Arquivos mensais: março 2026

Coaching: Ferramenta Estratégica para Obtenção de Resultados

CoachingI4pro

Em vários momentos nos encontramos em encruzilhadas. É comum nos depararmos com o não saber, pois em vários aspectos, desconhecemos o que há por vir além do fim, e ao nos depararmos com o vazio, com o não-saber, também nos deparamos com o não ser, não nos reconhecermos perante aquilo que já conhecíamos de nós.

Passamos por diversas etapas até entendermos e respeitarmos estas mudanças que acontecem conosco e elas levam normalmente muito tempo. Precisamos daquele estalo, daquele "insight" que irá nos mover mais próximos do caminho que consideramos o melhor naquela circunstância. Mas até lá, já seguimos conselhos de todos, pois é muito mais fácil ouvir a voz alheia que a nossa própria voz interna. Oras, os outros sempre falarão mais alto que a gente! Mesmo quando efeitos completamente perceptíveis que damos a nós mesmos aparecem (como dores psicossomáticas, auto-sabotagens, atos-falhos, entre outros), ainda assim confiamos mais nos padres, rabinos, chefes, família. Não que eles não estejam preocupados com o seu bem estar! Muito pelo contrário! Mas o quanto eles realmente estão cientes de todas as variáveis que você tem ciência para resolver o seu problema? O quanto você precisa explicar para que eles consigam não colocar seus julgamentos a mostra, e para que eles consigam realmente entender o que você está passando, ou o que é a melhor forma para agir?

Neste sentido, poderíamos pensar na psicoterapia como ferramenta interessante. O psicólogo jamais irá realizar um juízo de valor sobre você; ele irá te acompanhar para o caminho saudável, te ajudar quando o sofrimento aperta e você não sabe para onde correr. Ele irá criar um ambiente seguro, para que você possa contar a si mesmo (mais que para ele, com certeza), tudo o que vem passando, e dessa forma limpar-se de um mundo exterior que muitas vezes é corrosivo aos seus sonhos e expectativas no mundo. Mas a psicoterapia tem limites. Se a mudança que você está passando não lhe causa sofrimento, ou você ainda planeja mudar, a psicoterapia não acelerará os resultados que você deseja buscar. Mesmo a psicoterapia breve pode não ser efetiva caso a intenção é focar no resultado em menos tempo. Já o coaching, é outra história.

O coaching é uma ferramenta de aceleração de resultados, com a qual você pode trabalhar um aspecto mais profundamente e onde o sofrimento pela mudança é transformado em força. Não é à toa que é uma ferramenta poderosa nas empresas, pois direciona o cliente a chegar onde precisa, segundo o que percebe que seria interessante! O coaching é uma ferramenta que organiza pensamentos difusos sobre temas específicos e reforça os comportamentos positivos para se chegar no resultado esperado. É um processo de curta duração, extremamente intenso e os resultados são bastante observáveis através de entregas de tarefas semanais/quinzenais/mensais. É algo imprescindível quando queremos fazer algo que precisa de um empurrãozinho, mas que não sabemos como fazê-lo.

Sem dúvida, é uma forma de cuidar-se e de se melhorar. O coaching pode inclusive ser utilizado para questões pessoais, onde o trabalho é mais focado em obtenção de resultados em problemas mais intrínsecos, além de carreira. Às vezes, a solução de alguns problemas estão logo abaixo do nariz; não são complicados, mas precisamos perceber o quanto são importantes para seguirmos em frente. Através de técnicas reflexivas e respeito que um coach pode demonstrar a você sobre sua história e suas decisões, é comum que nos sintamos mais fortes para limpar os esqueletos do armário.

A mim, esta ferramenta tem sido bárbara para obtenção de resultados próprios. Já pensou o que ela poderia fazer por você?

Autor: Mariana Ghetle

Human Resources Manager at I4Pro

Fonte:http://ow.ly/DSKuk

 

 

 

Veja também: Acerte na Estratégia!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Catálogo de Serviços na prática

CatalogoServiçosFundoBranco

O conceito de Catálogo de Serviços é um importante instrumento de gestão trazido pelo ITIL® e outros frameworks, e tem como foco servir como  o elemento  de comunicação e alinhamento entre TI e Negócio. Muitas dificuldades podem ser minimizadas e alguns riscos mitigados com a implantação de um catálogo de serviços, sendo que como uma das suas principais atribuições no dia-a-dia é ajudar no apoio ao atendimento 'a incidentes, dando suporte ao primeiro nível e definindo quem deve ser o solucionador em segundo nível, conforme preconiza o ITIL.

 

Frequentemente as áreas de TI das empresas sabem da importância de seus serviços para seus clientes internos, porém encontram dificuldades de construir um bom Catálogo de Serviços, que seja fácil de navegar e de interagir por parte dos tomadores demandantes, e por outro lado, que seja completo em informações necessárias para a TI. Veja que esta capacitação tem como meta propiciar ao participante aprender sobre um método prático de construção do Catálogo de Serviços que irá transformar a comunicação entre a TI e a organização como um todo.

 

Notamos que é quase impossível a área de TI conseguirá manter a qualidade e a credibilidade tão fundamentais e necessárias para o seu dia a dia sem uma definição bem estruturada de um Catálogo de Serviços, porém descrever todos os serviços não é tarefa das mais fáceis. É importante conhecer bem o conceito de cada serviço, o qual pode mudar de acordo com o negócio e características individuais de cada empresa, além de refletir o requisito principal que é o alinhamento estratégico da Empresa com a Governança de TI.

 

A questão inicial nos remete ao básico: O que sua área poderia vender e vende hoje efetivamente? Qual é a sua Proposta de Valor sob o ponto de vista de seu cliente, seja ele interno ou externo? Veja como você esta sendo cobrado hoje e imagine como o seu cliente poderia lhe estas cobrando, caso o "serviço prestado", do ponto de vista dele, não estivesse sendo bem prestado.

 

 

O Catálogo de Serviços, conforme definido pelo ITIL, é um subconjunto do Portfólio de Serviços da Organização, que consiste de todos os serviços ativos e aprovados que podem ser oferecidos aos atuais e futuros clientes da TI na organização. É, inclusive, uma projeção da eventual capacidade do provedor de serviços de TI para entregar valor aos seus clientes (Office of Government Commerce, 2007).

 

Um Catálogo de Serviços bem definido também  permite orientar sobremaneira o cliente na medida em que  ele não poderá reclamar de um serviço que não esteja sendo oferecido, por exemplo. Evidentemente que novos serviços podem ser adicionados sempre que for necessário, mas com uma política e com procedimentos que permitam  o controle do que entre e o que sai do catálogo e principalmente o nível desejado de cada um deles.

