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Como Ler Livros - Mortimer J. Adler e Charles Van Doren

Como ler livros

 

Para ter acesso completo ao texto que está a seguir, incluindo o sumário completo do livro e o o quinto capitulo da primeira parte do livro (A ARTE DA LEITURA EXIGENTE ) <<<clique aqui>>>.

Como sabemos, no Brasil a maior parte das "pessoas lê mal", pois em sua maioria a população não chega sequer a completar o Ensino Fundamental.  Por outro lado, infelizmente, a posse de diploma não é garantia de capacidade de leitura eficaz.

Mas problemas nessa área não são exclusividade do Brasil, tampouco de países pobres. Já na década de 70, Mortimer Adler - um dos autores do livro citado - já denunciava que a capacidade de leitura dos norte-americanos que não passava do nível do sexto ano letivo, ou seja, mais ou menos o do nosso primário ou 5.ª série. Desta forma primordialmente este livro busca:

 

  • Demonstrar porque as habilidades de leitura con­ven­cionais não bastam para a compreensão de livros difíceis e complexos;
  • Ajudar o leitor a adquirir competências de leitura mais sofisti­cadas;
  • Como aplicar essas habilidades para analisar qualquer comunicação, indo de simples informes publicitários até entender grandes livros.


A preocupação fundamental dos autores, que deu motivação inicial para a obra, é que as escolas não ensinam as competências de leitura de alto nível necessárias para se desfrutar tanto de livros informativos como instrucionais e nós precisamos dessas habilidades para lidar com livros que vão além da nossa compreensão. Esses mesmos livros, segundo os autores, garantem os insights mais profundos e duradouros. Adler e Van Doren delineiam uma abordagem sistemática para nos ajudar a construir e sustentar novas habilidades de leitura que irão nos ajudar a se conectar às obras mais difíceis, complexas ou de níveis múltiplos. Para os autores, um livro "consiste da linguagem escrita por alguém com o objetivo de comunicar algo para você". Como requisitos principais para a realização da obra os autores perceberam:

  • Ler bem é melhor do que ler muito;
  • Geralmente, as escolas não ensinam competências de leitura além do fundamental. A maioria das pessoas lê ao nível do 9º ano, mas você pode alcançar níveis mais altos;
  • Para ler ativamente, devemos desenvolver técnicas de anotação, partindo-se dos pensamentos e perguntas sobre o conteúdo de um determinado livro;
  • Para conferir se um livro vale a pena ser lido, "averigue-o" por meio do "folheamento sistemático" ou da "pré-leitura", para identificar a sua estrutura e design;
  • Leia os grandes livros ana­liti­ca­mente, sempre buscando en­tendi­mento, não apenas informação;
  • Para ler um livro ana­liti­ca­mente, faça quatro perguntas: O livro trata de quê? O que está sendo dito? O que ele diz é verdade? O conteúdo é relevante?
  • Para verificar o que um livro realmente diz, busque as suas ideias, afirmações e argumentos. Quais "termos e proposições" ele utiliza?
  • Você consegue realmente entender o foco de um livro quando é capaz de parafraseá-lo nas suas próprias palavras;
  • No nível mais alto de leitura, você já é capaz de sintetizar os argumentos de vários livros;
  • Para tal, aborde cada livro dentro do processo "sintópico" ou comparativo: encontre as partes boas, defina os termos, desenvolva proposições, avalie as questões e analise os resultados.

"O livro é um tesouro de pistas e métodos de trabalho intelectual", um manual abrangente de técnicas de leitura" que associa "a profundidade da análise com a cobertura da extensão dos gêneros", afirma o professor José Monir Nassar, no texto introdutório a esta nova tradução, a terceira feita no país. As anteriores, esgotadas assim que publicadas, datam de 1990 e 2000, e mantiveram o título como no original: Como ler um livro.

É importante observar, no entanto, que, além da sutil alteração do título para Como ler livros, a leitura precisa ser atenciosa, porque aqui ou ali se pode encontrar uma escorregadela, como na p. 32, em que se lê "Os dois passos de leitura analítica aqui delineados podem ser encarados como uma espécie de antessala para a leitura analítica", quando, de acordo com o original, o correto seria, "Os dois estágios da leitura inspecional podem ser considerados...", como se pode ler na p. 46, da primeira edição revista e atualizada publicada pela Editora Guanabara, em 1990, e traduzida por Aulyde Soares Rodrigues.

Adler não começou nada do ovo, como diz o prefácio de José Monír Nasser, dado que a leitura é o instrumento central de qualquer estudo. A arte de ler, confundida com a arte de estudar, tem sido tema tradicional da vida intelectual cristã, centrada no estudo da Bíblia. São muitas as contribuições ao tema da leitura, mas só a partir de Mortimer Adler o assunto foi tratado sistematicamente e de maneira abrangente, válida para os principais gêneros. Adler idealizou uma matriz com quatro níveis de leitura na vertical (elementar, averiguativo ou inspecional, analítico e sintópico ou comparativa), de profundidade crescente, e com seis gêneros de leitura na horizontal (poesia, teatro, prosa, história, ciência e filosofia).

Com base no equacionamento dos diversos aspectos da arte da leitura na forma desta matriz que correlaciona profundidade com gêneros literários, Adler  dividiu o livro em seções independentes, primeiro explicando os quatro níveis de leitura, depois tratando de cada gênero individualmente, com recomendações judiciosas.

O livro é dividido em 4  partes:

  • AS DIMENSÕES DA LEITURA
  • O TERCEIRO NÍVEL DA LEITURA A LEITURA ANALÍTICA
  • COMO LER DIVERSOS ASSUNTOS
  • OS FINS ÚLTIMOS DA LEITURA

 

Na primeira parte do livro os autores dão detalhes sobre os 4 níveis de leitura:

Leitura Elementar - corresponde ao nível ensinado na escola primária. Leitura elementar ou rudimentar, sugere que a pessoa se alfabetizou, aprendeu os rudimentos de arte de ler e recebeu o treinamento básico para a leitura. A preocupação de quem lê nesse nível é com a linguagem em si, a decodificação da escrita, que com qualquer outra coisa. A pergunta que norteia esse nível é: "O que a frase diz?". Neste nível a leitura é somente básica e conotativa.

"Precisamos nos tornar uma nação de leitores ver­dadeira­mente competentes."

"O bom leitor lê ativamente, com concentração."

"O en­tendi­mento é apenas alcançado quando, além de saber o que um autor diz, você sabe o que ele quer dizer com isso e por que ele diz tal coisa."

 "Se (...) o leitor de um livro prático aceita o final proposto e concorda que os meios re­comen­da­dos são adequados e eficazes, ele deve, em seguida, agir da forma proposta."

