<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:rssdatehelper="urn:rssdatehelper"><channel><title>blog for tag Gover</title><link>http://grupotreinar.com.br</link><pubDate></pubDate><generator>grupotreinar</generator><description>Blog do GrupoTreinar</description><language>en</language><item><title>A Ponte para o Futuro: Por que a Governança de IA Começa com uma Sólida Governança de TI</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/23/a-ponte-para-o-futuro-por-que-a-governança-de-ia-começa-com-uma-sólida-governança-de-ti.aspx</link><pubDate>Mon, 23 Jun 2025 22:39:51 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/23/a-ponte-para-o-futuro-por-que-a-governança-de-ia-começa-com-uma-sólida-governança-de-ti.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<h1>A Ponte para o Futuro: Por que a Governança de IA Começa com
uma Sólida Governança de TI ?<img src="/media/1237741/___ponte_para_o_futuro.jpg" alt="Ponte para o Futuro" style="font-size: 10px;"/></h1>

<p style="text-align: left;"><strong>Tema Principal:&nbsp;</strong>
O documento argumenta que uma <strong>Governança de TI
(GTI)</strong> sólida é o alicerce essencial e pré-requisito para
uma <strong>Governança de IA (GIA)</strong> eficaz.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>O Problema:&nbsp;</strong>
Muitas organizações estão investindo em IA sem ter uma base robusta
de GTI, tratando a IA como algo separado da estrutura tecnológica
existente, o que é um erro fundamental.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>A Relação
Fundamental:&nbsp;</strong> GIA eficaz não substitui GTI; ela
necessitade GTI e Governança de Dados. GTI e Governança de Dados
são o "alicerce", e GIA é o "edifício inteligente" construído sobre
eles.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>O Papel da
GTI:&nbsp;</strong> GTI é o "sistema operacional" da estratégia
tecnológica. Não é sobre burocracia, mas sobre garantir que
investimentos em TI gerem valor, riscos sejam gerenciados, e
decisões sejam alinhadas à estratégia do negócio.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>O Papel da GIA</strong>:
GIA governa os "carros autônomos" (sistemas de IA) que trafegam nas
"estradas" construídas pela GTI. Ela expande o escopo da governança
para incluir dimensões críticas como ética, justiça, transparência,
explicabilidade, responsabilidade humana e robustez de modelos.</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Como GTI e GIA se Conectam
(A "Ponte Estratégica")</strong>:</p>

<div style="margin-left: 2em; text-align: justify;">
<ul>
<li>Dados: IA depende de dados de qualidade. <strong>Governança de
Dados (pilar) da GTI</strong> garante a qualidade, privacidade e
segurança dos dados para IA.</li>

<li>Processo Decisório: Estruturas de decisão da GTI (comitês) são
usadas para IA, mas requerem novas perguntas sobre impacto ético,
explicabilidade e risco reputacional da IA.</li>

<li>Gestão de Riscos: GIA se apoia nos processos maduros de gestão
de riscos da GTI (segurança, disponibilidade) e os estende para
incluir <a
href="/media/1237706/resumo__tica__governan_a_e_intelig_ncia_artificial_v01.com.pdf">
riscos éticos, sociais e regulatórios da IA</a>.</li>

<li>Infraestrutura: A infraestrutura robusta e segura definida pela
GTI é a base necessária para a operação confiável dos sistemas de
IA.</li>

<li>Medição de Valor: GIA complementa a medição de ROI da GTI,
incluindo o "Retorno sobre a Confiança" e o impacto na reputação e
sustentabilidade.</li>
</ul>

<br />
 <strong><strong>O Custo de Ignorar a Base (IA sem
Governança):Tentar implementar GIA sem uma GTI sólida leva
a:</strong></strong></div>

<div style="margin-left: 2em; text-align: justify;">
<ul>
<li>Projetos de IA desalinhados e que falham.</li>

<li><a
href="/media/1237519/an_lise_do_artigo_quatro_a__es_para__pioneirar__a_ia_respons_vel_em_qualquer_setor_v01.com.pdf">
Riscos de segurança amplificados</a>.</li>

<li>Caos operacional.</li>

<li>Crises severas de confiança e reputação.</li>
</ul>
</div>

<p style="text-align: justify;"><strong>Roteiro para o Futuro
(Recomendações):&nbsp;</strong></p>

<div style="margin-left: 2em; text-align: justify;">
<ul>
<li>Avaliar a maturidade da fundação de Governança de TI
existente.</li>

<li>Construir a "ponte", integrando princípios de GIA (como ética)
em comitês e processos de TI existentes.</li>
</ul>
</div>

<div style="margin-left: 2em; text-align: justify;">
<ul>
<li>Adotar um framework estruturado de <a
href="https://grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=5352"
title="Inteligência Artificial">Governança de IA</a>,
implementando-a de <a
href="/media/1237522/a_ia_generativa_precisa_de_governan_a_adaptativa_v01.com.pdf">
forma adaptativa</a>, começando pelos sistemas de maior
risco/impacto.</li>
</ul>
</div>

<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão
Final:&nbsp;</strong> A Governança de IA é uma necessidade presente
que depende de uma Governança de TI madura, estratégica e orientada
a valor para um futuro tecnológico genuinamente sábio.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><a
href="/media/1237718/a_ponte_para_o_futuro_por_que_a_governan_a_de_ia_come_a_com_uma_s_lida_governan_a_de_ti_v01.com.pdf">
CLIQUE AQUI PARA LER O DOCUMENTO COMPLETO</a></p>
]]></description></item><item><title>Livros e artigos relevantes sobre Inteligência Artificial e assuntos relacionados</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/16/livros-e-artigos-relevantes-sobre-inteligência-artificial-e-assuntos-relacionados.aspx</link><pubDate>Mon, 16 Jun 2025 17:37:00 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/6/16/livros-e-artigos-relevantes-sobre-inteligência-artificial-e-assuntos-relacionados.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<pre>
A seguir uma tabela onde estão livros
</pre>

<pre>
e artigos relevantes sobre  Inteligência
</pre>

<pre>
Artificial (IA) e assuntos relacionados,
</pre>

<pre>
incluindo fontes acadêmicas e de
</pre>

<pre>
aplicação prática. Os conteúdos foram
</pre>

<pre>
classificados de acordo com as
</pre>

<pre>
seguintes siglas:
</pre>

<pre>
<br />
<strong>Área Sub-Área Descritivo</strong><br />
<strong>ADM</strong>      <strong>Administraçã</strong>o<br />
ADM   EST Estratégia<br />
ADM   GRC Gestão de Riscos e Governança<br />
ADM   HUM Recursos Humanos<br />
ADM   ORG Organização<br />
ADM   QLP Workflow, Processos e Qualidade<br />
ADM   SUS Sustentabilidade<br />
<strong>IA</strong>   <strong>Inteligência Artificial</strong><br />
IA    AGT Generativa Agêntica - Agentic Generative AI<br />
IA    APL     Aplicações finais, como MKT,  Vendas, Finança, etc<br />
IA    CVI     Computer Vision<br />
IA    ETI Ética, Governança, Gestão de Riscos, Liderança  e Estratégia<br />
IA    EXS Sistemas Especialistas - Expert Systems<br />
IA    FDM Fundamentos, Evolução, Conceitos Básicos e Gerais<br />
IA    GEN Generativa  - Generative AI<br />
IA    KRR Representação do Conhecimento e Raciocínio - Knowledge Representation and Reasoning - KR&amp;R<br />
IA    LLM Grande Modelo de&nbsp;Linguagem<br />
IA    MLR Machine Learning - Aprendizagem Profunda (Deep Learning)<br />
IA    NLP Natural Language Processing<br />
IA    PLG Planejamento e Agendamento -  Planning and Scheduling<br />
IA    RBT Robótica<br />
IA    SRT Busca e Otimização - Search and Optimization<br />
<strong>PSI</strong>      <strong>Psicologia</strong><br />
PSI   CGN Psicologia Cognitiva - Cognitive Psychology<br />
PSI   HTH     Cinco partes: Humanos/Economia, Dinheiro, Saúde, Liberdade, Extensões e Objeções<br />