 

 

Como exemplo acesse o link a seguir de um exemplo do Catálogo de Serviços,  pois é um bom exemplo para quem esteja planejando em montar o seu próprio.  É importante notar que se deve decidir antes quem deve ou não acessar partes ou o todo da publicação, pois  este acesso deve ser classificado de acordo com o critério de acesso 'as as informações e gestão dos controles de cada organização:

http://web.tuke.sk/fei-cit/sarnovsky/RIP/Service_Catalog_Example.pdf

 

Definição:

http://en.wikipedia.org/wiki/Service_catalog

Um escopo deve ser definido para cada tipo de serviço como também a sua descrição deve ser bem detalhada. As clássicas perguntas, "Como?", "O que?", "Quando?", "Por que?", "Quanto?", "Para quem?", devem ser respondidas na definição de cada  serviço, especificando o  deve atender e também o que não deve, deve-se criar restrições delimitadoras para cada serviço. É importante lembrar que a implementação do Catalogo de Serviços juntamente os processos de cada um deles permite a visão do ciclo da qualidade (PDCA http://en.wikipedia.org/wiki/PDCA ) onde é possível  implementar melhorias contínuas com as medições sempre que necessário, seja por melhoria ou mudança de cenário.

 

Os acordos de níveis de serviços(" SLA - Service Level Agreement") devem ser definidos criteriosamente levando em consideração a necessidade e o cenário específico de cada organização. Devem estar alinhados com as estratégias de negócios através da Governança de TI e devem ser específicos a cada setor produtivo da organização.

 

Acomunicaçãodos serviços deve ser ampla, objetiva e direta, pois não deve pairar dúvidas e pode ser efetuada através de meios internos ao TI ou externas para os clientes, em uma intranet, por exemplo, ou em aplicação específica, constando todo o escopo do serviço e, quando possível, seus custos envolvidos.

 

Asresponsabilidadese os profissionais responsáveis pelos serviços devem ser muito bem definidos para não haver dúvidas quando houver cobranças sobre eventuais não conformidades e problemas de desempenho na execução dos mesmos. Uma central de Serviços, ou uma ampliação do sistema de Service Desk, apoiam nessa tarefa.

 

Especificando os serviços você poderá definir áreas e níveis de especialização para os agentes de serviço. Com isso pode-se prever antecipadamente osrecursosnecessários, de acordo como o volume de solicitações para aquele serviço.

 

Um catálogo de serviços ajuda muito emSuporte e Manutenção, pois auxilia na seleção, aquisição e configuração de hardware, software e todas as ferramentas fundamentais para manter a organização operante, mitigando o risco de aquisições que não tenham o escopo específico definido para cada situação.

 

Na criação de cada serviço já se deve associar um ou mais indicadores que deverão permitir o acompanhamento do desempenho de cada um deles. Este monitoramento deve refletir a performance de cada serviço, tanto de maneira quantitativa, quanto qualitativa, e estas medidas deverão estar relacionadas com  a satisfação do cliente e com a produtividade de cada  a área que o executa.

 

Os índices quantitativos de solicitações, tempo necessário para a execução de cada serviço e o perfil dos recursos deverão ser calculados antecipadamente tendo em vista oplanejamento Financeiro e levantamento dos custos operacionais, o qual poderá ser feito através das estatísticas já existentes ou mesmo através da experiência individual de cada gestor. Principalmente tendo em vista a definição e aprovação de um planejamento orçamentário e posterior acompanhamento específico por área.

 

Para saber mais participe de nosso Curso:

 

Catálogo de Serviços na prática

 

Para conhecer o nosso conteúdo sobre Governança de TI acesse o seguinte link:

http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1192

Para saber um pouco mais sobre Governança de TI acesse o nosso Blog através do seguinte link:

http://www.grupotreinar.com.br/blog.aspx?filterby=Governan%C3%A7a%20de%20TI

 

Veja também:

 

Curso Especialização em SLA - Gerenciamento de Nível de Serviço e de Fornecedor Baseados em Boas Práticas

 

Curso Introdução ao Gerenciamento de Riscos em TI

 

Curso Capacitação em Gerenciamento de Riscos de TI

 

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10 Aspectos fundamentais sobre a Governança de TI

 

 

 Hall Gov TI

 

1 - Os principais focos da Governança de TI

Com o passar dos anos, os processos e serviços internos tornaram-se cada vez mais complexos e o aumento da dependência da Tecnologia da Informação é cada vez mais notório. Desta forma a Gestão de TI é fonte de investimentos e quando está alinhada aos objetivos estratégicos da organização, agrega valor ao negócio.
Assim é necessário que todos envolvidos com TI tenham foco nas ações que agreguem o valor da TI para que esta seja utilizada de forma eficaz dentro da organização. Implementações de TI requerem investimentos contínuos em busca de resultados frequentemente imprevisíveis.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/7/29/os-principais-focos-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

2 - Ponha a Estratégia em Ação

A primeira questão:  O que é Governança de TI?
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/estrat%C3%A9gia-em-a%C3%A7%C3%A3o-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

3 - Alinhamento Estratégico

De modo objetivo, o alinhamento consiste em uma situação em que todos os membros da organização, do CEO ao jardineiro, compartilham simultaneamente da mesma visão e direção e compreendem a importância de suas atribuições para ajudar a empresa a alcançá-los.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/1/alinhamento-estrat%C3%A9gico-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

4 - Modelos para Gestão

"IT Governance" em princípio é uma resposta para a necessidade de organizar e integrar os processos de tecnologia da informação aos processos da cadeia de valor da empresa, de criar consciência que TI não é mais assunto de TI. É assunto da Alta Administração.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/modelos-para-gest%C3%A3o-e-governan%C3%A7a-de-ti.aspx


5 - Mensuração de Desempenho
   
Sem estabelecer e sem monitorar desempenho é improvável que as fases anteriores atinjam os resultados desejados. Isso inclui auditoria e avaliação de atividades e monitoração contínua de desempenho. Existe uma ligação com a fase de alinhamento por meio de evidências de que a direção está sendo seguida ou não. Proporciona a oportunidade de criar medidas corretivas, se necessário. IT Balanced ScoreCards traduzem a estratégia de TI alinhada com a estratégia de negócios. Dessa forma, TI necessita de seus próprios balanced scorecards, definindo metas claras e medidas adequadas que reflitam o impacto de TI nos negócios.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/8/mensura%C3%A7%C3%A3o-de-desempenho-em-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

6 - Gestão de Recursos 

Otimização dos investimentos e do uso dos recursos de TI
Estabelece e distribui as capacidades corretas de TI para as necessidades de negócio. O foco inicial deve ser sobre o conhecimento e a infraestrutura. Essa preocupação lida com a origem dos processos, considerando os modelos desenvolvidos em casa e os modelos de outsourcing, usando critérios de avaliação que vêm das intenções estratégicas da empresa e fatores críticos de sucesso.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/6/gest%C3%A3o-de-recursos-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