 

Leitura Averiguativa ou Inspecional (também chamada de "pré-leitura", "investigação inicial" ou "garimpagem") - este nível é voltado para a melhor avaliação possível de um texto ou livro num período curto de tempo. Essa leitura pressupõe determinado período no qual temos de ler certos trechos para  extrair o máximo do livro; é a arte de folheá-lo sistematicamente, examinando sua superfície. Por exemplo, quando estamos de passagem por alguma livraria, vemos um livro que parece interessante e precisamos saber se ele é bom antes de decidirmos se vamos comprá-lo. Existem alguns bons macetes para isso, os quais são tratados em mais detalhes nesta parte. Por ora, basta saber que a pergunta básica deste nível é: "Este livro é sobre o quê?". Neste nível também devemos responder outras perguntas: "Qual é a estrutura do livro" ;  "Vale realmente a pena ler este livro?".

"Em geral, é desejável folhear mesmo aquele livro que você pretenda ler com pro­fun­di­dade, para ter uma ideia da sua forma e estrutura."

"Os bons livros estão acima do seu nível de con­hec­i­men­tos; se assim não o fossem, eles não seriam bons para você."

"As frases importantes são aquelas que exigem um esforço de interpretação, porque, à primeira vista, elas não são per­feita­mente inteligíveis."

"Leia um livro com olhos de raios-X; faz parte essencial da absorção de qualquer livro compreender a sua estrutura."

 

Leitura Analítica - é a leitura completa, a melhor que se pode fazer, ativa por excelência. No dizer de Adler, "se a leitura averiguativa ou inspecional é a melhor que se pode fazer num determinado período de tempo, então a leitura analítica é a melhor leitura possível quando não existe limite de tempo". Sendo aquele em que a atividade é mais complexa e sistemática, quando comparada aos anteriores; depende das dificuldades do livro a ser lido e pode exigir muito ou pouco do leitor; trata-se da leitura completa, a melhor possível num período de tempo ilimitado. Ela suscita muitas perguntas, segundo o tipo de livro que se tem em mãos (elencadas na Parte 2 do livro). É nível de leitura voltado basicamente para a compreensão, de modo que, se seu objetivo for apenas informação ou entretenimento, ele pode não ser necessário.

"Não há uma velocidade certa de leitura; o ideal é desenvolver a capacidade de ler em várias velocidades e saber quando cada velocidade é mais apropriada."

"Faça perguntas enquanto lê - perguntas que você mesmo deve tentar responder no decorrer da leitura."

 

Leitura Sintópica ou Comparativa - implica a leitura de muitos livros sobre certo tema, pondo-os em relação uns com os outros e com o tema. Estudantes de Ciências Humanas são obrigados a se familiarizar com ela. É o nível mais difícil de alcançar, e não há pleno acordo sobre suas regras, indo além da comparação, pois habilita o leitor a fazer uma análise que talvez não esteja em nenhum dos livros. É o nível mais ativo, trabalhoso e, portanto, o mais compensador de leitura. Porém, é também o mais recompensador de todos os níveis.

"O que é verdade para uma conversa normal é ainda mais verdadeiro na situação muito especial em que um livro conversa com um leitor e o leitor responde de forma apropriada."

"O leitor deve fazer mais do que emitir um parecer de concordância ou discordância. Ele deve dar motivos para tal."

Assim que tiver compilado uma seleção de livros que pareçam relevantes para responder a sua pergunta, submeta-os ao processo sintópico, ou comparativo, de cinco etapas:

  • Encontre as partes boas - O objetivo da leitura sintópica não é entender o livro inteiro. O objetivo é usar o livro para resolver o problema já definido ou responder a sua pergunta. Utilize a leitura de averiguação para identificar os trechos mais pertinentes à sua investigação.
  • Defina os termos - Os autores se­le­ciona­dos na sua bib­li­ografia podem utilizar palavras diferentes para conceitos semelhantes. Sintetize uma "ter­mi­nolo­gia neutra" que não seja específica de algum autor, mas que possa incorporar conceitos de qualquer um deles.
  • Desenvolva proposições - Faça o mesmo quando você identificar uma lista de proposições. Elabore proposições neutras que não venham de um único autor, mas para a qual cada autor possa contribuir com respostas.
  • Avalie as questões - Você pode delinear um problema sempre que identificar uma pergunta que diferentes autores respondam de maneiras diferentes. Mapeie e compare as dissonâncias.
  • Analise os resultados - Organize as questões e estipule como elas se relacionam entre si.

 

Veja também:

Aprenda a ler e ouvir para aprimoramento das suas comunicações -

Curso de Oratória: A arte de falar bem e fazer apresentações em público‐>http://bit.ly/1Ed6ZNl

Curso Técnicas de comunicação escrita para executivos‐>http://bit.ly/1EPNNA3

Curso Teatral para Não Atores‐>http://bit.ly/1MKdSsy

Curso Tecnicas de Apresentação: Falar para Liderar‐>http://bit.ly/1Hu5B4Y

Laboratório de Escrita Criativa‐>http://bit.ly/1hRs99R

 

 

Pensando em Voz Alta sobre Conhecimento e Desinformação

Caçadores de Pokemon

Veja as seguintes frases:

http://kdfrases.com/frases/vida

Em qual citação você se viu?

Independente de sua resposta, pelas citações acima muito se pode aprender sobre o ponto de vista dos mestres em relação 'a vida, mas nada supera a sua experiência pessoal, pois para mim este é o grande legado da Vida. Por isso respeito mais aqueles que vão 'a busca do que aqueles que vivem se escondendo através de retóricas.

Hoje se tem muito mais desinformação(*1) do que esclarecimento e a capacidade de pensar, tema básico da busca filosófica, é limitada 'a media das "ignorâncias" predominantes quando se trata de mídia de massa, principalmente. Desta maneira, buscar a verdade é "ir a guerra contra a ignorância incentivada"  e assim ter uma experiência pessoal digna e coerente. Se vida é informação, alegria e conhecimento então a morte é desinformação, alienação e sofrimento. Lógico, ou não?

Não é a toa que a verdade "morre" primeiro em uma guerra, sendo o que predomina sempre é a desinformação.  

Nos últimos cem anos vivemos mais guerras e destruição do que em qualquer outro período conhecido e de fato são os parâmetros principais da política real(*2). Como por outro lado, também temos um crescimento vertiginoso da população e da tecnologia, o que potencializa e incentiva os chamados mecanismos de controle social, tornando-os cada vez mais poderosos, sutis, subliminares e envolventes.  Vide os pokemons que tornam realidade uma ficção para quem já são ficção e metáfora de alienação.

Voltando 'as frases e citações sobre a Vida observe que a maioria delas não pressupõe que tem muito mais gente no Poder (até podemos imaginar quem) que não deseja a Vida em seu sentido amplo, de busca do Conhecimento de forma conjunta e indistinta entre as pessoas e a realidade como um todo.

Por enquanto o "Ego" vai vencendo a batalha contra o "Si mesmo".

E para você:

O que é mais importante na Vida?