<strong><a href="/media/1237485/tabela_livros_e_artigos_ia.com.pdf"
title="Tabela livros e artigos IA e relacionados">Clique aqui para acessar a tabela</a></strong>
</pre>

<pre>
<br />
</pre>
]]></description></item><item><title>TI sem direção é desperdício: Governança é o leme!</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/5/1/ti-sem-direção-é-desperdício-governança-é-o-leme!.aspx</link><pubDate>Thu, 01 May 2025 13:53:16 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2025/5/1/ti-sem-direção-é-desperdício-governança-é-o-leme!.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/"/></p>

<p><img src="/media/1220645/ti_sem_dire__o___desperd_cio.jpg" alt="TI sem direção é desperdício"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong><a
href="/media/1220622/ti_sem_dire__o___desperd_cio.pdf"
title="TI sem direção é desperdício"><img src="/"/>/media/1220622/ti_sem_dire__o___desperd_cio.pdf</a></strong></p>
]]></description></item><item><title>Digitalizar não é o mesmo que transformação digital</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2021/3/26/digitalizar-não-é-o-mesmo-que-transformação-digital.aspx</link><pubDate>Fri, 26 Mar 2021 07:31:10 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2021/3/26/digitalizar-não-é-o-mesmo-que-transformação-digital.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><img src="/media/969110/aawdmnwvyu.jpg" alt="Visão GrupoTreinar"/></p>

<p style="text-align: justify;">
<strong>Resumo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>A Covid-19 acelerou o ritmo
das iniciativas digitais de muitas empresas - e ainda assim muitos
executivos expressam preocupação de que estão realmente ficando
para trás nas escolhas importantes que levam à
diferenciação.&nbsp;Para vencer no mundo pós-Covid, os líderes
devem repensar não apenas como sua empresa funciona, mas também o
que você faz para criar valor na era digital.&nbsp;Os autores, que
estudaram mais de uma dezena de empresas que realmente se
transformaram, recomendam três ações para líderes que buscam
garantir o futuro de suas empresas:</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>1) Reimaginar seu lugar no
mundo, ao invés de focar em digitalizar o que você já
faz;&nbsp;</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>2) Criar valor por meio dos
ecossistemas, em vez de tentar fazer tudo
sozinho;&nbsp;e</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>3) Reimaginar sua
organização para permitir um novo modelo de criação de
valor.</strong></p>

<p style="text-align: justify;">Se sua organização está mais
ocupada do que nunca com a "digitalização", você não está
sozinho.&nbsp;Os esforços digitais têm proliferado há anos, à
medida que as empresas se esforçam para acompanhar a inovação
tecnológica.&nbsp;A Covid-19 acelerou enormemente o ritmo, à medida
que muitas de nossas atividades mais básicas, desde compras no
mercado até "ir para o trabalho", passaram a ficar online.</p>

<p style="text-align: justify;">No entanto, essa onda acelerada de
iniciativas digitais não deve ser confundida com a transformação
real dos negócios necessária para o sucesso na era digital.&nbsp;O
primeiro trata principalmente de possibilitar os negócios normais e
"permanecer no jogo", enquanto o último trata da construção de uma
vantagem competitiva real e de longo prazo para o sucesso.</p>

<p style="text-align: justify;">Apesar de tanta energia e
investimento em digitalização, estamos ouvindo muitos executivos
expressarem preocupação com o fato de estarem realmente atrasados
​​em fazer escolhas importantes que levam à
diferenciação.&nbsp;Eles estão certos em se preocupar, porque
vencer no mundo pós-Covid exigirá repensar não
apenas&nbsp;como&nbsp;você trabalha, mas também
o&nbsp;que&nbsp;você faz para criar valor na era digital.&nbsp;Não
importa quantas iniciativas digitais você implemente, você não pode
esperar vencer sendo o mesmo que seus concorrentes - e eles estão
fazendo coisas semelhantes, embora em velocidades diferentes.</p>

<p style="text-align: justify;">Em vez disso, as empresas precisam
dar um passo atrás e fundamentalmente (re)conceber como criam
valor.&nbsp;Eles precisam reimaginar seu lugar no mundo, repensar
como criam valor por meio dos ecossistemas e transformar suas
organizações para permitir novos modelos de criação de
valor.&nbsp;O resultado final é que as empresas precisam moldar seu
próprio futuro, reconhecendo que o mundo mudou fundamentalmente e
que devem encontrar nele seu propósito.&nbsp;Se você não consegue
responder às perguntas "Por que estamos aqui?"&nbsp;ou "Que valor
exclusivo agregamos para nossos clientes?"&nbsp;então você
provavelmente estará, na melhor das hipóteses, apenas permanecendo
no jogo.</p>

<p style="text-align: justify;">Pesquisamos mais de uma dúzia de
empresas que têm trabalhado arduamente para se transformar dessa
forma, muito antes da chegada da pandemia.&nbsp;Essas empresas
mantiveram o ímpeto em meio à pior recessão e crise de saúde
pública de nossa vida, e suas experiências coletivas contrastam
fortemente com aquelas focadas apenas em digitalizar o que já
fazem.</p>

<p style="text-align: justify;">A primeira mostra é a&nbsp;Philips,
que antes da Covid olhava para o futuro e decidiu se transformar de
um conglomerado multi-setorial centrado na fabricação em uma
empresa focada em serviços e soluções de tecnologia de
saúde.&nbsp;Ela abandonou seu negócio básico (iluminação) e evoluiu
da fabricação e distribuição de produtos em escala, para reunir
hardware, software, dados, experiência clínica e conhecimentos
habilitados para IA para apoiar a entrega de cuidados de saúde de
melhor qualidade e menor custo.</p>

<p style="text-align: justify;">Quando a Covid-19 apareceu, a
Philips não apenas projetou e&nbsp; <a
href="https://www.philips.com/a-w/about/news/archive/standard/news/articles/2020/20200414-philips-introduces-new-philips-respironics-e30-ventilator-to-help-free-up-icu-units-in-wake-of-covid-19.html?src=search">
produziu em massa um novo ventilador</a>&nbsp;, mas também o
complementou com biossensores que alimentavam as informações do
paciente em uma plataforma de monitoramento remoto para permitir o
cuidado seguro de pacientes Covid-19 altamente contagiosos.&nbsp;A
Philips também&nbsp; <a
href="https://www.linkedin.com/pulse/why-healthcare-leaders-should-consider-platform-thinking-jeroen-tas/?trk=public_profile_article_view">
implantou um portal online</a>&nbsp;para ajudar médicos em
hospitais holandeses a compartilhar dados de pacientes
relacionados.&nbsp;Apesar dos negócios da Philips serem desafiados
pela queda da demanda após a Covid, seu novo modelo de fazer
negócios deu suporte a uma rápida implantação de soluções que
contribuíram para que a empresa encerrasse o ano com um crescimento
de receita estável.</p>

<p style="text-align: justify;">A construção é conhecida como uma
indústria tradicionalmente pesada e "não tecnológica", mas
a&nbsp;Komatsu&nbsp;tem evoluído da venda de equipamentos de
construção para se tornar líder em soluções de construção
inteligentes habilitadas digitalmente.&nbsp;Isso está ajudando seus
clientes a melhorar drasticamente a produtividade e a realização de
valor em um setor que experimentou um aumento de produtividade
praticamente nulo nos últimos 20 anos.</p>

<p style="text-align: justify;">A Komatsu inicialmente lançou
máquinas de construção que utilizam GPS, mapeamento digital,
sensores e conexões IoT para permitir que seus clientes usem os
equipamentos Komatsu com mais eficiência.&nbsp;Desde então, a
empresa foi mais longe e abriu sua plataforma e dados Landlog que
permitem aos clientes, concorrentes e outras empresas no
ecossistema de construção coordenar melhor suas atividades e
melhorar a produtividade total em um projeto de
construção.&nbsp;Essas inovações do modelo de negócios pré-Covid
desde então permitiram à Komatsu&nbsp; <a
href="https://www.komatsu.co.nz/company/news-media/news/komatsu-geared-for-post-covid-19-efficiencies">
aumentar novas fontes de receita</a>&nbsp;por meio de serviços
gerenciados e plataformas automatizadas, e até mesmo acelerou o
lançamento de novas ofertas após a queda da Covid, apesar da queda
na atividade de construção.</p>