7 - A Gestão de Risco

Incorporação do tratamento de riscos e da conformidade nos processos
Cobre o processo de preservação do valor, além do tradicional gerenciamento de riscos financeiros, hoje existe a preocupação com os riscos operacionais e sistêmicos. A integração dos diferentes modos de gerenciar riscos gera a transparência necessária para todos os envolvidos.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/5/a-gest%C3%A3o-de-risco-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

8 - Entrega de valor

Os princípios básicos são: entregas de produtos de TI no prazo e dentro do orçamento com os benefícios previamente identificados.  Os processos de TI devem ser desenhados, distribuídos e operados de maneira eficiente e efetiva. As expectativas e objetivos são determinados pelos direcionadores de negócio que também são influenciados pelo   ambiente.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/2/entrega-de-valor-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx

9 - Governança em Segurança da Informação

Os investimentos em Segurança da Informação já estão na lista de prioridades dos CIOs de grandes corporações há tempos, todavia esta preocupação já começa a ser questionada do ponto de vista estratégico, notadamente sob a ótica do gerenciamento de risco. Organizar a TI para crescer de forma sustentável é um objetivo comum das organizações, no entanto ao dar os primeiros passos as questões de governança da sua segurança se tornam cada vez mais prioritárias, tornando cada vez mais claro que há um GAP entre o que existe hoje de real na maioria delas e a distância que tais empresas ainda precisam percorrer para sua governança sob os aspectos e enfoques de um sistema efetivo de gestão da segurança da informação - SGSI com a Gestão de Riscos.  Enquanto a Gestão da Segurança da Informação atende as demandas pontuais (visão de curto prazo ou operacional) para garantir confidencialidade, integridade e disponibilidade dos ativos, a Governança da Segurança da Informação alinha as ações de Governança aos objetivos estratégicos da organização.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/6/4/governan%C3%A7a-em-seguran%C3%A7a-da-informa%C3%A7%C3%A3o.aspx

10 - A avaliação da competência do pessoal

A organização inteligente frequentemente é avaliada de acordo com a competência de seus membros. Mas será que somente a somatória da competência dos indivíduos determina a eficácia geral de um negócio?
O que é afinal competência?
Ao estudar com mais profundidade este assunto percebemos que o conceito de competência, no sentido como é hoje aceito ao analisar as organizações,  foi influenciado graças a contribuição dada  por Prahalad e Hamel no artigo The core competence of the corporation, publicado na Harvard Business Review em 1990. A definição estipulada por eles  foi: "competência é o aprendizado coletivo na organização, especialmente como coordenar as diversas habilidades de produção e integrar as múltiplas correntes de  tecnologias".
Normalmente a visão tradicional na prática nos diz que é o  mapeamento dos Conhecimentos, Habilidades e Atitudes das pessoas.
Para saber mais acesse o link a seguir:
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/16/a-sua-empresa-%C3%A9-inteligente-ou-somente-descasca-melhor-as-laranjas.aspx

 

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As seis principais habilidades em Big Data que as empresas precisam

Sol e Terra

O número de empregos relacionados com Big Data está crescendo a cada dia na medida em que mais e mais empresas se tornam conscientes dos benefícios da coleta de dados e de sua análise.  O resultado deste trabalho pode influir sobre a rentabilidade das organizações, dizem muitos executivos de negócios.

Muitos desses trabalhos são oferecidos com atraentes salários, e para qualquer pessoa que esteja interessada em dados e análises poderá ser uma carreira extremamente gratificante. A demanda é crescente, de modo a configurá-la  como uma carreira à prova de futuro.

A pergunta que recebo muito é:

Quais são as competências-chave necessárias?

Meus clientes estão me fazendo esta pergunta para que eles possam selecionar os candidatos certos para as funções cruciais de dados centralizados em suas organizações. Os estudantes e profissionais de dados me fazem as mesmas perguntas para garantir que desenvolvem ou irão desenvolver um conjunto de habilidades ajustadas às demandas. Então vai a seguir nossas sugestão sobre o que considero as seis principais habilidades fundamentais, caso você esteja pensando em trabalhar neste setor ou recrutar para tarefas de minerar em grandes quantidades de dados.

 

Habilidades analíticas

 

Talvez a habilidade mais óbvia que você precisa é de ser capaz de dar sentido a uma enxurrada de dados que a estratégia de coleta de dados recém-implantada está acumulando para você.

 

Analyticsenvolve a habilidade de determinar quais dados são relevantes para a pergunta que está esperando para ser respondida, e a interpretação dos dados, a fim de obter essas respostas.

 

Se você tem um talento especial para identificar padrões, e estabelecer ligações entre causa e efeito em seguida, essas habilidades serão inestimáveis, ainda mais  ​​se você está encarregado de transformar dados de uma empresa em planos viáveis ​​de operação ou condução de implementações estratégicas.

 

Criatividade

 

Não há regras rígidas e rápidas sobre para o que uma empresa deve usar Big Data. É uma ciência emergente, significando que a capacidade de chegar a novos métodos de coleta, interpretação, análise e - finalmente - LUCRO - com uma estratégia de dados, é uma habilidade muito valiosa.

 

Os astros de dados corporativos do futuro serão as pessoas que podem surgir com novos métodos de aplicação de análise de dados de formas inovadoras. Muitas vezes eles vão ser a solução de problemas que as empresas nem sequer sabem que têm - como, por exemplo, suas percepções em destacar gargalos ou ineficiências nos processos de produção, de comercialização ou de entrega. Em particular, a criatividade é importante para qualquer esperança de dar sentido a dados não estruturados - dados que não se encaixam confortavelmente em tabelas e gráficos, tais como a fala humana e da escrita.

 

Matemática e Estatística

 

O bom e velhocrunchingnúmerofashioned. Apesar da crescente quantidade de dados não estruturados ser incorporadas em estratégias de dados, grande parte da informação que está sendo colhida e armazenada e pronta para análise, ainda assume a forma de números.

E mesmo quando se lida exclusivamente com dados não estruturados, o objetivo do exercício é muitas vezes para reduzir a elementos de dados os emails, mensagens de meios em mídia social etc - a figuras que podem ser quantificados, para que conclusões definitivas a serem extraídas. Isso significa que os candidatos com uma sólida formação em matemática ou estatística estão numa posição ideal para dar o salto para grande empresa de dados.

 

Ciência da Computação

 

Os computadores são os burros de carga por trás de cada estratégia de Big Data, e os programadores serão sempre necessários para chegar a algoritmos que processam dados em insights. Esta é uma categoria muito ampla, que abrange toda uma série de áreas distintas, tais como aprendizagem de máquina, bancos de dados ou computação em nuvem, que serão grandes adições ao arsenal de qualquer cientista de dados de brotamento. Em particular, você deve estar familiarizado com a gama de tecnologias de código aberto - Hadoop, Python, Pig, etc - que compõem as bases da maioria das grandes empresas de dados.