 

*1-> LEÃO SERVA E A DESINFORMAÇÃO

"Jornalismo e Desinformação"  parece ser mais um daqueles títulos com palavras aparentemente antagônicas, pensadas apenas para chamar atenção. Na verdade, quem se atreve a encarar a leitura descobre a terrível realidade de ignorância do público que consome informação. A obra é fruto do trabalho de mestrado de seu autor, Leão Serva. As 144 páginas do livro poderiam ser muito bem chamadas de manual, que se destina não apenas a estudantes e profissionais, mas aos 4,5 milhões de leitores brasileiros de jornais impressos, que cotidianamente enfrentam dificuldades cada vez mais claras de entender o mundo.

Fonte: https://blogsaturado.wordpress.com/portfolio/leao-serva/

 

 

*2->

"Hannah Arendt afirma que as guerras e as revoluções e não o funcionamento regular de governos parlamentares e aparatos partidários formaram as experiências políticas básicas do século XX, podemos considerar que Sócrates também viveu uma situação histórica permeada por enfrentamentos militares e instabilidades políticas. Sua condenação está vinculada diretamente com as transformações da pólis e sua rápida decadência decorrente de inúmeros conflitos e combates cada vez mais violentos. Enquanto os eventos catastróficos do seu tempo levaram Arendt a elucidar o lado público do mundo como aquilo que ocorre entre os homens plurais envolvidos uns com os outros por meio de atos e palavras concertados, as experiências sofridas por Sócrates o fizeram engajar-se no esforço por tornar o pensamento relevante para a instauração e manutenção do mundo comum como âmbito inter-humano de relacionamento e convivência. Assim, tomando como base a interpretação que Hannah Arendt faz do diálogo para o qual Sócrates convidada seus concidadãos, o propósito do trabalho consiste em refletir sobre a importância ética e política da atividade de pensar, tendo em vista elucidar de que modo a ausência de pensamento é um poderoso fator nos cuidados humanos com o mundo comum. Para Arendt, a condenação de Sócrates e o julgamento de Eichmann, teriam nos dado a lição de que a incapacidade de pensar e julgar pode formar um homem capaz de levar o mal e a violência a extremos inconcebíveis e ilimitados. Essa constatação impôs à Arendt a seguinte indagação: a atenção reflexiva do pensamento poderia evitar o mal?"

"

Fonte: http://www.cchla.ufrn.br/humanidades2009/Anais/GT04/4.2.pdf

 

 

5 hábitos para aumentar a sua produtividade

5hábitos

Esta antiga dica sobre como criar e cumprir uma Lista de Tarefas ainda funciona como um encanto e vai te ajudar muito


Em 1918, Charles M. Schwab era um dos homens mais ricos do mundo. Na época, ele era presidente da Bethlehem Steel, maior empresa de construção naval e a segunda maior produtora de aço dos Estados Unidos.

Procurando aumentar a eficiência do seu time de trabalho, Schwab decidiu ir atrás de alguém que pudesse melhorar a produtividade da sua equipe. Com isso em mente, ele agendou uma reunião com um respeitado consultor da época, Ivy Lee.

Lee era um homem de negócios que ficou conhecido por ter sido pioneiro na área de relações públicas. Quando Schwab lhe pediu ajuda, Lee respondeu: "me dê 15 minutos com cada um de seus funcionários".

Durante os 15 minutos com cada executivo, Lee explicou seu simples método para conseguir maior produtividade na empresa. Ele é pautado por cinco passos:

1.No final do dia, escreva as seis coisas mais importantes que você precisa fazer no dia seguinte. Não escreva mais do que seis.

2.Priorize as seis tarefas em ordem de importância

3.No dia seguinte, concentre-se apenas no primeiro item. Trabalhe em cima dele até que você o conclua.

4.Continue dessa forma com os demais itens. No final do dia, coloque as tarefas não finalizadas para a próxima lista e faça uma nova com outros seis afazeres.

5.Repita o processo durante todos os dias de trabalho.

A equipe de Schwab fez a tentativa de realizar o método. Depois de três meses de teste, Schwab ficou encantado com o progresso da sua empresa. Como um método tão simples pode ser tão efetivo? O primeiro motivo é o fato de ser tão simples que realmente funciona. Emergências podem aparecer e distrair as suas tarefas, mas é importante se lembrar de ignorá-las sempre que possível, tratá-las quando necessário e voltar à sua lista de afazeres o quanto antes. Isso significa usar regras simples para lidar com situações complexas.

Além disso, o método força as pessoas a fazerem escolhas e tira a tensão de iniciar uma tarefa, já que as pessoas decidem o primeiro item da lista uma noite antes de realizá-lo. Esta estratégia te deixa pensando no assunto de modo que não seja tão difícil executá-lo. Por fim, ele exige que você foque em uma única atividade. É quase impossível ser ótimo em uma atividade se você está sempre se dividindo entre várias ao mesmo tempo. A produtividade é alcançada quando se tem foco e consistência. Fazer a tarefa mais importante em primeiro lugar é uma forma de ser mais produtivo.

Fonte: revista Fast Company

Saiba mais

 

 

Mercado de TI tem 50 mil vagas para serem preenchidas

Jobs

 

Enquanto o desemprego no Brasil chega a 11,2% no trimestre encerrado em abril de 2016, segundo o IBGE - a maior taxa de desocupação desde o início da pesquisa, em 2012 - o mercado de Tecnologia da Informação (TI) emprega 1,3 milhão de pessoas e cerca de 50 mil postos de trabalho estão esperando por um profissional qualificado, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Se a maioria dos setores produtivos fechou o primeiro semestre com números negativos, companhias integradoras de sistemas, softwares, tecnologia da informação (TI), telecomunicações e prestadoras de serviços de inovação contabilizam crescimentos que ultrapassam os 40%. Além de aumentar as receitas em relação ao ano passado, as empresas ampliam o quadro de funcionários. O potencial da área de tecnologia é grande. Em 2015, os investimentos em telecomunicações e tecnologia da informação (TI) atingiram US$ 152 bilhões no Brasil.

O mercado de TI deve crescer 2,6% em 2016, segundo a empresa de consultoria e pesquisa de mercado International Data Corporation (IDC), se consolidando entre os dez setores com mais investimentos até o fim do ano. A projeção de crescimento deste ano é de 30% a mais do que o número de empregados atual, 1,3 milhão. 

A crise econômica gera uma necessidade de tornar os processos mais eficientes para reduzir custos e o investimento em tecnologia é uma das estratégias adotadas pelas companhias. O mundo cada dia mais conectado também favorece a busca por inovação. O uso cada vez mais frequente dos meios de pagamentos eletrônicos é mais um nicho que impulsiona os negócios das empresas de tecnologia. Outro fator que elevou as receitas foi o crescimento das exportações. O avanço da economia americana puxou a venda de produtos e serviços das empresas brasileiras que já apostavam no mercado internacional.