<p style="text-align: justify;">Outro exemplo é
a&nbsp;Microsoft&nbsp;, que nos últimos cinco anos tem se
transformado de maior fornecedora de software do mundo para
oferecer soluções habilitadas por tecnologia (hardware, software,
serviços e computação em nuvem) para ajudar os clientes B2B e B2C a
melhorar suas operações e sua experiência de vida diária.&nbsp;A
empresa reinventou totalmente sua organização legada, mudando de um
foco em empurrar produtos para o mercado de massa, para equipes
orientadas para a solução do cliente encarregadas de reunir as
muitas habilidades multifuncionais necessárias para adaptar os
serviços às necessidades específicas do cliente.</p>

<p style="text-align: justify;">Tendo esclarecido seu propósito e
radicalmente reorganizado em torno de equipes voltadas para
soluções, a Microsoft estava em posição de "agir como primeiros
socorros digitais para os primeiros respondentes do mundo", quando
a pandemia atingiu, como Nadella&nbsp; <a
href="https://www.linkedin.com/pulse/coming-together-combat-covid-19-satya-nadella/?trackingId=bLmri5HXKrVXwk7OdMhcFg">
observou em um e-mail aos funcionários</a>&nbsp;.&nbsp;Alcançou
níveis históricos de crescimento da receita da nuvem com soluções
como o apoio a universidades para mover todo o seu "negócio"
online.&nbsp;Esse nível de velocidade e capacidade de resposta às
necessidades exclusivas dos clientes estava atrasado na Microsoft
há 10 anos, apesar de seu legado de liderança digital.</p>

<p style="text-align: justify;">O que aprendemos com esses três
exemplos e com as outras empresas que estudamos é que os líderes
que desejam garantir o futuro de suas organizações devem:</p>

<p style="text-align: justify;">Reimagine seu lugar no mundo, em
vez de se concentrar em digitalizar o que você já faz.&nbsp;As
empresas que se transformam para o sucesso na era digital definem
sua razão de ser em termos do valor ousado que criam para seus
clientes (e os clientes de seus clientes) e por quê.&nbsp;Eles
aproveitam as vantagens da nova tecnologia não para copiar o que
todo mundo está fazendo, mas para avançar em suas próprias missões,
investindo nos recursos de diferenciação que lhes permitem cumprir
seu propósito.&nbsp;Preencher seu novo lugar no mundo com vida
muitas vezes exige que abandonem antigos modelos de negócios,
ativos e crenças sobre a criação de valor.</p>

<p style="text-align: justify;">Crie valor por meio dos
ecossistemas, em vez de tentar fazer tudo sozinho.&nbsp;As empresas
de sucesso na era digital reconhecem que a maneira de permanecer
relevante vem trabalhando em conjunto com um ecossistema de
participantes para entregar as propostas de valor ambiciosas que os
clientes desejam e para inovar rapidamente e ampliar os recursos
incríveis que são necessários.&nbsp;Operar dessa forma requer que
os líderes pensem na criação de valor com mais ousadia, questionem
o que sua organização deve realmente possuir e estejam preparados
para se abrir para os concorrentes e abrir mão de fontes
tradicionais de receita a fim de atender a algumas das necessidades
mais fundamentais dos clientes.</p>

<p style="text-align: justify;">Reimagine sua organização&nbsp;para
permitir um novo modelo de criação de valor, em vez de pedir às
pessoas que trabalhem de novas maneiras dentro dos limites do
antigo modelo organizacional.&nbsp;Os vencedores na era digital
quebram as velhas estruturas de poder para que novas ideias e
recursos possam ser dimensionados de forma mais
colaborativa.&nbsp;Eles colocaram em prática equipes orientadas a
resultados com a tarefa de colaborar em toda a organização e
trabalhar com seus parceiros do ecossistema para fornecer os
recursos diferenciadores (e muitas vezes multifuncionais) de que
precisam para vencer.</p>

<p style="text-align: justify;">Os líderes invariavelmente terão
que lidar com questões importantes sobre quanta mudança eles devem
realizar, quão rápido seus negócios existentes podem ser
interrompidos, quão longe a estratégia pode se estender das
capacidades atuais e como melhor gerenciar a transformação.</p>

<p style="text-align: justify;">Mas essas perguntas não devem ser
usadas como desculpas para manter os modelos de negócios
atuais.&nbsp;Sem uma transformação de negócios mais fundamental, a
digitalização por si só é um caminho para lugar
nenhum.&nbsp;Lembre-se da famosa citação de Peter Drucker:</p>

<p style="text-align: justify;">"A administração está fazendo as
coisas certas;&nbsp;liderança é fazer as coisas certas".&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Agora é a hora de as equipes
executivas se apresentarem, se separarem e se tornarem líderes na
era digital.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Autores: <a
href="https://hbr.org/search?term=paul%20leinwand">Tela
Paul</a>&nbsp;e&nbsp;<a
href="https://hbr.org/search?term=mahadeva%20matt%20mani">Mahadeva
Matt Mani</a></p>

<p>Fonte:
https://hbr.org/2021/03/digitizing-isnt-the-same-as-digital-transformation?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+harvardbusiness+%28HBR.org%29</p>

<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>3 mega-tendências que direcionarão negócios digitais na próxima década, segundo o GARTNER</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2017/8/20/3-mega-tendências-que-direcionarão-negócios-digitais-na-próxima-década,-segundo-o-gartner.aspx</link><pubDate>Sun, 20 Aug 2017 11:22:26 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2017/8/20/3-mega-tendências-que-direcionarão-negócios-digitais-na-próxima-década,-segundo-o-gartner.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p style="text-align: center;"><img src="/media/692108/megatrendspic01.jpg" width="400" height="NaN" alt="MegaTrendsPic01"/></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;"Essas megatendências
ilustram que quanto mais organizações puderem fazer da tecnologia
uma parte integrante das experiências dos funcionários, dos
parceiros e dos clientes, mais eles poderão conectar seus
ecossistemas às plataformas de maneiras novas e dinâmicas "</p>

<p style="text-align: justify;">As tecnologias emergentes citadas
no relatório &nbsp;<strong>"Hype Cycle for Emerging Technologies,
2017"</strong> da Gartner Inc. revelaram três megatendências
distintas que permitirão que as empresas sobrevivam e prosperem na
economia digital nos próximos cinco a 10 anos.</p>

<p style="text-align: justify;"><a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/the-disruptive-power-of-artificial-intelligence/">
Inteligência artificial (AI)</a> por todo lado, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/transform-business-outcomes-with-immersive-technology/">
experiências de imersão transparente</a> e <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/enterprise-architects-define-digital-platforms/">
plataformas digitais</a> são as tendências que proporcionam
inteligência incomparável, criam experiências profundamente novas e
oferecem plataformas que permitem que as organizações se conectem
com os novos <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/8-dimensions-of-business-ecosystems/">
ecossistemas empresariais</a>.</p>

<p style="text-align: justify;">O relatório "<strong><a
href="http://www.gartner.com/technology/research/methodologies/hype-cycle.jsp">
Hype Cycle</a> for Emerging Technologies</strong>" fornece
&nbsp;uma perspectiva interindustrial sobre as tecnologias e as
tendências que os estrategistas de negócios, os principais
responsáveis ​​pela inovação, os líderes de P &amp; D, os
empreendedores, os desenvolvedores de mercado global e as equipes
de tecnologia emergentes devem considerar.</p>

<p style="text-align: justify;">O relatório é o único entre a
maioria dos Ciclos de Hype do Gartner porque ele mostra os insights
do instituto sobre mais de 2.000 tecnologias em um conjunto sucinto
e tendências emergentes convincentes. Este <a
href="http://www.gartner.com/technology/research/methodologies/hype-cycle.jsp">
Hiperciclo</a> foca especificamente o conjunto de tecnologias que
se mostram promissoras ao oferecer um alto grau de vantagem
competitiva nos próximos 5 a 10 anos (ver Figura 1).</p>