 

Habilidades de negócios

 

Uma compreensão dos objetivos do negócio e os processos-chave que impulsionam o crescimento do lucro e de negócios também são também essenciais. A ideia de que uma empresa vai contratar um cientista "cabeça de ovo" de dados e que ele será "escondido" em um laboratório subterrâneo, para trabalhar em sua mágica com os dados e que ele será alimentado  através de uma fenda na porta é perigosa  e errada. Ele deve ter um forte alinhamento como os  objetivos de negócio da empresa , bem como a compreensão dos indicadores que  permitam saber se  está tudo  indo na direção certa.

 

Capacidade de comunicação

 

Uma parte essencial de um conjunto de habilidades do cientista de dados é a capacidade de comunicar os resultados da análise para outros membros de sua equipe, tanto na forma inter-pessoal e como também de forma escrita, para que os principais tomadores de decisão  sejam  capazes de compreender rapidamente as mensagens-chave e as ideias.

Isto também inclui as habilidades adicionais  de visualização e comunicação de dados de forma mais eficaz. Você pode ter as melhores habilidades analíticas do mundo, mas você deve ser  capaz de tornar as suas descobertas compreensíveis para todos com os quais interage, e de demonstrar como elas vão ajudar a melhorar o desempenho e impulsionar para o sucesso. Suas conclusões serão de pouca utilidade para qualquer negócio se não forem comunicadas de forma objetiva e concisa.

Autor: Bernard Marr

Fonte: http://smartdatacollective.com/bernardmarr/275526/six-key-big-data-skills-businesses-need

 

Caso você desejar aprimorar suas técnicas de apresentação e oratória de uma forma geral, temos dois conteúdos que poderão de ajudar:

Oratória: A arte de falar bem e fazer apresentações em público

Curso Técnicas de Apresentação para Executivos

 

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Como obter sucesso em apresentação de vendas em 10 passos

AprentVendas01

 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Primeira parte -> http://ow.ly/BRVoQ 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Segunda parte ->http://ow.ly/BRVWK 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Terceira parte ->http://ow.ly/BRWfb 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Quarta parte > http://ow.ly/BRXs1 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Quinta parte >http://ow.ly/BS2sP 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Sexta parte>http://ow.ly/BS2M9 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Sétima parte >http://ow.ly/BS37W 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Oitava parte>http://ow.ly/BS3rJ 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Nona parte >http://ow.ly/BS3K0 

( #dicasgrupotreinar ) Como obter sucesso em Apresentações de Vendas - Decima parte >http://ow.ly/BS4Fs 

 

Caso você desejar aprimorar suas técnicas de apresentação e oratória de uma forma geral temos dois conteúdos que poderão de ajudar:

Oratória: A arte de falar bem e fazer apresentações em público

Curso Tecnicas de Apresentação para Executivos

 

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7 dicas para pessoas tímidas terem sucesso nos negócios

 

7 dicas para tímidos

 

Um dos mantras do mundo corporativo diz que "empreendedores precisam vender". E para vender, é preciso saber falar, gostar de conversar com pessoas e ser extrovertido. Certo? Sim. Mas isso não significa que pessoas tímidas não podem abrir uma empresa.

Empreendedores introvertidos tem de se esforçar um pouco mais para obter sucesso profissional. Em muitos casos, não adianta falar que alguém precisa deixar a timidez de lado - muitos simplesmente não conseguem. Mas há várias formas de atenuar a introversão.

O site da revista "Entrepreneur" listou algumas dicas para quem é tímido e tem interesse em empreender. Saiba quais são:

1) Ensaie na frente do espelho
Um empreendedor precisa de pessoas para crescer. Os contatos feitos no decorrer da vida podem trazer boas ideias e até investimentos para a sua empresa. Caso seja difícil se comunicar com pessoas em uma conversa informal ou em um pitch, pratique o que deve ser dito na frente do espelho. Fique atento à sua expressão corporal, pois não adianta ter um discurso na ponta da língua e ficar travado. Desgrude os braços do lado do corpo e veja a melhor forma de gesticular enquanto fala.

2) Prepare algumas perguntas com antecedência
A falta de assunto pode acabar com uma conversa. Para evitar silêncios constrangedores, saia de casa com um roteiro de temas preparado. Perguntar sobre a inspiração para o negócio e a parte favorita na gestão de uma empresa para alguém são boas maneiras de manter uma conversa interessante.

3) Preze pela qualidade em vez da quantidade
Eventos de networking, em que vários empreendedores comparecem, causam frio na barriga de muita gente. Afinal, o ideal é que todo mundo se apresente e fale sobre seus negócios. Se essas reuniões são desconfortáveis para você, lembre que não é necessário sair disparando cartões de visitas e falando pelos cotovelos. Uma conversa de qualidade vale mais do que apertos de mão vazios.

4) Estabeleça metas
Antes de ir a um desses eventos, estabeleça metas. Não seja ambicioso e comece com tentar ficar pelo menos 20 minutos no local ou fazer um novo contato. Você vai se surpreender quando olhar para o relógio e perceber que o prazo foi superado e como o evento foi produtivo.

5) Peça ajuda para conhecidos
Se a timidez impede o empreendedor de se apresentar a alguém, um amigo pode ajudar. Peça para que alguém faça o contato inicial com as pessoas que podem contribuir para a sua empresa. Depois do aperto de mão, a conversa pode se desenrolar mais facilmente.

6) Use o LinkedIn
Quando o empreendedor vai a um evento e seu objetivo principal é se encontrar com alguém, é importante checar o perfil desse contato no LinkedIn. Na rede social, é possível saber mais sobre a trajetória profissional de quem você quer conhecer. Use as informações do perfil para formular perguntas mais específicas. Não tenha medo de mostrar que você "fuçou" o perfil da pessoa: isso demonstra que você está realmente interessado no que seu contato faz.

7) Não deixe de escutar
Pessoas tímidas não gostam de falar, mas são excelentes ouvintes. Mesmo que você queira deixar a introversão um pouco de lado, nunca relegue sua capacidade de escutar. Sabendo ouvir, você vai despertar a atenção de empreendedores que adoram falar - e que não são poucos, vale lembrar. Eles irão atrás de pessoas que prestam atenção e que tem algo a dizer em retorno.

 

Veja também:

Curso Tecnicas de Apresentação para Executivos

Curso Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios 

 

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SPED-IRPJ Sua empresa esta preparada ?

spedirpj

 

 

O SPED-IRJP entra em vigor em 2014, com a primeira entrega em 2015 e será formado pelo SPED CONTÁBIL + LALUR + Fichas da DIPJ.