Fontes:

https://noticias.terra.com.br

http://exame.abril.com.br/

http://correio.rac.com.br/

 

 

Os inimigos da inovação

A inovação e seus inimigos

 

Nos últimos 600 anos as sociedades humanas se opuseram a novidades diversas com táticas parecidas

 

"Não há nenhuma ideia inteligente que possa ganhar aceitação geral sem ser misturada antes com um pouco de estupidez". A frase é de Fernando Pessoa e toca num problema que as sociedades humanas enfrentam desde que começaram a existir: a oposição a novas tecnologias que podem mudar o mundo.

Desde o café à agricultura mecanizada, passando pela eletricidade, as geladeiras ou a música gravada, a história está cheia de exemplos de como as sociedades humanas resistiram a adotar inovações sem as quais hoje não poderíamos entender o mundo.

"É uma reação que está no nosso DNA, na forma em que está organizada a nossa mente", explica Calestous Juma, especialista em inovação e cooperação internacional da Universidade de Harvard (EUA). Juma foi chefe da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas e, como tal, viveu em primeira mão debates internacionais sobre novas tecnologias, como os transgênicos. Agora, ele reuniu seu trabalho de pesquisa no livro Innovation and its Enemies (Oxford University Press) [Inovação e seus inimigos], um percurso de quase 600 anos de história analisando alguns casos de oposição a novas ideias e tecnologias que tinham potencial para transformar o mundo.

Em 1866, durante a Exposição Universal de Paris, Luis Napoleão III lançou um desafio aos cientistas: encontrar uma fonte de proteínas alternativa à manteiga que fosse mais barata. Na sua cabeça estava a necessidade de alimentar uma população cada vez mais empobrecida e um exército faminto e ameaçado pelo desejo expansionista de outras potências europeias. O prêmio foi ganho por Hippolyte Mège-Mouriès, inventor da margarina.

Enquanto a Europa adotou o novo produto, nos EUA provocou o nascimento do lobby da indústria de laticínios, que lançou uma guerra aberta contra o alimento. Os produtores de manteiga conseguiram fazer com que a margarina fosse proibida em vários Estados e essas leis foram mantidas até pelo Tribunal Supremo. Para conseguir frear o consumo do novo produto, muito mais acessível do que a manteiga, a indústria se serviu de estudos científicos inventados e campanhas de ódio dizendo que a margarina era "antiamericana" porque continha um produto importado, o óleo de coco. A indústria estigmatizou as famílias que a consumiam porque estavam usando um produto barato, o que questionava a capacidade do pai de família para sustentar os seus.

Os produtores de margarina reagiram substituindo o óleo de coco pelo derivado de plantas mais "americanas" como o algodão e a soja e fizeram alianças com os produtores nacionais desses cultivos. A demanda de margarina cresceu até que seu consumo ultrapassou o da manteiga na década de 50 do século XX, depois que as leis aprovadas contra ela no meio do século passado foram revogadas.

Esse "é um dos melhores exemplos de como a indústria afetada, utilizando instrumentos legais, pode prejudicar ou eliminar novas tecnologias", escreve Juma.

O café, os tratores agrícolas, as geladeiras ou a imprensa no mundo muçulmano também foram objeto de campanhas de desprestígio. O primeiro sofreu durante séculos a proibição imposta por autoridades religiosas muçulmanas, que fecharam cafeterias por lei. Fizeram isso não tanto pela própria infusão em si, mas pelo fato de que era consumida em locais de entretenimento nos quais se conversava e se compartilhavam ideias, o lugar perfeito para o surgimento de vozes dissidentes em relação ao poder estabelecido. Os cafés foram proibidos em Meca, Isfahan, Cairo e Constantinopla durante 200 anos.

Quando o café pulou do Império Otomano para a Europa, o efeito foi o mesmo e os reis de alguns países decretaram o fechamento de cafeterias e "clubes de café" que começavam a aparecer nas universidades. Antes que a Itália fosse a pátria do "expresso", o país resistiu ao novo produto por medo de que prejudicasse o setor do vinho. Mas o Papa Clemente VIII fez uma defesa inteligente da infusão em 1600: "Esta bebida de Satanás é tão deliciosa... que seria uma pena que apenas os infiéis pudessem usá-la. Enganaremos Satanás batizando-a e tornando-a uma bebida genuinamente cristã", escreveu.

Juma traça paralelos entre as táticas e argumentos utilizados no passado e os que dominam polêmicas atuais como a dos transgênicos, a rejeição às vacinas ou à inteligência artificial. Os transgênicos são chamados de "Alimentos Frankenstein". O café foi descrito como "álcool juvenil" na Índia, e na Inglaterra, França e Alemanha alertavam que provocava esterilidade. Os alimentos refrigerados eram "alimentos embalsamados", o telefone, "instrumento do diabo" e a margarina "manteiga de touro".

A suposta novidade perturbadora de alguns produtos é muitas vezes a causa de sua rejeição. No caso dos organismos geneticamente modificados, trata-se de variantes de plantas que foram geneticamente modificadas para produzir toxinas de Bt, que eliminam as pragas mais comuns do milho e de outros vegetais. Embora os meios de usar as Bt dessa forma seja novo, o conceito em si é muito antigo, quase tão tradicional como a agricultura, porque já no antigo Egito se usavam toxinas Bt para evitar as pragas na agricultura, escreve Juma.

Em 1942, o sindicato de músicos mais importante dos EUA proibiu seus membros de fazer discos e convocou todos os seus membros a fazer greve contra a indústria fonográfica. Pensavam que a gravação de canções acabaria com a música ao vivo. Os diretores do sindicato chegaram a exigir como compensação que as rádios contratassem músicos e que apenas estes estivessem capacitados para reverter os vinis. Em parte, eles tinham razão em prever a perda de muitos postos de trabalho, escreve Juma, mas a chegada dos discos transformou a indústria até torná-la um sistema em que os artistas puderam alcançar um poder e uma riqueza impensáveis.

Juma destaca que nossas sociedades não melhoraram muito de seis séculos para cá na hora de gerir a chegada de tecnologias transformadoras e isso é um risco, porque cada vez mais dependemos delas para enfrentar os problemas globais como a escassez de alimentos e a pobreza em um planeta superpovoado, o desenvolvimento de energia limpa e renovável, ou a busca de novos medicamentos contra as doenças do envelhecimento.

A conclusão do autor é que "as sociedades não se opõem às ideias porque sejam novas, mas porque percebem uma perda", seja de trabalho, renda ou o desmantelamento de um modo concreto de vida. Os mesmos dilemas que causou o café há séculos estão agora presentes com a agricultura transgênica e, no futuro, estarão em outros campos. Os mais prementes, diz Juma, são a inteligência artificial, a edição genômica e a impressão em 3D.