<p style="text-align: justify;">"Os arquitetos empresariais que se
concentram na inovação tecnológica devem avaliar essas tendências
de alto nível e as tecnologias em destaque, bem como o impacto
potencial em seus negócios", disse <a
href="https://www.gartner.com/analyst/49943/Mike-J.-Walker">Mike J.
Walker</a>, diretor de pesquisa da Gartner. "Além do potencial
impacto nas empresas, essas tendências oferecem uma oportunidade
significativa para os líderes de arquitetura empresarial para
ajudar líderes empresariais e de TI a responder às oportunidades e
ameaças de <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/digital-business/">negócios
digitais</a>, criando produtos práticos que orientam as decisões de
investimento ".</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: left;">&nbsp;<img src="/media/692111/megatrendspic02.jpg" alt="MegaTrendsPic02"/></p>

<p>Figura 1. Hype Cycle for Emerging Technologies, 2017</p>

<p>Nota: PaaS = platform as a service; UAVs = unmanned aerial
vehicles.</p>

<p>Fonte: Gartner (Julho 2017)</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>AI - Inteligência
Artificial em todos os lugares</strong></p>

<p style="text-align: justify;"><a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/artificial-intelligence-and-the-enterprise/">
As tecnologias de inteligência artificial</a> serão a classe de
tecnologias mais disruptivas nos próximos 10 anos devido ao poder
computacional radical, quantidades quase infinitas de dados e
avanços sem precedentes em redes neurais profundas. Isso permitirá
que organizações com tecnologias AI aproveitem os dados para se
adaptar a novas situações e resolver problemas que nunca conheceu
previamente.</p>

<p style="text-align: justify;">As empresas que procuram
alavancagem neste tema devem considerar as seguintes tecnologias:
aprendizado profundo, aprendizado de reforço profundo, inteligência
geral artificial, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/the-road-to-connected-autonomous-cars/">
veículos autônomos</a>, computação cognitiva, UAV comerciais
(drones), interfaces de usuário conversacionais, taxonomia
empresarial e gerenciamento de ontologia, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/let-machine-learning-boost-your-business-intelligence/">
aprendizado automático de máquinas</a>, Pó inteligente("smart
dust"), robôs inteligentes e espaço de trabalho inteligente.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Experiências de imersão
transparente</strong></p>

<p style="text-align: justify;">A tecnologia continuará a tornar-se
mais centrada no ponto de vista humano, no sentido de introduzir a
transparência entre pessoas, negócios e coisas. Esta relação se
tornará muito mais entrelaçada à medida que a evolução da
tecnologia se torna mais adaptativa, contextual e fluida no local
de trabalho, em casa e na interação com empresas e outras pessoas.
As tecnologias críticas a serem consideradas incluem: impressão 4D,
<a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/exploring-augmented-reality-for-business-and-consumers/">
realidade aumentada (AR)</a>, <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/computer-brain-interface/">
Interface computador-cérebro</a>, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/control-the-connected-home-with-virtual-personal-assistants/">
casa conectada</a>, <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/human-augmentation/">aumento
humano</a>(Humano2.0), eletrônica de <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/nanotube/">nanotubos</a>,
<a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/vr-virtual-reality/">realidade
virtual (VR)</a> e <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/volumetric-displays/">displays
volumétricos</a>.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Plataformas
digitais</strong></p>

<p style="text-align: justify;">As tecnologias emergentes requerem
revolucionar as fundações habilitadoras que fornecem o volume de
dados necessários, o poder de computação avançado e os ecossistemas
que permitem a ubiquidade. A mudança da infraestrutura técnica
compartimentada para as plataformas habilitadoras de ecossistemas
está lançando as bases para modelos de negócio totalmente novos que
estão formando a ponte Entre humanos e tecnologia.</p>

<p style="text-align: justify;">As principais tecnologias de
habilitação de plataforma a serem rastreadas incluem: <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/5g-whos-in-the-drivers-seat/">
5G</a>, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/how-to-use-digital-twins-in-your-iot-strategy/">
Digital Twin</a>, Edge Computing, <a
href="http://www.gartner.com/smarterwithgartner/the-cios-guide-to-blockchain/">
Blockchain</a>, Plataforma <a
href="http://www.gartner.com/technology/books/iot-business/">IoT</a>,
Hardware Neuromórfico, <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/quantum-computing/">Computação
Quântica</a>, PaaS sem Servidor e <a
href="http://www.gartner.com/it-glossary/quantum-computing/">Segurança
Definida pelo Software</a>. "Quando consideramos esses temas
juntos, as tecnologias de habilitação centrífuga em experiências de
imersão transparente centradas na cognição humana - como espaço de
trabalho inteligente, casa conectada, realidade aumentada,
realidade virtual e a crescente interface cérebro-computador -
estão se tornando as tecnologias de ponta que estão puxando as
outras tendências ao longo do Hype Cycle", disse Walker. As
tecnologias emergentes "AI Everywhere" estão se movendo rapidamente
através do Hype Cycle. Tecnologias como o aprendizado profundo, a
aprendizagem autônoma e a computação cognitiva estão apenas
cruzando o pico, o que mostra que são as principais capacitadoras
que criam experiências transparentes e imersivas. Finalmente, as
plataformas digitais estão subindo rapidamente o Hiperciclo,
ilustrando as novas realidades de TI que são possíveis, fornecendo
as plataformas de destaque que irão alimentar o futuro.</p>

<p style="text-align: justify;">Autor: <a
href="http://www.information-age.com/author/nickismail/">Nick
Ismail</a></p>

<p style="text-align: justify;">Fonte:<span><a
href="http://bit.ly/2vPHYrz">3 mega-tendências que direcionarão
negócios digitais na próxima década - Gartner</a></span></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>Veja também:</strong></p>

<div class="WordSection1">
<p><a href="http://bit.ly/1KH9ydr">Curso de Capacitação em Gestão
de TI para Executivos de Negócios</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/2eAYvYz">Curso Planejando e implementando
a estratégia de transformação digital</a>-&gt;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1GLC5Wx">Curso A Nova Gestão da TI na Era
do Cloud Computing,Big Data,Mídias Sociais e BYOD</a><a
href="http://bit.ly/1GLC5Wx"></a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1MNoHtV">Curso Gerenciamento de
Desempenho da TI</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1GFWsYR">Curso Gestão de Valor da
TI</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1RLdmxu">Curso Gestão do Outsourcing de
TI</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1FzOlZI">Curso Governança de TI -
Planejamento e Implantação</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1J8bEM2">Curso Governança de TI sob a
ótica do COBIT 5</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1SIdf2Q">Curso Governança de TI ‐ Visão
Executiva&nbsp;</a></p>
</div>

<p><a href="http://bit.ly/1HdNPpP">Catálogo de Serviços na
Prática</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1RupOfC">Curso Alinhamento Estratégico da
TI</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1XzbY1p">Curso online elaboração de
Matriz de Riscos de TI&nbsp;</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1NWC5fg">Curso Pratico em Analise de
Negocios BABOK</a> &nbsp;&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1OoTR81">Curso sobre Monitoração de
Aplicações&nbsp;</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/25Ypxhm">Curso Aplicando MASP no Processo
de Gerenciamento de Problemas do ITIL &nbsp;</a> <a
href="http://bit.ly/1JKD0JB"></a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1KbkpLy">Curso Aplicação de Técnicas de
Gerenciamento de Riscos de TI</a>&nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1JKGRXc">Curso Capacitação em
Gerenciamento de Riscos de TI</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1Xz27bP">Curso de Planejamento
Estratégico de TI</a></p>

<p><a href="http://bit.ly/1LTYMz1">Curso Especialização em SLA</a>
&nbsp; &nbsp;</p>

<p><a href="http://bit.ly/1LsMX3r">Curso Estruturação da
Arquitetura dos Processos de TI</a>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;"><span><br />
</span></p>

<p style="text-align: justify;"><span><br />
</span></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Sete perguntas a fazer antes de implementar ITIL</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/3/9/sete-perguntas-a-fazer-antes-de-implementar-itil.aspx</link><pubDate>Wed, 09 Mar 2016 11:56:00 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2016/3/9/sete-perguntas-a-fazer-antes-de-implementar-itil.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/594989/7_itil.jpg" alt="7_ITIL" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<h3 class="htres-desc-leitura-materia">A implementação de uma
biblioteca de infraestrutura de TI pode ajudar a obter um melhor
controle sobre serviços e recursos. Mas ITIL é apenas um quadro.
Você pode não precisar dele em tudo.</h3>