Com a entrada em vigor deste novo projeto, a DIPJ será descontinuada. Desta forma, todas as pessoas jurídicas terão que adotar o SPED-IRPJ. Ocorre que, parte das pessoas jurídicas obrigadas a entregar a DIPJ ainda não estavam incluídas no SPED. Para isso, o Governo alterou o Decreto 6.022/2007, alinhando a amplitude das pessoas jurídicas sujeitas ao SPED com as obrigadas à entrega da DIPJ.

Como o SPED CONTÁBIL será um componente obrigatório para o SPED-IRPJ, as pessoas jurídicas que ainda não registravam seus livros contábeis em formato digital terão que fazê-lo. Além disso, é provável que parte dos nossos clientes, apesar de utilizarem ERP, não tenham sua contabilidade registrada em formato digital (SPED CONTÁBIL).

A Receita Federal disponibilizará um PVA editável, ou seja, ele permitirá recuperar os dados contábeis e informações de períodos entregues ao Fisco e a inserção manual das demais informações relativas ao imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro. A previsão para disponibilização do layout completo é Novembro/2013 e do PVA é 2º semestre/2014.

Para mais detalhes, consulte o site da Receita Federal do Brasil.
http://www1.receita.fazenda.gov.br/noticias/2012/novembro/noticia-30112012.htm

 

Fonte: http://blog.totvs.com/sped-irpjsua-empresa-esta-preparada/#!

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A investigação através de Domínios Públicos disponíveis na Web

Questões

 

Com a proliferação de novos meios de comunicação tendo como base a Internet na forma de blogs, jornais online, redes sociais, etc., e a facilidade de reprodução de conteúdo resultou numa possibilidade imensa para quem deseja investigar sobre determinado assunto, pondo em questão o direito autoral e o que é chamado de Domínio público

Segundo o Wikipedia o Domínio público, no Direito da Propriedade Intelectual, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros) de livre uso comercial, porque não submetidas a direitos patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas que podem ser objeto de direitos morais.

Por trás do conceito de domínio público de uma obra intelectual está a importante noção de que as criações dessa natureza são capazes de afetar a coletividade e as relações econômicas.  Pode-se notar que o conceito da Inovação de forma disruptiva na indústria da mídia provocada por novas formas de  tecnologias da informação e de comunicação, muitas delas causando uma redução drástica nos custos associados ao jornalismo investigativo ou na Educação de uma forma geral.

Por exemplo, o jornalista investigativo dos dias de hoje pode ser dono de suas próprias produções e não depende tão fortemente de uma grande equipe de suporte técnico, pois são muitas as oportunidades "multi-plataforma" para divulgar mais ampla e seguramente suas estórias de interesse público, com o benefício adicional de poder receber o feedback imediato do seu leitor. Além disso, são muitas as ferramentas digitais abertas e de código aberto que servem para acelerar certos tipos de investigação, tais como "web-scraping" e software para encontrar links na " nuvem de documentos". O próprio portal da Wikileaks veio para mudar definitiva e radicalmente a atividade de "whistleblowing", e, consequentemente, de proteção às fontes, fundamental para o sucesso de uma investigação forense, por exemplo.

A produção intelectual de um indivíduo ou grupo é uma herança cultural que se deixa para a humanidade, e não somente para seus descendentes diretos.

A importância da produção intelectual, ao mesmo tempo, justifica sua proteção, até como incentivo à dedicação de seus autores.


É nesse equilíbrio delicado - como costumam ser as questões do Direito - que transita o domínio público na propriedade intelectual. Um tema atual que não abrange apenas as questões relacionadas à sucessão e herança, mas também suscita reflexões sobre o uso da produção intelectual em um mundo cada vez mais interligado por mídias digitais e sem fronteiras.


Os direitos do autor, ainda que sejam transmissíveis aos seus herdeiros, não são eternos. A legislação brasileira prevê sua proteção por 70 anos, que começam a ser contados no dia 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor.


Também passam a pertencer ao domínio público as obras de autores falecidos que não tenham deixado sucessores e as de autor desconhecido - ressalvada a proteção legal aos conhecimentos étnicos e tradicionais.
Questões relacionadas à sucessão de direitos autorais e ao domínio publico estão previstas na Lei nº 9.610, Capítulo III (Dos Direitos Patrimoniais do Autor e de sua Duração), artigos 39 a 45.

Se você deseja começar a pesquisar, o Portal Domínio Público conta com um acervo de mais de 123 mil obras e um registro de 18,4 milhões de visitas. Lançado em 2004, o portal oferece acesso de graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada.

Clique aqui para acessar o portal Domínio Público

Caso você tenha interesse sobre o  debate que envolve Jornalismo investigativo, Wikileaks, Assange, NSA e Snowden acesse aqui.

Fontes:
Wikipedia
http://www.casadoautorbrasileiro.com.br/direito-autoral/dominio-publico
http://ciberdominiopublico.blogspot.com/

FastSalas.com

Saiba mais sobre a criatividade - veja fatos comprovados

DuplaInterpretação

 

A inovação é inegavelmente o fator mais importante quando se busca determinar a evolução dos países, organizações e até para os indivíduos.

O conceito de inovação é conhecido desde Adam Smith no século XVIII, que estudava a relação entre acumulação de capital e a tecnologia de manufatura, estudando conceitos relacionados à mudança tecnológica, divisão do trabalho e competição.

Somente a partir do trabalho de Joseph Schumpeter estabeleceu-se uma relação entre inovação e desenvolvimento econômico (Teoria do Desenvolvimento Econômico, 1934). Ele é mais famoso por sua teoria da "destruição criativa" - que sustenta que o sistema capitalista progride por revolucionar constantemente sua estrutura econômica: novas firmas, novas tecnologias e novos produtos substituem constantemente os antigos. De forma simplificada, o termo inovação "schumpeteriana" é utilizado para definir inovações que destróem, o modo como se fazia determinada atividade. Assim, a busca pelo aumento da criatividade ganha cada vez mais espaço nas empresas e nos governos, dado que a não basta somente investir em tecnologia se não ha incentivo 'a criatividade na sua utilização, por exemplo.

O estudo, elaborado pela Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), mostrou que as cidades que possuem os melhores índices sociais e econômicos são as que têm bom desempenho em atrair atividades criativas.

A Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP) elaborou pesquisa para avaliar o Índice de Criatividade das Cidades. A instituição buscou, por meio do estudo, apresentar informações sobre criatividade e inovações nas cidades para elevar o índice de competitividade nas regiões e municípios avaliados. Foram analisados dados dos 27 Estados e das 50 maiores cidades do País. A pesquisa considerou, entre outros aspectos, o número de empregados nos setores criativos, as condições econômicas e sociais e o indicador de criatividade.

Clique aqui e acesse o estudo Índice de Criatividade das Cidades completo (arquivo em pdf).