 

 

Autor: Nuño Domínguez

Fonte: El País  

 

10 razões para fazer o upgrade gratuito para o Windows 10

Win10

 

É claro que também que pode haver boas razões para não fazer o upgrade. Mas veja, o Windows 10 é o melhor Windows lançado até agora e a maioria das pessoas deve aproveitar o upgrade gratuito enquanto ele ainda está disponível.

Veja a seguir mais detalhes:

1.          Experiência de desktop melhorada

Vamos ser honestos: a tela Iniciar pouco funcional e complicada do Windows 8 não era nada boa. Assim como a maneira como o Windows 8 escondia informações cruciais por trás de "charms" escondidos, que não tinham pistas na tela sobre como acessá-los. Mas você não precisa se preocupar com isso no Windows 10. O novo sistema pega as mesmas ideias principais do Windows 8, mas as torna palatáveis para o público desktop. Os apps da Windows Store ainda estão presentes, mas ficam janelas de desktop que podem ser redimensionadas e usadas como qualquer outra. O menu Iniciar está de volta, com uma seção pop-out que coloca Live Tiles com informações para um melhor uso - e sim, eles podem ser apagados caso você queira.

2.          Adições amigáveis aos entusiastas

Mais do que simplesmente ser familiar, o Windows 10 é melhor do que o Windows 7 para os entusiastas de PC. Isso porque a Microsoft fez um esforço para agradar aos aficionados por desktop. As ferramentas do Windows 10 variam de desktops virtuais a suporte melhorado para monitores de DPI alto e colar texto dentro do prompt de comandos. Recuperação fácil de versões de arquivos? Ferramentas melhores para gerenciamento de armazenamento? O Windows 10 tem tudo isso.

O sistema até fornece ferramentas para usuários mais experientes para as Windows Updates, te permitindo agendar que as atualizações sejam rodadas em um determinado horário ou distribuir patches na sua rede local usando tecnologia peer-to-peer. 

3.          Melhorias por baixo "da lataria"

Se você fizer a atualização do Windows 7 para o 10, ficará impressionado com como o novo sistema é rápido e moderno. O código do Windows 8 otimizado pela Microsoft resultou em um sistema que inicializa de forma muito rápida - especialmente se você tiver um SSD - e apenas é muito mais ágil. Essa é uma das muitas melhorias do Windows 8 que os usuários do Windows 7 poderão aproveitar no Windows 10.

4.          Proteção de segurança nativa

Isso é algo mais interessante para o usuário comum, do dia-a-dia do que os entusiastas mais aficionados por PCs. Mas o Windows 10 é inerentemente muito mais seguro do que o Windows 7. O mais recente sistema já vem com o programa de antivírus Windows Defender, da Microsoft, e com o Windows Firewall instalado e habilitado por padrão, o que dá um ganho de segurança para os computadores.

5.          Filtro SmartScreen

Mas a Microsoft não parou por aí. A exigência de UEFI Secure Boot do Windows 10 te protege contra rootkits de nível mais baixo que poderiam infectar o seu PC. O filtro SmartScreen faz a proteção contra sites maliciosos. E o Windows Hello torna a autenticação via biometria muito mais simples e fácil.

6.          Cortana

A resposta da Microsoft ao Siri, da Apple, e ao Google Now, substitui a funcionalidade básica de buscas no Windows 10, o que é ótimo. A assistente Cortana mistura bom humor com inteligência baseada na web que pode te ajudar a configurar lembretes e despertadores, ficar sabendo tudo sobre as notícias, navegar e operar seu sistema, rastrear pacotes, planejar viagens, e muito mais. Boa notícia: a Cortana vai ficar mais proativa e útil com a chegada do Update de Aniversário do Windows 10 em 2 de agosto.

7.          DirectX 12

A tecnologia poderosa de gráficos DirectX 12, da Microsoft, é exclusiva para aparelhos Windows 10. Os gamers de PCs devem achar que esse único recurso já vale o upgrade.

Ainda estamos nos dias iniciais da adoção do DirectX 12. A maioria dos jogos para PCs ainda são lançados em DirectX 11. Ainda não temos certeza do potencial total da API gráfica, mas implementações iniciais do DX12 em games tendem a resultar em experiências mais suaves e taxas de frames mais altas no geral.

8.          Apps Windows universais

Mas o DirectX 12 chegou ao Xbox One. Isso porque o console da Microsoft roda o Windows 10 por baixo "da lataria", e todos os aparelhos Windows 10 podem rodar apps Windows universais. Um recurso muito legal é a compatibilidade entre aparelhos do novo recurso Xbox Play Anywhere, que te permite comprar um game uma vez e jogá-lo tanto no Windows 10 e no Xbox One, assim como transferir saves e jogar games multijogos em duas plataformas.

9.          É gratuito!

O upgrade é gratuito até 29 de julho de 2016. Se você está considerando atualizar para o Windows 10 em algum ponto do futuro, agora é a hora de fazer isso. Apenas certifique-se do que estará dando em troca.

10.       Só vai melhorar

A Microsoft não está descansando nos louros agora que o Windows 10 está no mercado há quase um ano. Uma grande Atualização de Aniversário do Windows 10 tem lançamento marcado para 2 de agosto, quando vai trazer diversos novos recursos e soluções para bugs.

Fonte: PC World / EUA / idgnow.com.br

 

Sete hábitos de 5 minutos ( de milionários ) que poderão te ajudar a enriquecer

5 minutes

 

"Habitos ditam o quão bem sucedido  ou não você será em sua vida" escreve  Thomas C. Corley  que passou 5 anos pesquisando os hábitos de 177 pessoas bem sucedidas. A seguir são destacados 7 deles:

 

1.   Escreva metas específicas para o seu dinheiro

 

Se você quer começar a acumular patrimônio, precisa tomar atitude. Comece escrevendo metas específicas para suas receitas e seu patrimônio. Estabeleça objetivos para poupar e investir seu dinheiro. Esse é o conselho do milionário que construiu seu próprio patrimônio.

 

Se você quer começar a acumular riqueza, você precisa tomar medidas concretas e objetivas.. Comece por escrever as metas específicas para o seu rendimento anual e patrimônio líquido, diz o  self-made milionário T. Harv Eker autor do  livro  " Segredos da Mente Milionária".

 

"Sua intenção deve ser a criação de abundância, não mediocridade", explica ele, por isso  você deve ser realista ao definir um prazo para atingir estes objetivos, não tenha medo de pensar grande e desafiar a si mesmo.

 

"A razão número um de a maioria das pessoas não conseguirem o que querem é que eles não sabem o que querem.", ele escreve. "As pessoas ricas são totalmente claras no que querem em termos de riqueza."

 

2.   Crie o hábito de distribuir seus cartões para as pessoas certas

 

"Einstein disse que a consciência é contagiosa", escreve o self-made milionário Steve Siebold. "Se você quer ficar rico, você precisa começar a se associar com outras pessoas ricas, mas isso não significa descartar seus amigos por causa de seus patrimônios líquidos serem baixos".