<p>&nbsp;</p>

<p>Muitas equipes de TI se voltam para bibliotecas de
infraestrutura de TI (ITIL) para melhor gerir a forma como os
serviços e as tecnologias são entregues aos usuários. Mas ITIL não
é uma solução <em>one size fits all</em> (para todos os
casos).&nbsp; Em alguns casos, talvez seja necessário personalizar
ITIL para as necessidades da sua organização. Em outros, você
descobrirá que não precisará de ITIL para tudo. Como decidir?</p>

<p>"Primeiro de tudo, não comece dizendo que está implementando
ITIL. Em algumas organizações que tentaram e falharam, isso pode
soar como um problema. Você precisa enfatizar que está tentando se
concentrar em obter melhores resultados a partir da melhoria da
gestão de serviços. ITIL é um framework, e você tem que se adaptar
e modificá-lo para as necessidades da sua própria equipe de TI ",
diz Gary Case, consultor principal de treinamentos ITIL/ITSM, da
empresa de consultoria Pink Elephant.</p>

<p>Em uma sessão na conferência de ITIL/ITSM realizada no mês
passado, em Las Vegas, Case estabelece sete perguntas a fazer antes
de começar.</p>

<p><strong>1. Qual é o problema que estamos tentando
resolver?</strong><br />
 A primeira coisa a perguntar é: "Qual é o problema que estamos
tentando resolver?" Se a resposta não é clara, então ITIL não vai
ser a solução, diz Case. Você está tentando melhorar o
relacionamento com os clientes? Implementar uma melhor gestão de
mudanças ou de respostas a incidentes e procedimentos de gestão?
Talvez o problema é que o seu departamento de TI ainda não saiba ao
certo o que estão ofertando para os clientes em primeiro lugar, diz
Case.</p>

<p>"Quando presto consultoria, esta é sempre a primeira pergunta
que faço. E se ninguém é capaz de respondê-la, então eu não vou ser
de muita ajuda. Todo mundo em uma organização, desde os principais
executivos até ao menor nível profissional de TI, tem de chegar a
acordo sobre qual é o problema a ser resolvido. Às vezes ITIL é a
resposta;. Às vezes não é. Já vi muitos executivos tentarem
implementar ITIL sem saber que ele deve ser construído para&nbsp;
resolver os problemas e ser modificado para tirar proveito de
outros frameworks como Agile", diz Case.</p>

<p>Primeiro certifique-se que todos os departamentos entendem a
estratégia de negócio e os casos de uso envolvidos na tomada de
decisões de TI para que possam se concentrar de forma mais
eficaz&nbsp; em melhorar os resultados e alinhar a TI com os
objetivos do negócio, com ou sem ITIL.</p>

<p>"Acredito que todas as pessoas que trabalham em um departamento
de TI devem ter acesso aos objetivos e estratégias de negócio", diz
Case.</p>

<p><strong>2. Qual é a razão para optar por ITIL?</strong><br />
 Qual é a sua razão para a implementação de ITIL? Quais são as
áreas específicas em que há necessidade de mudança? Muitas
organizações se voltam para ITIL porque seus departamentos de TI
têm estado focado estritamente na aquisição e integração de
tecnologias, sem compreender o valor maior destas soluções.</p>

<p>"Isto envolve identificar por que você realmente precisa mudar -
talvez você tenha ficado isolado no departamento de TI, focado em
tecnologia. Agora você precisa se concentrar no fluxo de valor.
Você tem que pensar em suas redes, suas aplicações, seus
servidores, suas pessoas, seus processos -tudo, enfim - como um
fluxo de valor end-to-end ", diz Case. Qualquer coisa que
interrompa esse fluxo de valor pode ser considerado uma
justificativa para uma mudança para ITIL e a gestão de serviços de
TI (ITSM).</p>

<p><strong>3. Qual é a rota para a melhoria continua dos
serviço?</strong><br />
 Melhoria Continua de Serviço (CSI) envolve a compreensão de onde
uma organização deseja estar em relação a governança, do ponto de
vista de atendimento ao cliente e do ponto de vista operacional,
diz Case. Para determinar a melhor maneira de chegar lá, você
primeiro tem que entender três coisas: as competências existentes,
as capacidades existentes e quais processos apoiar, diz ele.</p>

<p>"Este é o primeiro passo para começar a falar sobre habilidades
e competências que você já tem e aquelas que você ainda precisa
adquiri para atender aos&nbsp; objetivos e à estratégia de negócio
", diz Case. E ser capaz de dizer: 'será que vamos chegar lá?</p>

<p><strong>4. Qual é o escopo e a escala deste projeto
ITIL?</strong><br />
 Em vez de tentar implementar toda a mudança de uma vez, é melhor
passar algum tempo elaborando uma cuidadosa estratégia de
implementação, diz Case. Implementar ITIL aos poucos, começando por
onde pode ter maior impacto, tornará mais fácil expandi-lo
organicamente.</p>

<p>"Não tente ferver o oceano. Estamos lidando com pessoas,
processos e tecnologia, então você tem que ver onde pode obter
maior impacto e começar por aí. Você precisa ter uma compreensão
profunda e ampla da sua organização e da taxa típica de mudança
dentro dela - o que envolve muita coordenação e educação. Não
estamos falando tanto sobre mudança de cultura e mudança de
comportamento, mas de tecnologia. Por isso, se você pode, comece
pequeno - talvez com uma pessoa de cada vez - e, em seguida,
envolva equipes, departamentos e, finalmente, toda a organização ",
diz Case.</p>

<p><strong>5. Será que funcionará como previsto?</strong><br />
 Se você já introduziu uma nova ferramenta de monitoramento ou
gerenciamento de serviços de tecnologia, você provavelmente já sabe
que precisa testá-la para certificar-se de que está funcionando
conforme necessário. Mas não para por aí, diz Case. Você precisa
realizar os mesmos testes e medições de procedimentos cada vez que
introduzir um novo processo, também.</p>

<p>"Você tem que olhar para tudo coletivamente para ter certeza de
vai obter os resultados que precisa. Também tem que determinar se
esses resultados correspondem aos seus objetivos. É esta nova
ferramenta ou processo que vai ajudá-lo a conseguir o que você está
realmente tentando realizar?</p>

<p>Trata-se de determinar o que você está procurando em termos de
indicadores-chave de desempenho (KPIs) e fatores críticos de
sucesso (CSF), que devem estar definidos desde a fase de design, e
depois começar pequeno, com métricas - você não precisa medir tudo;
apenas os KPIs e CSFs diretamente alinhados com seus objetivos",
diz Case.</p>

<p><strong>6. Será que precisaremos mesmo de ITIL?</strong><br />
 Uma vez respondidas as cinco perguntas anteriores, você pode
querer dar um passo para trás e perguntar: "ITIL é a resposta que
está procurando?" Você pode se surpreender ao descobrir que poderia
haver outras maneiras de abordar pontos de dor da área de TI, diz
Case.</p>

<p>"Se você tem pontos de dor, você definitivamente quer
resolvê-los de forma eficaz, mas existem soluções diferentes para
problemas diferentes. Você está tendo problemas para abordar as
necessidades dos clientes? Você pode precisar olhar para gestão de
relacionamento comercial (BRM). São avarias na entrega dos serviços
ou na&nbsp; disponibilidade? Você deve olhar para os seus acordos
de nível de serviço (SLAs) e descobrir onde as coisas estão
quebrando, mas também lembre-se de olhar para onde você está indo.
Olhe para melhorias em todas as áreas do ciclo de vida dos
serviços. Procure por problemáticas e oportunidades de melhoria",
diz ele.</p>

<p><strong>7. O que aconteceu?</strong><br />
 Finalmente, analise e avalie constantemente, a intervalos
regulares, diz Case. Esta é a melhor maneira de controlar a forma
como estas iniciativas estão&nbsp; progredindo e como eles estão
afetando o seu departamento de TI.</p>