Segundo Eva Yamila Amanda da Silva Catela em estudo para a PDE/BNDES/ANPEC 2012 procura mostrar que há uma relação direta entre o potencial criativo e a evolução econônica das cidades. O grande desafio em  primeiro lugar foi construir um índice do potencial criativo das cidades brasileiras com mais de 100.000 habitantes, considerando quatro dimensões que contribuem para a construção deste potencial numa cidade: capital humano, ambiente urbano, capital social e estrutura produtiva.  Em segundo lugar, avaliar em que medida a presença deste potencial influencia o nível de renda das cidades, levando em consideração que as especificidades das cidades brasileiras, caracterizadas pela ampla heterogeneidade, exigem a utilização de métodos que a considerem.

Ainda segundo a autora, são as seguintes as dimensões do potencial criativo:

Capital humano: as competências e conhecimento das pessoas, assim como a diversidade e criatividade dos trabalhadores são determinantes para o sucesso e crescimento de uma cidade (HALL, 2000; FLORIDA, 2005; SCOTT, 2006). A classe criativa inclui trabalhadores da ciência e tecnologia, arquitetura e design, educação, arte, música e entretenimento, cuja função principal é criar novas idéias, novas tecnologias ou novos conteúdos.


Ambiente urbano: refere-se às características do território e localização geográfica, determinantes da emergência da cidade criativa. Dentro deste eixo, consideram-se variáveis como os serviços urbanos, bens públicos, aglomerações produtivas, internacionalização da cidade, proximidade de cidades grandes ou de importância global (HALL, 2000; SCOTT, 2006; 2010).


Capital Social: reconhece-se a importância da diversidade e dinamismo populacional, dado que uma comunidade diversa e em constante movimento favorece as atividades culturais e a própria criatividade. Incluem-se a existência de diversidade cultural e individual e a tolerância como fatores fundamentais (STERN e SEIFERT, 2008).


Estrutura econômica-produtiva: esta dimensão tem relação direta com as outras dimensões e em certa forma, vai ser resultado delas. Neste caso, importa o grau de diversificação e especialização da estrutura produtiva da cidade (HOSPERS, 2003), a presença de tecnologia e inovação e a existência de clusters criativos (PRATT, 2009)

Portanto ser criativo tem mais a ver com do que simplesmente um estado mental, se cercar de pessoas e coisas interessantes e se livrar dos pré-conceitos, do que com um sua genética.

Você sabia, por exemplo, que pessoas que moram em cidades grandes são mais criativas, e que, pessoas que conhecem outros países são ainda mais? E que empreendedores com amizades mais variadas são cerca de 3 vezes mais inovadores do que os outros?

Estudos americanos indicaram como melhorar a criatividade.  Alguns deles parecem meio óbvios e até malucos, mas acredite, funcionam.

 
1. Tudo azul

Quem já leu sobre a psicologia das cores irá entender. O azul ajuda a relaxar e melhorar o pensamento associativo. Ao contrário de cores quentes, que deixam as pessoas mais alertas e ligadas. Um estudo feito em 2009 mostrou que pessoas que estavam em uma sala de fundo azul resolveram mais quebra-cabeças do que aqueles que estavam em uma sala de fundo vermelho.

 

2. Fique mais lerdo

Este estudo publicado em 2012 mostrou que pessoas em baixo estado de atenção (leia-se: grogue, sonolento, lerdo) se saíram muito melhores em puzzles criativos (não de lógica), aumentando a chance de sucesso em até 50%.

 

3. Sonhe acordado

Segundo um estudo da Universidade da Califórnia, pessoas que sonham acordado (daydream, expressão em inglês - aquelas que parecem ficar olhando para o nada), obtiveram pontuação mais alta em vários testes de criatividade.

 

4. Pense como uma criança

Quando pesquisadores pediram para as pessoas se imaginarem com 7 anos de idade, elas pontuaram consideravelmente mais em testes de pensamentos divergentes - uma espécie de "pensar diferente" e criar novas utilidades para coisas já existentes.

A presunção, resultado da experiência que adquirimos, é um veneno para a criatividade.  Jonah Lehrer, autor do livro "Imagine", coloca em belas palavras: "a chave da criatividade é a habilidade de atacar os problemas como um iniciante e deixar todas as pré-concepções  e medo do fracasso de lado".

 

5. Ria alto

Ria de verdade! Mark Beeman e John Kounios identificaram a área do cérebro relacionada aos insights  - o famoso estalo, aquela lampadinha na cabeça. Ela se chama, em inglês, superior anterior temporal gyrus (aSTP). Vários fatores influenciam um insight, um deles é rir. O estudo mostrou que pessoas que assistiram um show de stand-up comedy aumentaram a chance de sucesso em 20% ao resolver puzzles criativos.

 

6. Imagine que veio de longe

Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Indiana mostrou que as pessoas resolviam mais problemas quando eram ditas que tais problemas foram criados na Grécia ou na Califórnia em vez do laboratório local.

 

7. Seja vago

Não seja específico, não use palavras que possam limitar o pensamento da equipe. Por exemplo, em vez de usar o verbo "dirigindo" use "deslocando". Parece banal, mas o resultado poderá ser substancial.

 

8. Trabalhe fora da caixa

Muita gente trabalha no famoso cubículo, seja ele um quadrado estilo Dilbert  - mais comum nos Estados Unidos -, ou mais aberto. Um estudo recente fez pessoas se saírem melhores ao pensar fora do seu espaço. Talvez o trabalhar fora da caixa ajudou a pensar fora da caixa.

 

9. Conheça o mundo

Um estudo de Adam Galinsky mostrou que estudantes que moraram fora do seu país natal resolveram mais facilmente um clássico quebra-cabeça criativo.

 

10. Mude-se para uma cidade grande

Físicos do instituto de Santa Fé (Novo México) descobriram que inventores que se mudaram para uma cidade com o dobro de tamanho produziram, em média, 15% mais patentes.

 

11. Tome uns drinks (com moderação....)

Na Universidade de Illinois em Chicago, eles testaram estudantes sóbrios que haviam ingerido certo teor de bebida alcoólica. O que eles descobriram foi algo curioso… Os que haviam bebido resolveram quase 30% problemas de associação remota de palavras do que os sóbrios. A explicação? Eles estavam mais relaxados e prestando menos atenção, o que nesse tipo de problema, os ajudou.

 

Fontes:

http://www.sebrae.com.br/uf/sergipe/areas-de-atuacao/economia-criativa/negocios-em-economia-criativa/indice-de-criatividade-das-cidades/BIA_20962

 

http://www.smi2012.ibge.gov.br/SiteAssets/SitePages/listaApresentacoesOrais/25%C3%8Dndice%20de%20Potencial%20Criativo%20dos%20munic%C3%ADpios%20brasileiros-EvaCatela.pdf

 

The Wall Street Journal, adaptação do livro "Imagine - How Creativity Works", de Jonah Lehrer.