 

Pense desta forma: "Se você quer se tornar atleta, você deve se cercar de pessoas que vivem em forma. Se você estiver interessado em religião, você deve se relacionar mais com as pessoas na igreja", explica ele. "Então, se você quiser se tornar rico, procure ficar em torno de outras pessoas ricas e aprender com eles."

 

 

3.   Otimize seus investimentos

 

"O medo de críticas é a razão para não buscar feedback de outras pessoas", escreve Thomas C. Corley. "Mas o feedback é essencial para aprender o que está funcionando e o que não está funcionando. O feedback ajuda a entender se você está no caminho certo. Ouvir críticas, boas ou mas,  é um elemento crucial para a aprendizagem e crescimento."

 

Além disso, ela permite você mudar e buscar um novo rumo experimentando uma nova carreira ou negócio. "Os milionários mais bem sucedidos testam novos empreendimentos antes que mergulharem de cabeça", explica Corley. "O feedback prévio te oferece a informação que você precisa para ter sucesso em qualquer empreendimento."

 

4.   Faça uma lista do que não fazer

 

Pessoas ricas fazem listas diárias com coisas que não querem fazer, seja por serem hábitos ruins, ou por ser desperdício de tempo. Uma lista como essa incluiria itens como "não ver mais de uma hora de televisão hoje", ou "não fazer compras impulsivas". Essas listas são importantes para evitar maus hábitos, aponta Corley.

 

"Fazer listas por si só não fará de você um sucesso", explica Corley. "Embora seja importante para organizar as coisas, é igualmente importante para evitar fazer coisas que podem vir a comprometer todos os benefícios de uma lista de coisas boas a fazer."

 

5.   Faça ligações telefônicas de cinco minutos

 

De acordo com a pesquisa de Corley, 80% das pessoas ricas fazem ligações curtas para desejar parabéns, conversar rapidamente ou felicitar por alguma conquista, contra porcentagens muito menores para pessoas com menos recursos. Os pequenos detalhes importam, relata Corley, e ajudam a construir relacionamentos com outras pessoas de sucesso.

 

Cinco minutos ao telefone pode ser um longo tempo. De acordo com a pesquisa de Corley, 80% das pessoas ricas tem o habito de fazer chamadas para desejar feliz aniversário, conversar rapidamente ou felicitar por alguma conquista, em comparação com 11%, 26% e 3% das pessoas menos abonadas, respectivamente. Os pequenos detalhes são importantes, Corley enfatiza. Eles permitem você construir relacionamentos com outras pessoas de sucesso, um hábito pedra angular de pessoas ricas. "Reunir o máximo de informações que puder sobre seus relacionamentos", ele escreve. "Quanto mais você sabe sobre as pessoas que você se envolver, mais munição   você terá em seu arsenal para ajudá-lo na comunicação eficaz com eles."

 

6.   Em vez de dizer "este / ou aquele", comece a dizer 'ambos'

 

"Conserve a  prática de pensar e criar maneiras de ter 'o todo'", escreve Eker. "Sempre que duas alternativas são apresentadas a você, pergunte-se: 'Como posso ter os dois? '" As pessoas ricas nunca dizem "este / ou aquele" - eles dizem "ambos", porque sabem que você pode ter tudo.". "Vale pensar e verificar que os menos ricos tendem  a escolher  os outros aspectos da vida ao invés do dinheiro. Por isso eles frequentemente estão em  uma posição em que o dinheiro não é tão importante quanto outras coisas."

 

7.   Diga a você mesmo que merece ser rico

 

Steve Siebold, comenta que as pessoas comuns acreditam que ser rico é um privilégio de apenas algumas pessoas de sorte. Mas a verdade é, em um país capitalista, que você tem todo direito de ser rico se está disposto a criar valor para outras pessoas. Comece se perguntando: "por que não eu?". Depois, comece a pensar grande.

 

 

 

Fonte: http://www.businessinsider.com/

      Autor: Kathleen Elkins

 

Implementando Segurança da Informação – Passo-a-Passo

 

ISO27001

 

Segurança da Informação é o tema do livro " Secure & Simple: A Small-Business Guide to Implementing ISO 27001 On Your Own", escrito por Dejan Kosutic.

Leia-o e saiba como:

  • Iniciar um projeto de implementação;
  • Obter uma explicação simples da norma ISO 27001;
  • Estruturar a documentação exigida;
  • Obter a certificação - o processo e os critérios para organismos de certificação.

O autor cria um passo-a-passo para a implantação do padrão que se tornou a referência global mais popular para a gestão da Segurança da Informação. Embora seja voltado para profissionais de TI e de segurança interessados em implementar o ISO 27001 em suas empresas, o autor explica que o livro não substitui a aquisição e leitura da norma, mas é um facilitador, ajudando o leitor no processo de implementação durante todos as fases requeridas.

Entre os temas abordados estão:  

  • Avaliação do nível de maturidade da empresa visando à preparação para a implementação do padrão;
  • As principais fases do projeto;  
  • Gestão de Riscos e auditoria dos sistemas de gerenciamento de segurança da informação.

Veja também:

 

15 tendências que influenciarão a Internet até 2020

15Tendencias

Segundo o Visual Networking Index (VNI), quantidade de internautas no Brasil passará de 97 milhões para 141 milhões em 2020. Esse total projetado representará 65% da população brasileira conectada.

 

A Internet já se tornou um item básico para a maioria dos seres humanos. Para compreender a evolução dessa rede, a Cisco libera um estudo anual, que ajuda a traçar um panorama com relação ao futuro da web.

A edição mais recente do Visual Networking Index (VNI) aponta quatro forças propulsores do que está por vir: aumento da quantidade de usuários, mais dispositivos conectados, expansão da velocidade de conexão e explosão do vídeo.

De acordo com a fabricante, atualmente, existem cerca de 3 bilhões de usuários de internet. Esse número será de aproximadamente 4,1 bilhões em 2020. Dessa forma, os recursos de conectividade chegarão a 52% da população mundial.

O número de dispositivos conectados saltará de 16,3 bilhões para 26,3 bilhões. Segundo Hugo Baeta, diretor da Cisco, aproximadamente 12 bilhões desse total virão de comunicação entre máquinas (M2M).

As projeções do VNI sinalizam, também, que a média da velocidade de banda larga passará de 24,7 Mbps para 47,7 Mbps. O cenário para 2020, ainda, aponta que 82% de todo o tráfego nas redes de internet será vídeo.

Cenário brasileiro
No Brasil, o número de usuários passará de 97 milhões para 141 milhões em 2020. Esse total projetado representará 65% da população brasileira conectada. O número de dispositivos passará de 519 para 766 milhões (uma proporção de 3,6 dispositivos por pessoa). A Cisco aponta que a velocidade média de conexão passará d de 8,5 Mpbs para 19,5 Mbps e o vídeo representará 85% do tráfego total.