<p>"Gosto de fazer uma auditoria de 30 dias para ajudar as
organizações a olharem para a melhoria e apontar lugares onde eles
precisam trabalhar mais, investir em orientação e treinamento. A
partir de 90 dias faço outra auditoria para avaliar o progresso do
trabalho", diz Case.</p>

<p>Acima de tudo, é preciso reconhecer que ITIL é uma jornada que
envolve centenas de pequenas mudanças, em vez de uma única bala de
prata. As pessoas enxergam ITIL como uma espécie de Nirvana, mas é
apenas um framework muito lógico.</p>

<p><strong>E considere os seguintes pontos:</strong></p>

<p>1. Não se intimide. Lembre-se de que a ITIL pode funcionar para
pequenas empresas. Mesmo que os processos da ITIL tenham sido
escritos visando as grandes empresas, as lições se aplicam a
organizações menores. A ITIL pode funcionar para você também.</p>

<p>2. Defina o dono do processo. Você precisa de um líder no
comando.</p>

<p>3. Escolha as peças e priorize. Selecione os princípios da ITIL
adequados para sua organização. Escolha os pontos que você acha que
vão funcionar melhor.</p>

<p>4. Siga o caminho e registre o progresso. A responsabilização da
ITIL demanda alguém encarregado de assegurar que a organização
esteja seguindo as diretrizes da ITIL.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Veja também nossos conteúdos em <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1192">Gestão
de TI</a></p>

<p>Autor/Fonte:</p>

<h5 class="hcinco-autor-leitura-materia">Sharon Florentine,
CIO/EUA</h5>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>10 Aspectos fundamentais sobre a Governança de TI</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/10/29/10-aspectos-fundamentais-sobre-a-governança-de-ti.aspx</link><pubDate>Wed, 29 Oct 2014 08:53:50 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2014/10/29/10-aspectos-fundamentais-sobre-a-governança-de-ti.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;<img src="/media/503754/hall_gov_ti.png" alt="Hall Gov TI" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><strong>1 - Os principais focos da Governança de
TI</strong><br />
<br />
 Com o passar dos anos, os processos e serviços internos
tornaram-se cada vez mais complexos e o aumento da dependência da
Tecnologia da Informação é cada vez mais notório. Desta forma a
Gestão de TI é fonte de investimentos e quando está alinhada aos
objetivos estratégicos da organização, agrega valor ao
negócio.<br />
 Assim é necessário que todos envolvidos com TI tenham foco nas
ações que agreguem o valor da TI para que esta seja utilizada de
forma eficaz dentro da organização. Implementações de TI requerem
investimentos contínuos em busca de resultados frequentemente
imprevisíveis.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/7/29/os-principais-focos-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2012/7/29/os-principais-focos-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>2 - Ponha a Estratégia em Ação</strong><br />
<br />
 A primeira questão:&nbsp; O que é Governança de TI?<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/estrat%C3%A9gia-em-a%C3%A7%C3%A3o-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/estrat%C3%A9gia-em-a%C3%A7%C3%A3o-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>3 - Alinhamento Estratégico</strong><br />
<br />
 De modo objetivo, o alinhamento consiste em uma situação em que
todos os membros da organização, do CEO ao jardineiro, compartilham
simultaneamente da mesma visão e direção e compreendem a
importância de suas atribuições para ajudar a empresa a
alcançá-los.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/1/alinhamento-estrat%C3%A9gico-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/1/alinhamento-estrat%C3%A9gico-da-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>4 - Modelos para Gestão</strong><br />
<br />
 "IT Governance" em princípio é uma resposta para a necessidade de
organizar e integrar os processos de tecnologia da informação aos
processos da cadeia de valor da empresa, de criar consciência que
TI não é mais assunto de TI. É assunto da Alta Administração.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/modelos-para-gest%C3%A3o-e-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/7/30/modelos-para-gest%C3%A3o-e-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
<br />
 <strong>5 - Mensuração de Desempenho</strong><br />
 &nbsp;&nbsp;&nbsp;<br />
 Sem estabelecer e sem monitorar desempenho é improvável que as
fases anteriores atinjam os resultados desejados. Isso inclui
auditoria e avaliação de atividades e monitoração contínua de
desempenho. Existe uma ligação com a fase de alinhamento por meio
de evidências de que a direção está sendo seguida ou não.
Proporciona a oportunidade de criar medidas corretivas, se
necessário. IT Balanced ScoreCards traduzem a estratégia de TI
alinhada com a estratégia de negócios. Dessa forma, TI necessita de
seus próprios balanced scorecards, definindo metas claras e medidas
adequadas que reflitam o impacto de TI nos negócios.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/8/mensura%C3%A7%C3%A3o-de-desempenho-em-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/8/mensura%C3%A7%C3%A3o-de-desempenho-em-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>6 - Gestão de Recursos&nbsp;</strong><br />
<br />
 Otimização dos investimentos e do uso dos recursos de TI<br />
 Estabelece e distribui as capacidades corretas de TI para as
necessidades de negócio. O foco inicial deve ser sobre o
conhecimento e a infraestrutura. Essa preocupação lida com a origem
dos processos, considerando os modelos desenvolvidos em casa e os
modelos de outsourcing, usando critérios de avaliação que vêm das
intenções estratégicas da empresa e fatores críticos de
sucesso.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/6/gest%C3%A3o-de-recursos-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/6/gest%C3%A3o-de-recursos-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>7 - A Gestão de Risco</strong><br />
<br />
 Incorporação do tratamento de riscos e da conformidade nos
processos<br />
 Cobre o processo de preservação do valor, além do tradicional
gerenciamento de riscos financeiros, hoje existe a preocupação com
os riscos operacionais e sistêmicos. A integração dos diferentes
modos de gerenciar riscos gera a transparência necessária para
todos os envolvidos.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/5/a-gest%C3%A3o-de-risco-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/5/a-gest%C3%A3o-de-risco-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>8 - Entrega de valor</strong><br />
<br />
 Os princípios básicos são: entregas de produtos de TI no prazo e
dentro do orçamento com os benefícios previamente
identificados.&nbsp; Os processos de TI devem ser desenhados,
distribuídos e operados de maneira eficiente e efetiva. As
expectativas e objetivos são determinados pelos direcionadores de
negócio que também são influenciados pelo&nbsp;&nbsp;
ambiente.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/2/entrega-de-valor-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/2/entrega-de-valor-na-governan%C3%A7a-de-ti.aspx</a><br />
<br />
 <strong>9 - Governança em Segurança da Informação</strong><br />
<br />
 Os investimentos em Segurança da Informação já estão na lista de
prioridades dos CIOs de grandes corporações há tempos, todavia esta
preocupação já começa a ser questionada do ponto de vista
estratégico, notadamente sob a ótica do gerenciamento de risco.
Organizar a TI para crescer de forma sustentável é um objetivo
comum das organizações, no entanto ao dar os primeiros passos as
questões de governança da sua segurança se tornam cada vez mais
prioritárias, tornando cada vez mais claro que há um GAP entre o
que existe hoje de real na maioria delas e a distância que tais
empresas ainda precisam percorrer para sua governança sob os
aspectos e enfoques de um sistema efetivo de gestão da segurança da
informação - SGSI com a Gestão de Riscos.&nbsp; Enquanto a Gestão
da Segurança da Informação atende as demandas pontuais (visão de
curto prazo ou operacional) para garantir confidencialidade,
integridade e disponibilidade dos ativos, a Governança da Segurança
da Informação alinha as ações de Governança aos objetivos
estratégicos da organização.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/6/4/governan%C3%A7a-em-seguran%C3%A7a-da-informa%C3%A7%C3%A3o.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/6/4/governan%C3%A7a-em-seguran%C3%A7a-da-informa%C3%A7%C3%A3o.aspx<br />
</a><br />
 <strong>10 - A avaliação da competência do pessoal</strong><br />
<br />
 A organização inteligente frequentemente é avaliada de acordo com
a competência de seus membros. Mas será que somente a somatória da
competência dos indivíduos determina a eficácia geral de um
negócio?<br />
 O que é afinal competência?<br />
 Ao estudar com mais profundidade este assunto percebemos que o
conceito de competência, no sentido como é hoje aceito ao analisar
as organizações,&nbsp; foi influenciado graças a contribuição
dada&nbsp; por Prahalad e Hamel no artigo The core competence of
the corporation, publicado na Harvard Business Review em 1990. A
definição estipulada por eles&nbsp; foi: "competência é o
aprendizado coletivo na organização, especialmente como coordenar
as diversas habilidades de produção e integrar as múltiplas
correntes de&nbsp; tecnologias".<br />
 Normalmente a visão tradicional na prática nos diz que é o&nbsp;
mapeamento dos Conhecimentos, Habilidades e Atitudes das
pessoas.<br />
 Para saber mais acesse o link a seguir:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/16/a-sua-empresa-%C3%A9-inteligente-ou-somente-descasca-melhor-as-laranjas.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/blog/2013/8/16/a-sua-empresa-%C3%A9-inteligente-ou-somente-descasca-melhor-as-laranjas.aspx</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/><br />
 &nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>A sua empresa é inteligente ou somente descasca melhor as laranjas?</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/16/a-sua-empresa-é-inteligente-ou-somente-descasca-melhor-as-laranjas.aspx</link><pubDate>Fri, 16 Aug 2013 21:26:04 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/16/a-sua-empresa-é-inteligente-ou-somente-descasca-melhor-as-laranjas.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/427366/laranga.jpg" alt="Laranja" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">A organização inteligente
frequentemente é avaliada de acordo com a competência de seus
membros. Mas será que somente a somatória da competência dos
indivíduos determina a eficácia geral de um negócio?</p>

