  • Como transformar a teoria acadêmica em prática rentável ao negócio?

E outras tantas mais específicas, tais como:

  • Como saber usar de forma efetiva um Cronograma de Projeto? 
  • Como construir uma Estrutura Analítica de Projeto (EAP) e Diagrama de Rede?
  • Como estimar esforço, custo e duração do Cronograma e consolidar em um Cronograma final? 

Nós do Grupo Treinar disponibilizamos vários conteúdos para apoiar na Gestão de projetos, notadamente nosso Curso de PMO ajuda a responder as questões acima, bem como dá elementos para o Gerente do PMO perceber os sinais de problemas em projetos e principalmente ajuda-o com conhecimento, experiência e métodos para recolocar o portfólio dentro do orçamento.

Gestão e melhoria contínua da qualidade

Melhoria Contínua

Como hoje a sobrevivência das organizações está fundamentada na manutenção e melhoria contínua da qualidade, visando obter plena satisfação dos clientes internos e externos, torna-se relevante que as organizações em seu gerenciamento, integrem algumas técnicas e ferramentas da qualidade com o intuito de garantir um controle efetivo de seus processos e assim promover a melhoria continua de seus produtos, auxiliando na identificação e solução de problemas.

Neste contexto, nossa oferta é abrangente (5S, 6 Sigma, PDCA, APQP, DMAIC, FMEA, 7 ferramentas da qualidade, MASP, gestão de estoques, Plano de Amostragem, ISO-9001, NBR 5426,Formação de Auditor VDA 6.3 - Auditoria de Processo, Interpretação e estudo da ISO TS-16949 e CEP) permitindo um estudo específico para cada caso, identificando e selecionando a aplicabilidade de cada ferramenta da qualidade empregada na análise e solução do problema encontrado, destacando seus propósitos e funcionalidades dentro do modelo de gestão adotado pela empresa.

Através dos conteúdos oferecidos pelo Grupo Treinar é possível a formação e capacitação de especialistas no mapeamento dos processos chaves da organização (Gestão do Negócio, Desenvolvimento de Produto e Processo, Comercial, Logística, Compras, Gestão de Pessoas, Controle da Produção, Gestão de Laboratórios, Financeiro, IT, Manutenção e Assistência Técnica) e respectivos indicadores chaves - (KPI), metodologia Balanced Scorecard e a elaboração e verificação de planos de ação. Além disto, nossas ofertas permitem a participação em grupo de CCQ (Círculo de Controle de Qualidade), realização de auditorias de projeto e realização de apresentações de sucesso.

Mais de 130 ofertas em 14 áreas distintas:

  • Analise & Programação
  • Direito Digital Educação
  • Estratégias & Modelagens
  • Finanças Pessoais
  • Gestão de Controladoria
  • Processos & Qualidade
  • Gestão de Projetos
  • Gestão de TI
  • Inovação & Conhecimento
  • Desenvolvimento Pessoal
  • Marketing & Vendas 
  • Riscos & Governança
  • Segurança da Informação

Gestão de Fornecedores, Contratos e Níveis de Serviço

Terceirização

No cenário atual temos observado uma forte tendência em focar nas atividades primárias, ou seja: aquelas que representam a cadeia de valor das companhias, onde as estratégias são desenvolvidas, produtos são desenvolvidos, vendas e relacionamento com o mercado acontecem, entregas são processadas e serviços pós-entrega são acionados.

As demais atividades, considerados como serviços de apoio, têm sido constantemente estudados com a finalidade de transferi-los para companhias cujo foco e produto são prestação de serviços e manufatura de produtos de composição ou apoio para a cadeia de valor. Tais atividades de apoio podem ser classificadas como atividades de gerenciamento do capital humano, tecnologia da informação, gerenciamento de propriedades, recursos financeiros, dentre outros. Para a atividade de verificação e estruturação de gerenciamento da terceirização destas atividades temos o conceito de terceirização de processos de negócios ou "BPO - Business Process Outsourcing" em língua inglesa.

O ponto fundamental e critico para as companhias resume-se em como gerenciar e manter níveis de excelência em serviços de apoio para as atividades primárias. Isto enseja que tenhamos meios e técnicas para controlar os serviços transferidos e estabelecer o nível de acordos com os fornecedores.

Na esteira desse pensamento, dois instrumentos fundamentais para o controle são contratos e acordos de nível de serviço, ou "SLA - Service Level Agreement". Tais instrumentos possuem ciclo de vida e permitem o rastreamento, a intervenção, a correção e até mesmo o cancelamento dos serviços.

Desenvolvemos 3 conteúdos cujos programas visam a dar ao participante todo entendimento e meios para a implementeção destes conceitos:

  • Curso Gestão de Fornecedores e de Contratos - Tem como objetivo capacitar os participantes no conhecimento e ciclo de vida de contratos, importância, visão jurídica e comportamental, técnicas de controle através SLA´s, fornecendo conhecimento acerca de processos de negociação de contratos, formalização e gestão através de acordos de nível de serviço.
  • Curso Especialização em SLA - Gerenciamento de Nível de Serviço - Envolve o entendimento e aprofundamento em boas práticas de Gerenciamento de Nível de Serviço de TI e Gerenciamento de Fornecedor, buscando explicitar para os participantes uma visão clara e detalhada sobre as formas de gerenciar os Serviços de TI, incluindo os contratos com fornecedores, de forma a atender as necessidades do Negócio. 
  • Curso BPO Business Process Outsourcing  - Tem por objetivo capacitar aos alunos a analisar e compreender os principais conceitos, estratégias e limites da terceirização, detalhando como terceirizar de forma planejada e selecionar criteriosamente um prestador de serviços.