Olhando para o contexto regional, ao final da década, a América Latina terá 394 milhões de pessoas na Internet. Em termos de dispositivo, serão 2 bilhões de aparelhos conectados em território latino americano. "O crescimento não é mais impulsionado por usuários, mas por conexão máquina a máquina", afirma o executivo.

O estudo da Cisco projeta 15 tendências que moldarão o futuro da internet.

1. Crescimento das conexões M2M
Cada vez mais, o futuro da internet será recheado por máquinas. Segundo De acordo Baeta, as conexões M2M representarão 46% do total, seguido por telefones móveis (21%).

2. Mais aparelhos capazes de rodar vídeos
"Vemos que os smartphones terão uma predominância nesse contexto", projeta o diretor, sinalizando esses dispositivos como predominantes no consumo de recursos em vídeo em 2020.

3. Média de tráfego por dispositivo crescerá exponencialmente
O volume de tráfego nos aparelhos passará por uma expansão acentuada. Atualmente, a média de consumo mensal de um módulo M2M gira na casa dos 139 Mbps. Até o final da década, esse número saltará para 458 Mbps. A mesma evolução pode ser vista nos smartphones, saindo 1,389 para 7,872 Mpbs por mês.

4. Queda nas conexões via PC
O estudo da Cisco indica que os PCs vão perder força no tráfego total. Os smartphones tomarão o lugar dos computadores, saindo de 8% para 30% do tráfego em 2020.

5. O advento da IoT
As conexões M2M impulsionarão a quantidade de conexões. "Os tipos de conexão mais comuns hoje são de casas, ambientes empresariais e carros conectados", lista o diretor, afirmando que essas três frentes continuam sendo dominantes em quantidade de conexões, além de terem crescimento significativo nos próximos anos.

6. IPv6 avança
O IPv6 passará por uma evolução exponencial do que o tráfego geral da internet, com 74% de crescimento médio global até 2020.

7. Conteúdo em alta
O HD impactará o mundo IP. Em 2020, o Brasil terá 56% de conteúdo em alta definição trafegando em internet, contra 63% no mundo.

8. Novas fontes de entretenimento
Muitos usuários migrarão de serviços de TV por assinatura tradicionais para o streaming. "Isso é uma tendência em mercados mais desenvolvidos, mas não é algo observado no Brasil. Mas, à medida que o mercado amadurece, passa a valer em solo nacional", pondera.

9. Acesso público
De acordo com a Cisco, o número de hotspot públicos vai crescer consideravelmente nos próximos anos. Até o final da década, o mundo terá um total de 433 milhões de hotspots, dos quais 9% serão na América Latina.

10. Cada vez mais sem fio
Em 2018, o número de acessos móveis e Wi-Fi supera os acessos de fixos.

11. Consumo intenso
O uso de banda por usuário passará de uma média atual de 19 Gb para 44 Gb por mês. O tráfego médio em uma residência sairá de 49 Gb par 118 Gb por mês. No Brasil o consumo em média por usuário passará de 16 Gb para 32 Gb e de uma casa sairá de 42 Gb para 90 Gb por mês.

12. O mundo ajusta os planos
De acordo com a Cisco, há um aumento dos limites nos serviços de dados pelos provedores ao redor do mundo, isso se alinha com o cenário de aumento de tráfego. Na mesma medida, as operadoras enfrentam o desafio de atender o tráfego de momentos de pico.

13. Mais velocidade
A velocidade média global das conexões será de 47,7 Mbps em 2020. No Brasil, a média deve chegar a 19,5 Mbps.

14. Serviços diversos
De acordo com a pesquisa, o mundo verá um aumento na utilização de serviços de vídeo sob demanda e transmissão ao vivo usando redes IP. No mundo doméstico, espera-se avanço na adoção de redes sociais, mobile banking e commerce. No ambiente empresarial, há uma tendência de adoção de comunicação unificada e serviços com recursos baseados em contexto de localização.

15. Mais inseguro
O número de ataques DDoS chegará a 17 milhões em 2020 (contra 2.6 milhões registrados em 2015.

 

Veja também:

Como estamos hoje e para onde vamos com tanta informação?->

http://bit.ly/1TdnPh1

 

Cinco passos para garantir a proteção dos dados de negócios->

http://bit.ly/1ZQVBMT

 

Entrega de excesso de conteúdo = Aprendizado?->

http://bit.ly/1TpkT4L

 

 

 Fonte:cio.com.br

25 maneiras de descobrir um novo produto para (re)inventar seu futuro

25Maneiras

Aqui mostraremos uma lista com 25 métodos para você identificar a sua próxima (re)invenção. Antes de mais nada não esqueça de acertar na estratégia!

1- O que te incomoda?

Pense sobre  o que mais te incomoda  em algo e crie uma solução. Talvez você tenha a ideia de um cabo retrátil para computadores para eles não se enrolarem ou ficarem bagunçados!

2- Aprenda com o gringo

Você já viu  algo num país estrangeiro  que você nunca viu por aqui? Em todos os supermercados maiores que disponibilizavam carrinhos, você precisava fazer um depósito entre 1 e 2 euros pra poder usá-lo. Antes de ir embora, colocava o carrinho de volta e recebia de volta o dinheiro (a mesma moeda). Eu nunca vi isso por aqui, até hoje. Por que não levar isso pro mercado?

3- Mão na massa

Você tem algum gadget, bolsa ou artigo sobre costura que você simplesmente sabe que pode fazer melhor? Faça um protótipo em casa mesmo e veja se sua ideia é realmente legal… Use argila, barbante, papel, lençóis…

4- Necessidades das pessoas

Quando estiver com seus amigos,  ouça suas necessidades e reclamações  com ouvido bem aberto. Minha amiga estava se mudando e não tinha espaço no armário para todas as suas bolsas - foi assim que criei a patente do  Handy Hold All.

5- O que você mais gosta de fazer?

Existe algo que você consegue criar  que melhoraria essa experiência? Se você se exercita caminhando, talvez você tenha ideia para melhores pesos de braço ou perna que já estão por aí!

6- Faça uma pesquisa de mercado

Pergunte aos amigos e parentes quais são suas necessidades e desejos. Caso haja recursos para tal, faça uma survey online, e divulgue para descobrir algo que o público precisa!

7- Fóruns e grupos de discussão

Entre em fóruns e grupos de discussão onde o seu público debate.  Hoje em dia, em plataformas como o Facebook e Google +, é fácil conseguir encontrar algumas ideias interessantes de produtos que ainda não existem.

8- Oportunidades de nicho

Invista em oportunidades de nicho, ou seja, em mercados específicos. Talvez alguma variação de um outro produto. Trabalha com roupas? Você pode se especializar em produtos infantis para meninas 0 a 4 anos. Pretende abrir um negócio que envolve livros? Fique de olho nas tendências de gênero. Essa é uma ótima fórmula para investir em um novo negócio.