<p style="text-align: justify;">O que é afinal competência?</p>

<p style="text-align: justify;">Ao estudar com mais profundidade
este assunto percebemos que o conceito de competência, no sentido
como é hoje aceito ao analisar as organizações, &nbsp;foi
influenciado graças a contribuição dada &nbsp;por Prahalad e Hamel
no artigo <em>The core competence of the corporation</em>,
publicado na Harvard Business Review em 1990. A definição
estipulada por eles &nbsp;foi: "competência é o aprendizado
coletivo na organização, especialmente como coordenar as diversas
habilidades de produção e integrar as múltiplas correntes de
&nbsp;tecnologias".</p>

<p style="text-align: justify;">Normalmente a visão tradicional na
prática nos diz que é o&nbsp; mapeamento dos Conhecimentos,
Habilidades e Atitudes das pessoas. Sendo:</p>

<p><strong>* Conhecimentos&nbsp; -&gt;</strong>
Informação&nbsp;&nbsp; Saber o quê&nbsp; Saber o porquê</p>

<p>....é o fato ou a condição de conhecer algo com a familiaridade
obtida através de aprendizado e experiência...</p>

<p><strong>* Habilidades -&gt;</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;
Técnica&nbsp;&nbsp; Capacidade&nbsp;&nbsp; Saber como</p>

<p>.....é a capacidade de usar o conhecimento e a forma eficaz e
eficiente na execução ou desempenho em uma função......</p>

<p><strong>* Atitudes -&gt;&nbsp;</strong> Querer fazer&nbsp;&nbsp;
Identidade&nbsp; Determinação</p>

<p>.....são os sentimentos positivos e mente aberta em relação a um
fato ou situação.....</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Por exemplo, ao se tratar do papel de Gerente de Projetos, de
acordo com um exame conduzido por Posner, citado por Verma (1995),
com 287 gerentes de projeto americanos, envolvidos em projetos de
pequeno e médio porte, as habilidades e as técnicas bem-sucedidas
de gerência do projeto podem ser sumarizadas em&nbsp; seis&nbsp;
habilidades,&nbsp; com&nbsp; seus&nbsp; atributos&nbsp; e&nbsp;
comportamentos,&nbsp; são&nbsp; elas:&nbsp;</p>

<p><strong>Comunicação</strong> (84%) - escutar, persuadir e
comunicar;<br />
 <strong>Organização&nbsp;</strong> (75%) - planejamento, objetivo
e análise;<br />
 <strong>Construção de Time</strong> (72%) - empatia, motivação e
espírito de equipe;<br />
 <strong>Liderança</strong> (64%) - exemplo&nbsp; constante,
energia, visão, delegação, positividade/otimismo;<br />
 <strong>Pessoal</strong> (59%) - flexibilidade, criatividade,
paciência, persistência e<br />
 <strong>Tecnológica</strong> (46%) - experiência e conhecimento do
ambiente do projeto.</p>

<p>A estas habilidades poderímos tranquilamente acrescentar a
capacidade de negociação, dado que é um requerimento fundamental
para este papel.</p>

<p>Mais detalhes sobre projetos podem ser acessados através do
seguinte link:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1239">http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos.aspx?a=1239</a></p>

<p><br />
 Quando se trata de vendas, desenvolvimento de mercado ou de
negócios, as habilidades exigidas mudam:<br />
 <strong>Prospecção</strong> - (encontrar as pessoas que precisam
de nos, mesmo que elas não saibam.)<br />
 <strong>Alinhamento</strong> - (com as necessidade dos
compradores.)<br />
 <strong>Necessidade de desenvolvimento</strong> -&nbsp; (como
criar uma visão na mente do comprador quando as necessidades ainda
são latentes.)<br />
 <strong>Qualificação</strong> -&nbsp; (quantas oportunidades você
realmente pode gerenciar, Qualidade x Quantidade. Não é melhor
fazer uma boa&nbsp; qualificação&nbsp; antes do que investir&nbsp;
seu tempo 9 meses e perder ?)<br />
 <strong>Controle</strong> - (quando uma oportunidade tem realmente
chance de acontecer?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; controle o
processo de compra,&nbsp; coloque-o dentro da seqüência de eventos
do&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ciclo de vendas.)<br />
 <strong>Negociação</strong> - (sempre deve haver uma troca com seu
comprador, você cede, ele cede.)</p>

<p><br />
 Mais detalhes sobre Técnicas de Vendas e Negociação de Projetos
Empresariais acesse o nosso conteúdo específico através do seguinte
link:<br />
 <a
href="http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/marketing-vendas/curso-tecnicas-de-vendas-e-negocia%C3%A7%C3%A3o-de-projetos-empresariais.aspx">
http://www.grupotreinar.com.br/treinamentos/marketing-vendas/curso-tecnicas-de-vendas-e-negocia%C3%A7%C3%A3o-de-projetos-empresariais.aspx</a></p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Outra abordagem de forma
diferenciada foi proposta por Philippe Zarifian, que destaca três
características do sistema produtivo atual de grande importância
para o entendimento dos desafios da gestão por competência:</p>

<p><strong>* A primeira</strong> é a noção de incidente, que
representa a capacidade de&nbsp;&nbsp;&nbsp;
convivência&nbsp;&nbsp; (e sobrevivência) com a imprevisibilidade,
cuja ocorrência, que está cada vez mais frequente, &nbsp;altera as
rotinas produtivas. Os incidentes, devido à complexidade que marca
estes tempos, fogem à capacidade de previsão e auto regulação dos
sistemas produtivos tradicionais;</p>

<p><br />
 <strong>* A segunda</strong> característica é a crescente
importância assumida pela comunicação, dada a facilidade e
diversificação de meios, como também as organizações estarem cada
vez mais assumindo estruturas matriciais diversificadas, onde os
papéis se sobrepõem, ora somos gerentes funcionais ora somos
gerentes de equipes focadas em projetos. &nbsp;Assim, a
&nbsp;aquisição de competências relacionadas ao relacionamento
interpessoal é a consequência mais imediata dessa situação. Faz-se
necessária, também, a abertura para a constante interação e troca
de informações com outras pessoas, setores da organização e com o
ambiente externo. Mais do que uma capacidade, tal abertura
representa uma atitude que precisa ser assumida e desenvolvida;</p>

<p><br />
 <strong>*</strong> A noção de que todos os trabalhos representam
uma forma de prestação de serviço a alguém é a <strong>terceira
característica</strong> destacada por Zarifian. Cada pessoa deve
estar consciente que sua missão no trabalho não é apenas
desempenhar as tarefas que lhe são atribuídas ou cumprir normas e
rotinas estabelecidas. O que importa é a capacidade que a pessoa
possui para atender às necessidades de seus clientes internos e
externos(colaboração), por um lado, todavia por outro lado todos
devem estar alinhados à estratégia geral da organização.</p>