 

FastSalas.com

 

 

 

 

Acerte na Estratégia!

Target

 

Se você está lançando um produto ou um serviço pela primeira vez ou deseja criar um novo posicionamento para a sua oferta, parabéns, pois você provavelmente é daquelas pessoas que movem o mundo!

Embora acreditamos que todo processo deva começar pela palavra já que são os Atos que põe para fora toda a energia ("Fiat Lux!"), é justamente no processo de sua conversão para a materialidade que a  condução deve ser de maneira intimidante e avassaladora.

 

Depois de considerar os principais atributos de seu produto ou serviço, eventual financiamento, formas de fabricação e de comercialização, a perspectiva de lançar algo novo pode gerar estresse, mesmo para o empreendedor mais realizado equilibrado.

Portanto acertar na sequencia estratégica é um dos principais determinantes na busca de um Posicionamento único e vencedor.

 

Sequencia Estratégica

 

 

Abaixo, destacamos algumas dicas de especialistas sobre os fatores importantes para focar  antes de lançar  um novo produto ou serviço:

1. Determine o que os clientes desejam

Isso pode parecer básico, mas antes de ter (muito) trabalho para desenvolvimento e lançamento de um novo produto ou serviço, você deve fazer uma pesquisa considerável para garantir que há um lugar para a sua oferta no mercado. Você pode ter um produto revolucionário e uma mente inspiradora, mas se ninguém está disposto a desembolsar dinheiro para ele, você não terá sucesso (e você desperdiçou o tempo e dinheiro para investir em sua ideia).

 

Alexis Ohanian aborda esta questão em seu livro Without Their Permission (sem sua permissão), enfatizando repetidamente a importância de criar algo que as pessoas realmente queiram e possam adquirir:

"Você absolutamente tem que fazer algo que as pessoas realmente querem ou eles nunca vão ficar por aqui, muito menos voltar. Então, como é que você faz algo que as pessoas realmente queiram? Comece com um problema real. Você já se deparou com produtos ou serviços, que sem dúvida te frustraram. Mantenha um bloco de notas à mão, e anote tudo o que está incomodando você. Há uma boa chance de você encontrar um novo negócio nessas notas."

 

Uma forma de garantir que seu produto é algo que as pessoas vão realmente comprar e usar é o de criar uma solução viável para um problema comum que frustra as pessoas. Mary Kate McGrath , editora-chefe do PureWow , aconselha os empresários e empresas  realizarem uma pesquisa minuciosa antes o lançamento de um novo produto:

 

"Faça pesquisa de mercado para se certificar de que é realmente um produto viável para os consumidores, em vez de apenas uma ideia legal que você acha que pode funcionar. Além disso, tenha muita certeza de que você tem os recursos para sustentar o lançamento de um novo produto ou serviço antes de ir ao mercado. Se você quer ter sucesso para o seu produto você tem que dar-lhe  "pernas" - e estar pronto muitas vezes leva mais tempo do que as empresas se permitem."

 

 

2. Seja digno de comentários

Obter a cobertura da imprensa é fundamental na sensibilização para o seu novo produto - e com milhares de novos produtos sendo lançados a cada ano, você tem que certificar-se de seu irá se destacar.

Nós falamos com Shannon Malone , diretor de estratégia de produto da  Warby Parker , para obter algumas dicas sobre como tornar as pessoas interessadas em no seu produto (e falando bem dele).

"Nós tentamos desenvolver novos produtos em torno de uma história que é digna de discussão e de comentários."

Nós muitas vezes nos perguntamos:

"Será que as pessoas querem falar sobre isso durante o jantar?" Criando essa conversa pode significar a colaboração de parceiros interessantes e inesperados como Ghostly International, hospedando um evento divertido com Leith Clark ou na criação de conteúdo muito interessante e compartilhável - por exemplo,o ladrão do gato, um filme que usamos para lançar nossa coleção Auteur "

Se você está fornecendo algo instigante ou conteúdo de entretenimento, certifique-se que vai além do básico comunique de forma a mostrar porque o seu produto é inovador e merece atenção. Cativar seus consumidores com algo digno de discussão vai promover muitas conversas boca-a-boca de maneira orgânica sobre a sua marca.

 

3. Seja transparente

Na medida em que mais e mais produtos ou serviços inundam o mercado, os consumidores enfrentam decisões mais difíceis sobre onde gastar seu dinheiro. Uma forma de atrair os consumidores para o seu produto é ser completamente transparente mostrando para eles exatamente onde seu dinheiro está indo e que benefícios terão na sua aquisição e posse ou uso.

"A chave para converter os não-clientes tem sido sempre a transparência", disse Malone. "Tentamos ser o mais comunicativos possível sobre por que nós oferecemos e quais os materiais que usamos, e enfatizar que estamos ouvindo e incorporando o feedback dos nossos clientes.

 O fundador e CEO da Everlane,  Michael Preysman, construiu seu negócio sobre a transparência - "Incentivar os clientes para saber de onde seus produtos estão vindo - e por que eles estão com estes preços  dá poder ao consumidor, e os ajuda a se sentir confiantes sobre suas compras", diz ele.

Quando a Everlane lançou sua nova coleção de couro no início deste ano,  enfrentou o desafio de quebrar um paradigma em lançar um novo produto ao mercado com um preço mais elevado. A solução foi comunicar a qualidade de seus produtos de forma online.

"Nós sempre enfrentamos o desafio de transmitir de forma on-line a ideia de que nossos tecidos e materiais são de alta qualidade ", diz Preysman. "Precisamos convencer nossos consumidores que o couro que está sendo usado a partir  de uma fábrica em particular é da mais alta qualidade e constituição. Neste caso, nós aumentamos o espaço para a sessão de fotos da Petra (novo lançamento), e fortemente educamos nosso consumidor mostrando detalhes da fábrica italiana em que estava sendo produzido. "

Everlane tem uma página inteira em seu site dedicado às fábricas onde produz seus produtos. No mapa interativo, você pode clicar sobre as fábricas ao redor do mundo e você terá uma descrição detalhada do que é a fábrica, incluindo fotos dos produtos em produção, bem como pano de fundo sobre o proprietário e materiais utilizados.

Tendo estabelecido a utilidade para o comprador e uma forma de comunicar isto ao mercado, agora temos que saber qual será o preço, sendo que a resolução sobre um preço para seus produtos ou serviços pode ser um pesadelo absoluto. Faça um monitoramento entre os possíveis concorrentes para se certificar de que você pode manter-se na competição, crie e mantenha uma gestão de custos de produção, preparando-se e mantendo-se com a flutuação dos preços de materiais / fornecedores e - no topo de tudo isso - certificando-se de que os  clientes vão realmente comprar o seu produto. É fácil sentir-se opressão e perturbação durante este processo.