9- Tendências internacionais

Fique de olho em tendências internacionais. Verifique quais são os novos produtos que vêm fazendo sucesso lá fora. Uma boa ideia pode ser procurar por produtos que vendam bastante em sites como o  EbayAliExpress  e  Alibaba  e ainda não são comercializados no mercado nacional.

10- Micro ambiência 

Repare na micro ambiência. Muitas vezes, um produto não precisa ser uma grande necessidade nacional, mas pode ser útil em caráter regional e até municipal. Ande pelas ruas da sua cidade ou bairro e descubra o que faz falta aos moradores do local.

11- Demanda por produção estrangeira

Busque por mercados onde haja demanda por produção estrangeira. Muitas vezes, grandes empresas exportam matéria-prima e até mesmo produtos, pois eles não estão disponíveis no mercado nacional. Descobrir novas oportunidades inclui estar atento às necessidades de produção em caráter local.

12- Upgrades

Observe produtos populares que precisam de complementos. Imagine o sucesso do produto quando inventaram o primeiro suporte para televisão? O mesmo vale para seguradores de livros, capas para celulares, etc. Produtos complementares podem ser uma ótima maneira de se posicionar  no mercado.

13- Keyword Planner

Fique atento ao Planejador de Palavras-Chave do Google. Essa é uma ferramenta que mostra as tendências de buscas do maior mecanismo de pesquisas do mundo. Portanto, vale a pena tentar encontrar algo que venha sendo procurado pelas pessoas e ainda não está sendo vendido.

14- O que as pessoas amam

Identifique o que as pessoas amam. Quanto mais os consumidores gostam de um produto, mais sucintos à compra eles estarão. Você pode fazer produtos semelhantes ou relacionados, mas não especificamente iguais àqueles que já fazem sucesso.

15- Oportunidades de negócio

Fique ligado nas oportunidades de negócio. Com o surgimento de novos produtos e tecnologias diariamente, várias oportunidades e necessidades são criadas no mesmo ritmo. Ninguém precisava de cuecas até inventarem as calças. Não existiriam pires sem xícaras. Observe de perto como os hábitos do consumidor se alteram e invista em algo que supra suas necessidades atuais.

16- Experiência própria

Considere suas próprias experiências. Muitas vezes, você possui uma habilidade exclusiva e não tira proveito disso. Pense naquilo que você já experimentou e foi importante no seu cotidiano.

17- Contexto

Adapte-se ao seu contexto e ao escolher um produto faça análise de mercado e da concorrência. Antes de criar um produto, verifique o que você já tem. O que você poderia começar a vender amanhã? Muitas empresas grandes foram fundadas em garagens, para evitar gastos dispendiosos com estocagem ou aluguel de lojas e escritórios. Se você não possui muito espaço, talvez seja uma boa ideia investir em produtos que exigem pouca capacidade de estoque. Se você tem acesso fácil a algum tipo de matéria-prima, como argila ou tinta, invista nisso e use a facilidade a seu favor.

Veja -> Como analisar a concorrência de forma eficaz?

 

18- Tendências online

 

Preste atenção às tendências do consumidor online. Existem diversas ferramentas que podem ajudá-lo a descobrir sobre o que as pessoas estão falando, como o  Trend WatchingTrend Hunter  e  Springwise. Elas rastreiam as redes sociais e sites online, sempre buscando pelos principais assuntos comentados pelos consumidores.

19- Líderes da indústria

Observe os líderes da indústria. Seguir grandes empresas e pessoas nas redes sociais pode inspirar grandes ideias. Existem algumas boas plataformas para descobrir quem são os principais influenciadores online, inclusive segmentando a indústria, como oFollowerWonk  e o  LittleBird.

20- Entenda reclamações

Confira plataformas de proteção ao consumidor como o  Reclame Aqui  e o Proteste. Muitas pessoas estão insatisfeitas com algum serviço ou produto, e é fácil identificá-las pelos índices de reclamação. Essa pode ser uma grande oportunidade para investir em um segmento onde haja carência de ofertas com qualidade.

21- Sites estrangeiros

Visite sites estrangeiros sobre novidades de mercado. Muitos deles selecionam mercadorias novas, ainda em fase experimentação e comercialização. Alguns bons exemplos são o  UncrateBless This StuffCool MaterialGear MooseWerd  e  Firebox.

 

22- Produtos para revenda

Exporte produtos para revenda. Existem grandes sites nacionais e internacionas de vendas e leilões que oferecem produtos por preços baixos. Há várias oportunidades incríveis nesses locais, e quanto maior o valor da compra, menor o preço unitário dos produtos. Vale a pena investir nos já citados Ebay, Alibaba e AliExpress, além de sites como  DobaGlobal SourcesDHgateMade-in-China  e  Trade Good.

23- Maiores lojas virtuais

Confira regularmente às maiores lojas virtuais do mercado. Observar quais são as principais tendências do mercado pode ser uma ótima fonte de inspiração e criação de oportunidades. Fique de olho em lojas como  AmazonSaraivaSubmarino  e  Netshoes.

24- Comparadores de preço

Consulte os comparadores de preços como  BuscapéZoom  e  Bondfaro. Além de poder fornecer boas ideias, também podem criar uma noção de precificação e nichos para investimento. Ah, não se esqueça de ficar atento a sites estrangeiros, onde os produtos podem chegar antes aos consumidores.

25- Reddit

Acesse o Reddit. Essa rede social, embora não seja muito popular no Brasil, possui um interessante algoritmo que ranqueia os comentários de acordo sua relevância para os usuários. Alguns dos fóruns disponíveis são bastante interessantes. No  Buy It For Life(Compre Isso Para a Vida), são selecionados produtos de qualidade garantida, tal qual sua durabilidade. Há também o  Shut Up and Take My Money  (Cale a Boca e Pegue meu Dinheiro), onde são ofertados produtos que as pessoas irão se encantar.

Além disso, se você pesquisar profundamente pelo site, pode encontrar interessantes pesquisas de mercado completamente gratuitas ou até mesmo criar a sua própria. Alguns bons exemplos são:

Reddit,  qual produto abaixo de $20 você recomenda para que todos comprem?

Qual produto de $100 tem a capacidade aumentar a qualidade de vida?

 

Fonte:http://saiadolugar.com.br/empreendedorismo

Veja também:

Negociações de sucesso: estratégias e habilidades essenciais->

http://bit.ly/255xq0N

Qual estratégia de colaboração é adotada pelas empresas no Brasil e no mundo?-> http://bit.ly/1QDGjuX

Transformação digital versus Estratégia Digital->

http://bit.ly/1PQHhOI

10 passos para construir uma estratégia de Marketing  Digital eficaz->

http://bit.ly/1SHcWI1