<p style="text-align: justify;">Assim, a atitude esperada de todos
é que a convergência e a colaboração entre as pessoas, não somente
pelas vias racionais, mas também criando condições para que haja
ambientes de criação que proporcionem a oportunidade de mudanças de
modelos mentais, levem a organização a reagir mais rápido e de
maneira mais eficaz que a concorrência de forma contínua e portando
de maneira não <em>traumática</em>, se assim pode-se dizer.</p>

<p style="text-align: justify;">Na medida em que cria condições
para os indivíduos alinharem as suas capacidades cognitivas às suas
capacidades intuitivas surge novas interpretações sobre velhos
dilemas e consequentemente novas evidências são percebidas. Neste
momento a alma da inovação se torna dominante através de uma nova
inteligência, uma nova maneira de interpretar a realidade e uma
nova maneira de pensar no futuro. &nbsp;De criar um futuro
disruptivo, em oposição a um presente contínuo cinza e árido.</p>

<p style="text-align: justify;">Segundo Kugler, o que diferencia as
empresas inovadoras e alertas, das demais empresas, é a competência
analítica - <em>que é uma competência opcional</em>.&nbsp; Não se
pode obrigar de forma ditatorial uma determinada organização a ser
mais inteligente e resiliente ou camaleônica, pois tudo é muito
volátil e o que parecia ser o mais "correto" e "inteligente" ontem,
do ponto de vista competitivo, pode se tornar obsoleto&nbsp; no dia
seguinte.</p>

<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da competência
analítica é, portanto, um esforço voluntário, graças ao qual a
organização será capaz de interpretar indícios - mudanças no
mercado, adoção de novas tecnologias, surgimento de novos
competidores, agravamento de restrições, mudanças de comportamento
de consumo - e reposicionar as prioridades estratégicas e a
alocação de recursos em função do aprendizado adquirido. Conforme
nos alertou Ralph Kimball, se uma organização optar por não ter
<em>business intelligence</em>...então ela terá <em>business
ignorance</em>...</p>

<p style="text-align: justify;">Sua empresa é inteligente bastante
para inventar um novo espremedor de laranjas ou sempre melhora a
qualidade das facas para uso pelos descascadores em seu dia-a-dia
em busca das necessárias&nbsp; vitaminas vitais?</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>

<p style="text-align: justify;">VERMA, Vijay K. The Human Aspects
of Project Management - Vol. Two. Human Resource Skills for the
Project Manager. Pennsylvânia: Project Management Institute - PMI,
1996.</p>

<p style="text-align: justify;">Breen, Gary Hamel. The future of
Management &nbsp;&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Kimball, Ralph. The Data Warehouse
Toolkit &nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">ZARIFIAN, P. Objetivo competência:
por uma nova lógica. São Paulo: Atlas, 2001 &nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">Kugler, José Luiz. Competência
Analítica.</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Mensuração de Desempenho em Governança de TI</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/8/mensuração-de-desempenho-em-governança-de-ti.aspx</link><pubDate>Thu, 08 Aug 2013 12:18:14 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/8/mensuração-de-desempenho-em-governança-de-ti.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/417588/govtit7.jpg" width="NaN" height="250" alt="GovTIt7" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><strong>Uso do BSC para avaliar
todas as dimensões da TI</strong></p>

<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>

<p style="text-align: center;"><strong><img src="/media/416456/govtif5.jpg" width="NaN" height="343" alt="GovTIf5"/><br />
</strong></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp; Fonte: IT Governance Institute, 2003</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Sem estabelecer e sem monitorar desempenho é improvável que as
fases anteriores atinjam os resultados desejados. Isso inclui
auditoria e avaliação de atividades e monitoração contínua de
desempenho. Existe uma ligação com a fase de alinhamento por meio
de evidências de que a direção está sendo seguida ou não.
Proporciona a oportunidade de criar medidas corretivas, se
necessário. IT Balanced ScoreCards traduzem a estratégia de TI
alinhada com a estratégia de negócios. Dessa forma, TI necessita de
seus próprios balanced scorecards, definindo metas claras e medidas
adequadas que reflitam o impacto de TI nos negócios.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Segundo o COBIT esta área de foco&nbsp;<em>"acompanha e monitora
a implementação da estratégia, término do projeto, uso dos
recursos, processo de performance e entrega dos serviços, usando,
por exemplo, BSC - &nbsp;"balanced scorecards" que traduzem as
estratégia em ações para atingir os objetivos, medidos através de
processos contábeis convencionais."</em> O COBIT traz junto com a
descrição dos processos sugestões de indicadores baseados nas
perspectivas do balanced scorecard nos níveis operacionais, táticos
e estratégicos. Como diz Peter Druker, "o que não é medido não pode
ser gerenciado." A implementação da governança de TI tem o objetivo
de dar direcionamento nas ações de TI buscando alinhamento e
exercer controle sobre elas. Este controle é conseguido através de
indicadores. Importante que hajam indicadores não só operacionais,
mas que tenham significado para quem toma decisão dentro da
organização.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres</p>

<p><span style="text-decoration: underline;">Fontes e referências
gerais:</span></p>

<p><a
href="http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico">
http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico</a></p>

<p><a
href="http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf">
http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf</a></p>

<p><a
href="http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti">
http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti</a></p>

<p><a
href="http://www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT">
www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT</a></p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item><item><title>Gestão de Recursos na Governança de TI</title><link>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/6/gestão-de-recursos-na-governança-de-ti.aspx</link><pubDate>Tue, 06 Aug 2013 14:32:55 GMT</pubDate><guid>http://grupotreinar.com.br/blog/2013/8/6/gestão-de-recursos-na-governança-de-ti.aspx</guid><description><![CDATA[ 
<p><img src="/media/417494/govtit6.jpg" width="NaN" height="250" alt="GovTIt6" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p><strong>Otimização dos investimentos e do uso dos recursos de
TI</strong></p>

<p>Estabelece e distribui as capacidades corretas de TI para as
necessidades de negócio. O foco inicial deve ser sobre o
conhecimento e a infraestrutura. Essa preocupação lida com a origem
dos processos, considerando os modelos desenvolvidos em casa e os
modelos de outsourcing, usando critérios de avaliação que vêm das
intenções estratégicas da empresa e fatores críticos de sucesso. A
finalidade é assegurar que seja fornecida uma infraestrutura de TI
integrada e econômica, onde novas tecnologias possam ser
introduzidas e que os sistemas obsoletos sejam substituídos.
Reconhecer a importância das pessoas em conjunto com hardware e o
software, focando na manutenção e na disponibilidade. É necessário
o desenvolvimento de habilidades, treinamento, promoção, de forma a
proporcionar competências às pessoas chave de TI, bem como a sua
retenção. Isso inclui também gerenciar o outsourcing e
fornecedores.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>

<p>Segundo o COBIT&nbsp;<em>"refere-se à melhor utilização possível
dos investimentos e o apropriado gerenciamento dos recursos
críticos de TI: aplicativos, informações, infraestrutura e
pessoas."</em>&nbsp;Processos como Gestão de Capacidade, Gestão de
pessoas e fornecedores procuram atender esta área de foco.</p>

<p>&nbsp;</p>

<p>Autores: Antônio Bucci, Agnaldo Fernandes e Sergio Ayres</p>

<p><span style="text-decoration: underline;">Fontes e referências
gerais:</span></p>

<p><a
href="http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico">
http://www.hsm.com.br/editorias/comunicacao-e-alinhamento-estrategico</a></p>

<p><a
href="http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf">
http://www.isaca.org/Knowledge-Center/cobit/Documents/COBIT4.pdf</a></p>

<p><a
href="http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti">
http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/governanca_ti/entendendo_governanca_ti</a></p>

<p><a
href="http://www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT">
www.ticontrole.gov.br/portal/pls/portal/docs/1068506.PPT</a></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><img src="/media/508413/fastsalas.jpg" alt="FastSalas.com" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"/></p>

<p>&nbsp;</p>

<p><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>

<p>&nbsp;</p>
]]></description></item></channel></rss>