A seguir destacamos algumas dicas de especialistas sobre  precificação , tanto para sites de comércio eletrônico como também para negócios tradicionais. 

 

1. "Crowdsource" seu preço

Uma das melhores maneiras de descobrir o quanto seus clientes irão pagar por seu produto é perguntar-lhes diretamente. Crowdsource o preço de seu produto através de enquetes e feedback do usuário é uma maneira fácil de avaliar o interesse e garantir que você está na criação de ofertas que levem a sua empresa para o sucesso. Nós conversamos novamente com Shannon Malone  sobre como a empresa chegou na determinação do preço e como ele permanece competitivo.

"Contamos com os nossos clientes para que possamos saber como eles veem o valor em nossos preços", diz Malone. "Fizemos um levantamento junto aos clientes muitas vezes para saber a percepção deles na relação entre o preço e o valor, entre outras coisas. Se notarmos que os clientes não estão tão impressionados quanto eram da última vez, nós procuramos dialogar sobre a melhor forma de entregar valor a um preço justo. Valor é uma relação preço-qualidade, e nós sempre tentamos fornecer o valor para se manter competitivos.", diz Malone.

Malone acrescenta que a empresa se esforça constantemente para melhorar a qualidade de seus produtos por meio da atualização de materiais e utilização de métodos inovadores de construção, bem como sempre tomando feedback dos clientes e das tendências do mercado. "Nosso núcleo em torno de $95 de preço resultou de uma pesquisa de mercado. Cada vez que introduzimos uma nova proposta  de preço, nós interagimos com os nossos clientes para orientação primeiramente (por meio de pesquisas e grupos de foco), e depois fazemos uma pesquisa de mercado sobre os produtos comparáveis", completa Malone.

Uma maneira fácil de realizar um levantamento do cliente é com o Google Forms no Google Drive. Você pode facilmente configurar uma pesquisa com tantas perguntas que você gostaria de fazer, e você pode escolher diferentes formatos de perguntas, tais como texto, múltipla escolha, caixas e muito mais. Depois que você configurar sua pesquisa, você pode compartilhá-la com os clientes ou grupos de foco, adicionando endereços de e-mail individuais ou  postar um link em qualquer lugar como - Facebook, Twitter, e-mail, boletim ou site da sua empresa, por exemplo.

Você pode optar por obter as respostas automaticamente em uma nova planilha para análise fácil, ou você pode selecionar "resumo das respostas" para entender o quadro geral.

 

Google Forms

 

Para obter instruções passo-a-passo sobre como criar um formulário Google, confira o vídeo abaixo:

 

 

Se você tem um negócio tradicional e você está introduzindo novos produtos, não tenha medo de solicitar o feedback dos clientes interagindo diretamente com as pessoas que compram em sua loja. Pergunte a eles diretamente sobre os preços, e procure fazer o máximo de interação face-a-face - o que não só irá demonstrar que você se importa com a opinião dos seus clientes, mas também você vai ter uma visão valiosa sobre como melhorar a sua marca.

 

2. Seja Acessível

Quando você está fixando o preço de um novo produto, é importante lembrar que você está oferecendo uma proposta de valor para os compradores em perspectiva: em troca de certa quantia de dinheiro, os clientes vão receber algo de valor igual (ou quase igual). Estas propostas de valor podem ser difíceis de se comunicar - especialmente para varejistas on-line que não podem apresentar aos potenciais compradores com um objeto físico para validar o dinheiro que eles estão investindo. Nós conversamos com a   fundadora da Of A Kind , Claire Mazur, sobre suas estratégias para a fixação de preços no espaço de comércio eletrônico, e como ela convence os clientes que estão comprando um produto de qualidade.

"Eu falo muito sobre 'manter a porta de entrada" através de preços competitivos dos nossos produtos. Isto significa basicamente que nós queremos manter os preços acessíveis para manter os nossos clientes. Nós vendemos peças de estilistas emergentes, e uma grande parte da nossa marca é a ideia de que nós vamos apresentá-lo a esses designers que você não tenha ouvido falar ainda, mas vai querer manter um olho neles", diz Mazur.

"Temos que dar o nosso público um preço que lhes permita ter um pouco de um risco em uma peça que eles não podem tocar (porque somos somente online) de um designer que eles não estão familiarizados", acrescenta Mazur. "Mas uma vez que eles tenham a peça em suas mãos e se apaixonam por ela, eles estão sendo fidelizados no designer e irão voltar cada vez mais - e assim continuar a subir a escada de preço. Tento moldá-la dessa maneira com um investimento em marketing ".

 

3. Preencha uma lacuna no mercado

A fim de dar o seu produto a melhor chance de sucesso, preencher uma lacuna preço no mercado que não foi preenchida pelos seus concorrentes pode ser uma excelente iniciativa. Uma vez que você realizou uma pesquisa substancial de mercado, vasculhou os dados para praticar um preço que ninguém está a vender e ajustou o seu modelo de negócio de acordo, você obviamente tem o preço de seu produto em conformidade   o suficiente para cobrir todos os custos fixos e de produção - mas mesmo assim se você poder encontrar espaço de manobra em seu orçamento e reduzir ainda mais o preço de seu produto, até mesmo em alguns dólares, poderá ser o suficiente para diferenciar mais ainda o seu produto da concorrência.

Baldwin Denim fundador e designer da Matt Baldwin mantém o preço competitivo, preenchendo uma lacuna no setor. 

"Eu começo com o que está faltando no mercado e passo a produzir o que eu acredito que vai ser emocionante e satisfazer uma necessidade não atendida", diz Baldwin." Realizamos análises de custo em  profundidade, e tomamos decisões que estão baseadas em dados históricos e modelos de venda em diversas categorias e em várias escalas de preço."

Baldwin também salienta a importância de comparar os seus produtos às ofertas dos concorrentes, bem como produtos em categorias semelhantes, para ver onde estão emparelhando no mercado. "Se [o nosso preço do produto] é estabelecido através desse processo, temos confiança em nosso potencial para executar as próximas ações. Fixamos um preço competitivo, mantendo o dedo no pulso do mercado. Independentemente de sua indústria, se você não sabe o seu posicionamento de preço no mercado, você já está irrelevante e pode ainda nem ter percebido."

Veja também:  Curso Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos Empresariais

25 maneiras de descobrir um novo produto para (re)inventar seu futuro-> http://bit.ly/1sueWcg

 

Fontes: http://mashable.com/2013/12/12/new-product-launch/

http://mashable.com/2013/12/17/product-price/?utm_campaign=Mash-Prod-RSS-Feedburner-All-Partial&utm_cid=Mash-Prod-RSS-Feedburner-All-Partial&utm_medium=feed&utm_source=rss&utm_reader=feedly